Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JTRP00010350 | ||
| Relator: | SIMÕES FREIRE | ||
| Descritores: | RECURSO PODERES DA RELAÇÃO LITIGÂNCIA DE MÁ FÉ | ||
| Nº do Documento: | RP199306149310201 | ||
| Data do Acordão: | 06/14/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J CHAVES | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 226/92-2 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 11/19/1992 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | REVOGADA PARCIALMENTE. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART684 ART690 N1 ART660 N2 ART456 N2 ART676 N1. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1982/12/02 IN BMJ N322 PAG315. AC STJ DE 1963/04/06 IN BMJ N326 PAG430. AC STJ DE 1976/05/25 IN BMJ N260 PAG185. AC STJ DE 1986/01/21 IN BMJ N353 PAG475. AC STJ DE 1980/03/26 IN RLJ ANO114 PAG35. AC STJ DE 1978/04/26 IN BMJ N276 PAG272. | ||
| Sumário: | I - O âmbito do recurso determina-se pelas conclusões do recorrente. II - Se este restringe o recurso à questão da nulidade do contrato resultante de coacção, que conduziu à improcedência da acção, mas esta resulta também, na mesma sentença, de haver abuso de direito com violação da boa fé contratual, não pode o tribunal pronunciar-se sobre esta última matéria e consequentemente, improcedente por aqui a acção, não se torna já necessário esgotar o conhecimento do fundamento coacção. III - Se os factos, cuja omissão pelos AA constitui o fundamento da sua condenação com litigantes de má fé, não eram relevantes porque mesmo com eles a acção podia ser proposta, não há fundamento para a condenação por litigância de má fé. IV - Se os RR não pediram na contestação, e por essa omissão, a condenação dos AA em indemnização como litigantes de má fé, não podiam já pedi-la, por isso, em fase de alegações de recurso. | ||
| Reclamações: | |||