Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00020344 | ||
| Relator: | ABEL DE CAMPOS | ||
| Descritores: | TRIBUNAL DA RELAÇÃO APRECIAÇÃO DA PROVA MATÉRIA DE FACTO PODERES DA RELAÇÃO COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA | ||
| Nº do Documento: | SJ198307140706122 | ||
| Data do Acordão: | 07/14/1983 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. CONCEDIDA PARCIALMENTE A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - O Tribunal da Relação, ao apreciar as provas produzidas, extraíu delas a conclusão - que julgou "patente" - de o embate se ter dado na metade da faixa de rodagem do Autor, a 0,55 metros da linha divisória das duas meias-faixas. II - Trata-se de uma conclusão de facto, que, embora fosse discutível e até porventura errada, foi estabelecida por aquele tribunal dentro do poder que lhe assiste de fixar os factos materiais da causa, tirando ilações lógicas das circunstâncias positivas e concretas apuradas, e que, por isso mesmo, o Supremo Tribunal não pode censurar, de harmonia com o n. 2 do artigo 722 do Código de Processo Civil, já que se não aponta, nem vê ofensa de disposição expressa de qualquer norma probatória. III - A exigência de que os veículos transitem sempre o mais possível próximo das bermas "visa a garantir a boa circulação, não só dos veículos ultrapassantes, mas daqueles com que haja de efectuar-se algum cruzamento". | ||