Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00012619 | ||
| Relator: | AUGUSTO ALVES | ||
| Descritores: | RECUPERAÇÃO DE EMPRESA CONCORDATA MEIOS PREVENTIVOS DE FALÊNCIA HOMOLOGAÇÃO RECUSA DECLARAÇÃO DE FALÊNCIA PRESSUPOSTOS | ||
| Nº do Documento: | RP199410289450394 | ||
| Data do Acordão: | 10/28/1994 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J STA MARIA FEIRA 2J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 11/93-2 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 05/07/1993 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | REVOGADA PARCIALMENTE. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - PROC ESP. | ||
| Legislação Nacional: | DL 177/86 DE 1986/07/02 ART4 N1 ART8 ART17 N3 ART18 N1 N3 N4 N5 ART20 N1 N2. | ||
| Sumário: | I - Uma concordata pode consistir na simples moratória relativa a todos os créditos ou a certas categorias deles. II - Havendo moratórias diferentes para os créditos, estas só se tornam vinculativas se forem aceites pelo devedor e homologadas pelo tribunal. III - O tribunal só as homologa se as mesmas se harmonizarem com o princípio de incidência proporcional do sacrifício de todos os credores salvo acordo dos credores afectados. IV - O trânsito em julgado do despacho que recusou a homologação da concordata constitui um pressuposto para poder ser declarada a falência ou a convocação de nova assembleia de credores, como prevêem os ns. 4 e 5 do do artigo 18 do Decreto-Lei n. 177/86. | ||
| Reclamações: | |||