Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
| ||
| Nº Convencional: | JSTJ00017569 | ||
| Relator: | COSTA RAPOSO | ||
| Descritores: | EXECUÇÃO CAUSA DE PEDIR LIVRANÇA OBRIGAÇÃO CAMBIÁRIA RELAÇÃO JURÍDICA SUBJACENTE AUTONOMIA ABUSO NO PREENCHIMENTO ÓNUS DA PROVA LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ | ||
| Nº do Documento: | SJ199212030822422 | ||
| Data do Acordão: | 12/03/1992 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 5057 | ||
| Data: | 10/24/1991 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR COM - TIT CRÉDITO. DIR CIV - TEORIA GERAL. DIR PROC CIV - PROC EXEC. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - Numa execução baseada em título cambiário, esse título constitui a causa de pedir. II - Porque a obrigação cambiária é autónoma da relação causal, o facto de o banco exequente - que celebrou vários contratos em que as executadas se obrigaram - - ter indicado, por lapso, que a obrigação cambiária exequenda tem como causa o contrato, quando, na realidade, a relação fundamental foi o contrato, constitui circunstância que, só por si, não interfere na obrigação cambiária. III - É quem o invoca que terá de provar o abuso no preenchimento conhecendo que ele existiu e mostrando as circunstâncias da sua concretização. IV - Não litiga de má fé a parte que apenas faz uma leitura incorrecta dos factos e revela ignorância de conceitos técnicos. | ||