Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00027369 | ||
| Relator: | CARVALHO PINHEIRO | ||
| Descritores: | CONTRATO DE TRABALHO CATEGORIA PROFISSIONAL | ||
| Nº do Documento: | SJ199505240038764 | ||
| Data do Acordão: | 05/24/1995 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 4700/88 | ||
| Data: | 06/27/1990 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Indicações Eventuais: | MONTEIRO FERNANDES IN DIREITO DO TRABALHO VOLI PAG180. B XAVIER IN CURSO DE DIR TRAB 2ED PAG343-344. | ||
| Área Temática: | DIR TRAB - CONTRAT INDIV TRAB / REG COL TRAB. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Jurisprudência Nacional: | |||
| Sumário : | I - É hoje princípio assente que a posição do trabalhador na organização em que se insere, se define pelo conjunto de serviços e tarefas que formam o objecto da prestação de trabalho. II - A questão não deve resolver-se, porém, classificando pura e simplesmente o trabalhador na categoria que mais o favoreça. A classificação em dada categoria deverá assentar, antes, no desempenho do "núcleo essencial" das funções que lhe correspondem. III - São as funções que determinam a categoria. IV - Entendendo-se que o núcleo assencial das funções exercidas pelo trabalhador corresponde à chefia duma "secção", ele deve ser classificado como "Chefe de Secção". V - Não procede o argumento da entidade patronal de não se encontrar prevista na sua organização a categoria de "Chefe de Secção" no sector onde o Autor desempenha funções - já que funcionando tal sector como uma secção, sob a sua responsabilidade, não deve o Autor ser prejudicado por uma circunstância de mera nomenclatura. | ||