Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00018241 | ||
| Relator: | OLIMPIO DA FONSECA | ||
| Descritores: | OBRIGAÇÃO NULIDADE RELATIVA VENDA DE COISA ALHEIA SUPRIMENTO DA NULIDADE PROPRIEDADE | ||
| Nº do Documento: | SJ199303090811901 | ||
| Data do Acordão: | 03/09/1993 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL COIMBRA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 576/90 | ||
| Data: | 02/26/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR CONTRAT. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - Quando exista a obrigação de sanar a nulidade da venda, o comprador que pedir ao Tribunal a declaração judicial de nulidade, pode subordinar o seu pedido ao não cumprimento daquela obrigação dentro do prazo que o Tribunal fixar. II - Se dentro desse prazo o vendedor sanar a nulidade, o pedido ficará sem efeito. II - É nula a venda de bens alheios sempre que o vendedor careça de legitimidade para a realizar, mas o vendedor não pode opôr a nulidade ao comprador de boa-fé, como não pode fazê-lo o vendedor de boa-fé, o comprador doloso. IV - Logo que o vendedor adquira por algum modo a propriedade da coisa ou do direito vendido, o contrato torna-se válido e a dita propriedade transfere-se para o comprador. | ||