Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa
Processo:
0027095
Nº Convencional: JTRL00021726
Relator: ISABEL PAIS MARTINS
Descritores: INQUÉRITO
APREENSÃO
COMPETÊNCIA
JUIZ DE INSTRUÇÃO CRIMINAL
MINISTÉRIO PÚBLICO
Nº do Documento: RL199804280027095
Data do Acordão: 04/28/1998
Votação: UNANIMIDADE
Texto Integral: N
Privacidade: 1
Meio Processual: REC PENAL.
Decisão: PROVIDO.
Área Temática: DIR PROC PENAL.
Legislação Nacional: CPP87 ART1 N1 ART17 ART53 N2 B ART178 ART179 ART180 ART181 ART186 N1 ART262 ART263 ART267 ART268 ART269 ART374 N3.
DL 15/93 DE 1993/01/22 ART35 ART38 ART60 N1 N2.
CP95 ART109.
Sumário: Ainda que caiba ao juiz de instrução, na fase do inquérito, autorizar ou realizar a apreensão de objectos ou valores relacionados com o crime, lei nenhuma lhe confere competência para, na fase do inquérito, ordenar ou não, o levantamento da apreensão.
Só ao MP que, no inquérito, actua como autoridade judiciária, pode caber a decisão sobre a necessidade ou desnecessidade de manter uma apreensão.
Decisão Texto Parcial:
Decisão Texto Integral: