Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
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| Nº Convencional: | JTRP00022398 | ||
| Relator: | RIBEIRO DE ALMEIDA | ||
| Descritores: | CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA CONTRATO INOMINADO CONTRATO DE SEGURO CAUÇÃO SEGURADORA RESPONSABILIDADE COLIGAÇÃO PASSIVA CAUSA DE PEDIR ABSOLVIÇÃO DA INSTÂNCIA | ||
| Nº do Documento: | RP199711179750420 | ||
| Data do Acordão: | 11/17/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T CIV PORTO 3J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 1131/95 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Indicações Eventuais: | O PROCESSO RECORRIDO É DA SEGUNDA SECÇÃO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | DL 183/88 DE 1988/05/24 ART6 N1 ART7 N2. CPC67 ART30 ART498 N4 ART493 N2 ART494 I. | ||
| Sumário: | I - O regime legal do contrato de seguro caução directa- -genérico, regulado pelo Decreto-Lei 183/88, de 24 de Maio, nas relações seguradora-beneficiário, é o do contrato inominado designado de seguro caução através do qual o segurador garante, autonomamente, perante o beneficiário, o cumprimento das obrigações assumidas pelo segurado. II - A responsabilidade do segurador de indemnizar o beneficiário do seguro é autónoma. III - Sendo a causa de pedir invocada pelo autor para demandar e ver condenado o réu A. o contrato de locação financeira com ele celebrado, que este não cumpriu, e assentando o pedido formulado contra o segurador no contrato de seguro caução directa-genérico de que o autor é beneficiário, ocorrendo incumprimento do segurado, há ilegal coligação de réus que tem como consequência a absolvição da instância. | ||
| Reclamações: | |||