Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00002921 | ||
| Relator: | SOUSA INES | ||
| Descritores: | RESPONSABILIDADE POR FACTO ILÍCITO ÓNUS DA PROVA PRESUNÇÃO COISA MÓVEL CONDENAÇÃO EM QUANTIA A LIQUIDAR EM EXECUÇÃO DE SENTENÇA | ||
| Nº do Documento: | RL199303230032181 | ||
| Data do Acordão: | 03/23/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Referência de Publicação: | CJ ANOXVIII 1993 TII PAG122 | ||
| Tribunal Recurso: | T CIV LISBOA 5J | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 8946/862 | ||
| Data: | 09/18/1989 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | ALTERADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR OBG / DIR RESP CIV. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART344 ART349 ART351 ART487 N1 ART493 N1 ART799. CPC67 ART661. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC RL DE 1971/07/21 IN BMJ N209 PAG190. AC RL DE 1987/05/07 IN CJ 1987 T3 PAG80. | ||
| Sumário: | A matéria de culpa na responsabilidade civil extracontratual poucas vezes pode ser obejecto de prova directa. Neste caso, o julgador deve contentar-se com meras presunções, sob pena de denegar justiça a cada passo. A responsabilidade do possuidor de coisa móvel pelos danos que ela causar assenta na ideia de que o possuidor ou detentor da coisa não tomou as medidas de precaução necessárias a evitar o dano. Não cabe, a propósito, distinguir entre as coisas intrinsecamente perigosas e as demais. A condenação ilíquida tanto é possível no caso de se ter formulado pedido genérico, como no de se ter formulado pedido específico, mas não se ter conseguido fazer prova da quantidade. | ||