Acórdão do Tribunal da Relação do Porto | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JTRP00008377 | ||
| Relator: | PIRES DA ROSA | ||
| Descritores: | RECONVENÇÃO COMPENSAÇÃO | ||
| Nº do Documento: | RP199303089220227 | ||
| Data do Acordão: | 03/08/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recorrido: | T CIV PORTO 4J | ||
| Processo no Tribunal Recorrido: | 11468/92 | ||
| Data Dec. Recorrida: | 02/27/1992 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | PROVIDO. | ||
| Indicações Eventuais: | O PROCESSO RECORRIDO É DA TERCEIRA SECÇÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR OBG. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART274. CCIV66 ART847. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RC DE 1992/04/09 IN CJ ANOXVII T2 PAG98. AC STJ DE 1982/01/14 IN BMJ N317 PAG288. | ||
| Sumário: | I - Para os efeitos previstos no artigo 274, nº 2, alínea a) do Código de Processo Civil só pode falar-se em compensação se ela for expressamente invocada, "qua tale", pelo Réu titular de algum contra-crédito. II - Pode o titular de um crédito deduzi-lo, por via reconvencional, contra o A., ainda que de valor inferior ao crédito deste, quando esse crédito emerge do mesmo facto jurídico. III - Se acaso o contra-crédito não emerge do mesmo facto jurídico, então o seu titular, para vê-lo considerado, invocará a compensação: por via de excepção, se for inferior ao crédito do A. ou na medida em que o for; por via reconvencional, se for superior e na medida em que o for. IV - Sempre e em qualquer caso a invocada compensação não deixará de ser considerada, ainda que o Réu tenha indevidamente deduzido reconvenção, em vez de empregar o meio exceptivo. | ||
| Reclamações: | |||