Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00017152 | ||
| Relator: | COUTO PEREIRA | ||
| Descritores: | DANO DANOS NÃO PATRIMONIAIS PERFILHAÇÃO IMPUGNAÇÃO DE PATERNIDADE LEGÍTIMA DIREITO DE PERSONALIDADE OBRIGAÇÃO DE INDEMNIZAR | ||
| Nº do Documento: | RP199602269550963 | ||
| Data do Acordão: | 02/26/1996 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T J BRAGA 2J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 303/94 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 05/16/1995 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | REVOGADA PARCIALMENTE. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - TEORIA GERAL / DIR RESP CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART70 ART469. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RP DE 1986/07/24 IN CJ T4 ANOXI PAG228. | ||
| Sumário: | I - O réu fez uma perfilhação conscientemente falsa, quando a autora tinha 17 anos e, decorridos outros dezassete anos, intentou acção de impugnação de paternidade que foi julgada procedente, tendo-se, assim, operado a destruição retroactiva da filiação paternal. II - O facto de se ter perfilhado quem não era filho biológico é um facto ilícito que constitui o seu autor na obrigação de indemnizar os danos sofridos pelo filho, em consequência da destruição da sua filiação paterna. III - Em consequência da destruição da sua filiação paterna por quem a tinha constituído, o filho sofre danos de natureza moral. | ||
| Reclamações: | |||