Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça | |||
| Processo: |
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| Nº Convencional: | JSTJ00033213 | ||
| Relator: | COUTO MENDONÇA | ||
| Descritores: | NULIDADE DE SENTENÇA EXCESSO DE PRONÚNCIA CADUCIDADE DO CONTRATO DE TRABALHO LOCAL DE TRABALHO EXTINÇÃO CONTRATO DE TRABALHO IMPOSSIBILIDADE SUPERVENIENTE ÓNUS DA ALEGAÇÃO ÓNUS DA PROVA RESCISÃO PELO TRABALHADOR INDEMNIZAÇÃO | ||
| Nº do Documento: | SJ199802050002534 | ||
| Data do Acordão: | 02/05/1998 | ||
| Votação: | UNANIMIDADE | ||
| Tribunal Recurso: | T REL LISBOA | ||
| Processo no Tribunal Recurso: | 267/96 | ||
| Data: | 07/11/1996 | ||
| Texto Integral: | N | ||
| Privacidade: | 1 | ||
| Meio Processual: | REVISTA. | ||
| Decisão: | NEGADA A REVISTA. | ||
| Área Temática: | DIR PROC CIV - RECURSOS. DIR TRAB - CONTRAT INDIV TRAB. | ||
| Legislação Nacional: | |||
| Sumário : | I - Comete a nulidade da alínea d) do n. 1 do artigo 668 do CPC a sentença que considere caduco um contrato, se não foi suscitada tal excepção. II - Tendo a entidade patronal diversos postos ou locais de trabalho, é razoável que a extinção de um não implique "ipso facto" a caducidade do contrato dos trabalhadores aí existentes. III - É à entidade patronal que cabe alegar e provar os factos caracterizadores da impossbilidade superveniente, absoluta e definitiva da continuação do contrato de trabalho. IV - Se o trabalhador, extinto o seu posto, aceitou ir para outro, já não poderá rescindir o contrato e pedir a correspondente indemnização. | ||