Acórdão do Tribunal da Relação do Porto
Processo:
9221008
Nº Convencional: JTRP00008072
Relator: ALMEIDA E SILVA
Descritores: SIMULAÇÃO
NEGÓCIO FORMAL
NULIDADE
Nº do Documento: RP199303239221008
Data do Acordão: 03/23/1993
Votação: UNANIMIDADE
Referência de Publicação: CJ T2 ANOXVIII PAG196
Tribunal Recorrido: T J MACEDO CAVALEIROS
Processo no Tribunal Recorrido: 35/91
Data Dec. Recorrida: 04/27/1992
Texto Integral: N
Privacidade: 1
Meio Processual: AGRAVO.
Decisão: NEGADO PROVIMENTO.
Área Temática: DIR CIV - TEORIA GERAL.
Legislação Nacional: CCIV66 ART240 N1 N2 ART241 N1 N2.
Jurisprudência Nacional: AC STJ DE 1973/05/29 IN BMJ N227 PAG123.
AC RP DE 1977/02/09 IN CJ T1 ANOII PAG87.
AC STJ DE 1978/02/16 IN BMJ N274 PAG212.
AC RP DE 1983/12/13 IN CJ T5 ANOVIII PAG229.
Sumário: I - Quando num contrato, após acordo entre vendedora e compradores, se omite a real intenção dos contraentes de que determinado imóvel seria vendido a duas pessoas por 30000 contos, mas fazendo constar da escritura apenas um dos compradores - então emigrante e gozando, por isso, de benefícios fiscais - e o preço de 15000 contos, no intuito de enganar o fisco, tal contrato é simulado e, portanto, nulo.
II - E não poderá ser válido o referido negócio dissimulado porque não interveio na escritura o outro comprador e se estar em presença de negócio formal.
Reclamações: