Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00002882 | ||
| Relator: | ALMEIDA AMARAL | ||
| Descritores: | RECURSO PODERES DA RELAÇÃO RESPOSTAS AOS QUESITOS ALTERAÇÃO ARRENDAMENTO PARA HABITAÇÃO DESPEJO RESIDÊNCIA PERMANENTE | ||
| Nº do Documento: | RL199303160064461 | ||
| Data do Acordão: | 03/16/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T CIV LISBOA 11J | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 8911/893 | ||
| Data: | 03/18/1992 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A SENTENÇA. | ||
| Indicações Eventuais: | J A REIS RLJ N79 PAG118. I MATOS ARRENDAMENTO E ALUGUER PAG117. PEREIRA COELHO ARRENDAMENTO PAG244. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - RECURSOS. DIR CIV - DIR CONTRAT. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART515 ART655 N1 ART712. CCIV66 ART396 ART1093 N1 I. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RL DE 1982/11/30 IN CJ T5 1982 PAG115. AC RP DE 1983/04/07 IN CJ T2 1983 PAG253. AC RP DE 1986/06/19 IN CJ T3 1986 PAG219. AC STJ DE 1985/03/05 IN BMJ N345 PAG372. AC RE DE 1988/05/12 IN BMJ N377 PAG572. AC STJ DE 1983/03/05 IN BMJ N345 PAG372. AC RC DE 1987/07/14 IN BMJ N369 PAG608. AC RL DE 1982/06/29 IN CJ T3 1982 PAG126. AC RE DE 1983/11/10 IN CJ T5 1983 PAG270. AC RC DE 1985/06/11 IN CJ T4 1985 PAG40. AC RP DE 1986/06/19 IN CJ T3 1986 PAG218. | ||
| Sumário: | I - Tendo havido inquirições directas pelo Tribunal Colectivo e não constando da acta os seus depoimentos, e porque o mesmo Tribunal aprecia livremente os depoimentos prestados, quer orais quer por deprecada escrita - artigo 396, CC, artigos 515 e 655 n. 1, CPC -, não estando assim sujeito a valorizar mais estas em detrimento daqueles, nada permite concluir que o colectivo não tenha tido em conta os depoimentos das testemunhas inquiridas por precatória para as respostas aos quesitos, e antes estes normativos implicam que o tenham sido. II - É considerada unanimemente pela doutrina e jurisprudência residência permanente a morada onde se vive habitualmente, com estabilidade, e onde está instalada e organizada a economia doméstica, aí se fazendo a vida normal, privada e social, e assim onde se dorme, come, recebe amigos e tem seus momentos de descanso. III - E bem assim, a não exigência de que a falta de residência permanente perdura por mais de um ano. | ||