Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa | |||
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| Nº Convencional: | JTRL00018176 | ||
| Relator: | GUILHERME IGREJA | ||
| Descritores: | DIVÓRCIO CASA DA MORADA DE FAMÍLIA | ||
| Nº do Documento: | RL199404120074531 | ||
| Data do Acordão: | 04/12/1994 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR FAM. DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | CCIV66 ART1793. | ||
| Jurisprudência Nacional: | AC STJ DE 1987/04/02 IN BMJ N366 PAG502. AC RC DE 1985/07/02 IN CJ ANO1985 T4 PAG51. | ||
| Sumário: | I - Fazendo a casa de morada de família parte do património comum do ex-casal, impõe-se que a correspondente atribuição a um dos ex-cônjuges se efective mediante a constituição de arrendamento. II - A insuficiência de rendimentos de ambos os ex-cônjuges para solucionar o problema da nova habitação não conduz, necessariamente, à impossibilidade de atribuição a um deles, mediante arrendamento, da casa de morada de família. III - Ainda que o número de compartimentos da casa de morada de família permita a existência de quartos separados para os ex-cônjuges, deve afastar-se tal solução já que o bom senso indica que essa solução seria susceptível de proporcionar conflitos. IV - A atribuição da casa de morada de família, sequente ao divórcio, não é objecto de acção, mas de incidente inominado, que é suscitado após o trânsito em julgado da sentença. | ||