Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00013098 | ||
| Relator: | PEREIRA DA SILVA | ||
| Descritores: | EXPROPRIAÇÃO PRÉDIO RÚSTICO PRÉDIO URBANO DISTINÇÃO INDEMNIZAÇÃO | ||
| Nº do Documento: | SJ199112050816412 | ||
| Data do Acordão: | 12/05/1991 | ||
| Votação: | MAIORIA COM 1 VOT VENC | ||
| Tribunal Recurso: | T REL ÉVORA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 804 | ||
| Data: | 05/02/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | AGRAVO. | ||
| Decisão: | NEGADO PROVIMENTO. | ||
| Área Temática: | DIR CIV - DIR REAIS. DIR PROC CIV - PROC ESP. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - No processo de expropriação o tribunal comum apenas é chamado a intervir, não para identificar os prédios a expropriar, ou as parcelas de terreno de cada um, mas para fixar a justa indemnização, não sendo necessário para fixar esta saber se o prédio é rustico ou urbano, mas tão só conhecer-se a sua área e a sua localização. II - O critério da distinção entre prédios rusticos e prédios urbanos, contido na lei fiscal, não tem qualquer aplicação ao direito civil, em especial na matéria referente às expropriações, importando apenas considerar se o terreno a expropriar se situa dentro ou fora do aglomerado urbano. | ||