Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00034104 | ||
| Relator: | LEMOS TRIUNFANTE | ||
| Descritores: | RECURSO ADMISSIBILIDADE LEI APLICÁVEL COMPETÊNCIA TERRITORIAL PROVIDÊNCIA CAUTELAR | ||
| Nº do Documento: | SJ199809230006841 | ||
| Data do Acordão: | 09/23/1998 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 3124/97 | ||
| Data: | 01/15/1998 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - RECURSOS / PROCED CAUT. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - Não obstante a decisão recorrida ter sido proferida após a entrada em vigor do CPC na redacção decorrente da revisão operada pelos DL 329-A/95, de 12 de Dezembro e 180/96, de 25 de Setembro, o disposto no artigo 754, n. 2 do mesmo diploma não é aplicável aos processos que se encontravam pendentes à data da entrada em vigor da dita revisão (artigo 25, n. 1, daquele DL 329-A/95). II - É o tribunal da comarca em que se situa o prédio locado o territorialmente competente para conhecer da acção em que o locador pede que o locatário seja condenado a disponibilizar o acesso ao prédio para que possa ser examinado pelo locador, uma vez que é aí o lugar onde a respectiva obrigação devia ser cumprida. Daí que seja a mesma comarca a competente para conhecer do procedimento cautelar respectivo. III - Não existe uma obrigatoriedade legal de o requerente da providência cautelar ter de identificar a acção que vai propor. IV - Ainda que tal obrigação existisse, a falta de indicação do processo de que a providência requerida será preliminar não conduziria ao seu indeferimento liminar, o que só aconteceria na hipótese de a providência em causa não ser a adequada. | ||