Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00024718 | ||
| Relator: | SANTOS MONTEIRO | ||
| Descritores: | EXCEPÇÃO PEREMPTÓRIA CASO JULGADO REQUISITOS | ||
| Nº do Documento: | SJ199407050853841 | ||
| Data do Acordão: | 07/05/1994 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 7622/93 | ||
| Data: | 11/04/1993 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Indicações Eventuais: | M ANDRADE IN NOÇÕES ELEMENTARES PAG289. A VARELA IN MANUAL DE PROCESSO CIVIL PAG704. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - Ocorre a excepção do caso julgado quando há repetição de uma acção anterior na triplíce identidade indicada no número 1 do artigo 498 do Código do Processo Civil - quanto aos sujeitos, ao pedido e à causa de pedir. II - Há identidade de pessoas quando, por "sucessão mortis causa" ou transmissão entre vivos, as novas pessoas assumirem a posição jurídica de quem foi parte no processo. III - Não há identidade de sujeitos se, na primeira acção, os autores se esqueceram de accionar também os actuais réus, apenas agora chamados ao novo processo. IV - Em relação a estes não há caso julgado, porque a decisão proferida na primeira acção não os pode vincular. V - Há identidade de causa de pedir quando a pretensão deduzida nas duas acções procede do mesmo facto jurídico. VI - Se os factos concretos agora aduzidos pelos autores são diferentes dos da primeira acção, têm uma existência histórica posterior, não há identidade entre eles. | ||