Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00026381 | ||
| Relator: | PROENÇA FOUTO | ||
| Descritores: | PROVAS PROVA INDICIÁRIA PROVA PLENA | ||
| Nº do Documento: | RL199712180022282 | ||
| Data do Acordão: | 12/18/1997 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | APELAÇÃO. | ||
| Decisão: | CONFIRMADA A DECISÃO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - TEORIA GERAL. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART341 ART347 ART349 ART371 ART376. | ||
| Sumário: | I - No que concerne à eficácia (suficiência) da prova, em termos de hierarquia, há a considerar: a) Prova suficiente; b) Prova"prima facie" c) simples justificação. II - A prova "prima facie" ou de primeira aparência não produz convicção legal suficiente, a plena convicção do juiz, mas um menor grau de probabilidade bastante para inverter o ónus da prova ou, mais rigorosamente, para obrigar o outro à contraprova. É prova semi-plena, que só por si não permite demonstrar que certo facto é verdadeiro. III - A prova que recai sobre juízos de experiência é por vezes essencial para se decidir se determina facto ou situação se verificou ou não. | ||
| Decisão Texto Integral: |