Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00010105 | ||
| Relator: | BETTENCOURT FARIA | ||
| Descritores: | TUTELA TUTOR PROPOSITURA DA ACÇÃO AUTORIZAÇÃO JUDICIAL CONSELHO DE FAMÍLIA OMISSÃO DE DILIGÊNCIAS ESSENCIAIS OMISSÃO DE PRONÚNCIA | ||
| Nº do Documento: | RL199304290062401 | ||
| Data do Acordão: | 04/29/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T J SINTRA 3J | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 165 A 91 | ||
| Data: | 11/27/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | ANULADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR FAM. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART145 ART1889 N1 A ART1938. CPC67 ART201 N1 ART205 ART668 N1 B D ART685 ART1410 ART1411 ART1439 N3. | ||
| Sumário: | I - Pedida a autorização ao Tribunal pelo tutor para a prática de um certo acto, o juiz, antes de decidir, tem sempre de ouvir o conselho de família. II - Se o não fizer vai preterir uma formalidade que pode ter influência no exame ou decisão da causa. III - Há omissão de pronúncia, nos termos do art. 668 n. 1 b) Código de Processo Civil, se o juiz não tratou da questão suscitada pelo tutor que era a de pedir autorização para arrendar um imóvel pertencente á sua tutelada. Tendo-se limitado a referir o levantamento de dinheiro para custear obras naquele prédio. | ||