Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00006718 | ||
| Relator: | BETTENCOURT FARIA | ||
| Descritores: | RECURSO LEGITIMIDADE PARA RECORRER LEGITIMIDADE | ||
| Nº do Documento: | RL199702250003501 | ||
| Data do Acordão: | 02/25/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | DECIDIDO NÃO TOMAR CONHECIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - RECURSOS. DIR CIV - TEORIA GERAL. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART680 N2. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1979/11/21 IN BMJ N291 PAG420. | ||
| Sumário: | I - A expressão ínsito no art. 680 n. 2 do CPC "directa e efectivamente prejudicado", inculca que estamos perante dois conceitos diversos, cuja verificação simultânea é condição de legitimidade para recorrer. II - O prejuízo real derivado da decisão diz respeito à efectividade. III - O prejuízo só é directo se resulta da própria decisão, sem dependência de outros factos jurídicos a que a decisão é alheia. IV - Interesse directo de quem não é parte na causa é aquele que, por exemplo, tem o arrematante em que se não declare inválida a penhora que possibilitou a arrematação. | ||