Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00009382 | ||
| Relator: | SANTOS MONTEIRO | ||
| Descritores: | ARMA ARMA DE DEFESA ARMA DE FOGO ARMA PROIBIDA | ||
| Nº do Documento: | RL199705280018713 | ||
| Data do Acordão: | 05/28/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REC PENAL. | ||
| Decisão: | PROVIDO. | ||
| Área Temática: | DIR CRIM - CRIM C/SOCIEDADE / TEORIA GERAL. | ||
| Legislação Nacional: | DL 207-A/75 DE 1975/04/17 ART1 N1 ART2 ART3 ART4. CP82 ART260. CP95 ART275. | ||
| Jurisprudência Nacional: | ASS STJ DE 1989/04/05 IN DR IS DE 1989/05/12. AC STJ DE 1996/11/06 IN CJ ANO1966 T3 PAG183. AC STJ DE 1997/02/06 IN DR IS-A DE 1997/03/06. | ||
| Sumário: | I - O que verdadeiramente faz distinguir os revólveres das pistolas é o seu distinto esquema de municiamento: nas pistolas através de um carregador, nos revólveres, como até a semântica sugere, um tambor, rolando, que leva a bala à câmara de percussão. II - O calibre 22, que é timbre da arma em causa, é inconciliável com a sua natureza de pistola, sendo, por isso, de reputar como revólver, correspondendo aquele calibre, no sistema métrico, a 7,65mm. | ||