5G Monografia 743 | |
Fernandes, António Lemos Monteiro Noções fundamentais de direito do trabalho 2.- 2.ª Edição, Dezembro 1985.- Gráfica de Coimbra / Almedina.- 332p 23cm Relações Colectivas de Trabalho ISBN 2005/83 (Broch.) : Oferta Direito do Trabalho II Parte - As relações colectivas de trabalho Introdução § 1. O direito colectivo de trabalho: objecto e caracteristicas gerais § 2. Breve esboço histórico: as realidades e o Direito § 3. Os fenómenos colectivos e a estrutura da relação individual de trabalho § 4. A autonomia colectiva 1. Conceito de autonomia colectiva 2. O «interesse colectivo» 3. Autonomia privada individual, heteronomia, autonomia colectiva § 5. Noções de «relação colectiva de trabalho» § 6. A perspectiva das «relações industriais) Título I - As organizações sócio-profissionais Cap. I - As associações sindicais § 1. A diversidade das concepções do sindicalismo § 2. A liberdade sindical § 3. O estatuto jurídico dos sindicatos 1. O conceito legal de sindicato 2. O sindicato como pessoa jurídica 3. Capacidade jurídica do sindicato 4. A acção sindical na empresa: os delegados sindicais Cap. II - As associações patronais § 4. Generalidades. A «liberdade sindical» dos empregadores § 5. A constituição de associações patronais § 6. Princípios sobre a organização e actividades das associações patronais Cap. III - As comissões de trabalhadores § 7. Generalidades § 8. A concepção legal da comissão de trabalhadores § 9. Os direitos à informação e ao controlo de gestão Título II - A negociação colectiva Cap. I - Noções e princípios gerais § 1. Importância e significado da negociação colectiva § 2. O «dever de negociar» e o princípio da boa-fé na negociação colectiva Cap. II - As balizas da negociação colectiva § 3. O nível de negociação § 4. Os sujeitos 1. O «reconhecimento» dos interlocutores negociais 2. Pluralidade de sujeitos. Negociação conjunta e autonomização de processos negociais § 5. Objecto e conteúdo da convenção. Limitações legais § 6. Forma. Depósito e publicação Cap. III - A negociação § 7. A atitude da lei perante o «processo» negocial § 8. As declarações preliminares: proposta e resposta § 9. Os contactos negociais Cap. IV - A eficácia da convenção colectiva § 10. Efeitos obrigacionais e normativas 1. Efeitos obrigacionais A) As «cláusulas de garantia sindical» B) A obrigação de paz social C) Outras cláusulas ogrigacionais 2. Efeitos normativos A) Recepção automática e condicionamento externo B) A solução do ordenamento português C) O prejuízo de direitos adquiridos § 11. O âmbito da convenção colectiva 1. Ambito pessoal. A extensão e a adesão. A concorrência de convenções A) O princípio da filiação B) A extensão e a adesão C) A concorrência de convenções 2. Âmbito territorial 3. Âmbito temporal. A retroactividade § 12. O movimento da regulamentação colectiva de trabalho em Portugal § 13. Breve nota sobre a negociação colectiva no quadro internacional Título III - Os conflitos colectivos de trabalho Cap. I - Noção e modalidades do conflito colectivo § 1. Observações preliminares § 2. O conflito colectivo de trabalho: noção e modalidades Cap. II - Processos de resolução dos conflitos § 3. Resolução de conflitos colectivos jurídicos § 4. Resolução de conflitos colectivos de interesses 1. Noções gerais 2. Os processos de resolução na lei portuguesa A) Observações preliminares B) Conciliação C) Mediação D) Arbitragem Cap. III - Os métodos de coacção directa § 5. Noções gerais § 6. A greve 1. Conceito da «greve clássica» 2. Modalidades atípicas da greve 3. O direito de greve: natureza e conteúdo A) A greve-liberdade B) A greve-direito C) A dupla dimensão do direito de greve D) O conteúdo do direito de greve 4. A greve no direito português: esboço histórico 5. Os motivos da greve 6. O exercício do direito de greve A) A decisão de greve B) O aviso de greve C) Os piquetes de greve D) As obrigações dos trabalhadores durante a greve 7. Os efeitos jurídicos da greve 8. Algumas caracteristicas do exercício da greve em Portugal § 7. O «lock-out» |