Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00004622 | ||
| Relator: | QUINTA GOMES | ||
| Descritores: | RESPOSTAS AOS QUESITOS | ||
| Nº do Documento: | RL199604230008001 | ||
| Data do Acordão: | 04/23/1996 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | ALTERADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CPC67 ART655 N1 ART712 N1. RAU90 ART64 N1 H. | ||
| Sumário: | I - O Tribunal aprecia livremente as provas, - em princípio -, e responde segundo a convicção que tenha formado acerca de cada facto quesitado, só podendo a matéria de facto resultante das respostas aos quesitos ser alterada pela Relação quando se verifique alguma das hipóteses contempladas no artigo 712, n. 1, do Código de Processo Civil. II - O não uso do prédio locado para fins comerciais verifica-se, além de outras hipóteses, quando o locatário se limita a abrir portas e janelas ou a ocupar a montra com exposição de artigos relativos ao comércio que pelo contrato de arrendamento se visava exercer. III - O prazo de um ano que pode fundamentar a resolução do contrato de arrendamento, por encerramento do locado, só pode começar a contar-se a partir do momento em que o ocupante respectivo tenha passado a ser arrendatário da loja, mesmo que já antes tivesse a sua detenção. | ||