Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00009255 | ||
| Relator: | JOAQUIM DE CARVALHO | ||
| Descritores: | RESPONSABILIDADE CIVIL POR ACIDENTE DE VIAÇÃO RESPONSABILIDADE OBJECTIVA RESPONSABILIDADE POR FACTO ILÍCITO ACIDENTE DE VIAÇÃO CONDUÇÃO AUTOMÓVEL VEÍCULO AUTOMÓVEL NEXO DE CAUSALIDADE TRANSGRESSÃO | ||
| Nº do Documento: | SJ199104300799211 | ||
| Data do Acordão: | 04/30/1991 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL PORTO | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 9363/89 | ||
| Data: | 05/30/1989 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | CONCEDIDA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR RESP CIV. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - Incorre em responsabilidade objectiva de que fala o artigo 506 do Código Civil, e não na culposa do artigo 483 do mesmo Código, o condutor que intervém num acidente de viação, não possuindo o seu veículo automóvel luz de médios no farol do lado esquerdo da viatura, indo, por isso, colidir com um velocípede, uma vez que não se mostra provado o nexo de causalidade entre a conduta contravencional do condutor e o acidente. II - Para a verificação desse nexo de causalidade era necessário alegar e provar a maléfica influência da falta de luz no farol esquerdo do automóvel sobre o condutor da motocicleta que com ele colidiu, ou seja, que ele o não tivesse visto bem, que o tivesse confundido com um veículo de duas rodas. | ||