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Coutinho, Luís Pedro Pereira As faculdades normativas universitárias no quadro do direito fundamental à autonomia universitária.- Junho 2004.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina.- 295p 23cm O caso das universidades públicas ISBN ? (Broch.) : €15,00;15,00 Direito Civil Introdução 1. Preliminares 2. Objecto de estudo 3. Perspectiva e plano de tratamento 4. Questões de método Parte I - Enquadramento jurídico-constitucional da autonomia universitária 1. A configuração jurídica da Universidade na Constituição 1.1. Dois modelos históricos de configuração jurídica da Universidade 1.1.1. O modelo liberal latino 1.1.2. O modelo liberal germânico 1.2. A configuração jurídica da Universidade na Constituição de 1976 1.2.1. A natureza dualista das Universidades na Constituição de 1976 1.2.2. (Cont.) Uma corporação pública funcional de direitos fundamentais 1.2.3. O significado residual da "gestão democrática" das Universidades 1.2.4. Corporações públicas infra-universitárias 2. Um direito fundamental à autonomia universitária 2.1. A titularidade excepcional de direitos fundamentais por pessoas colectivas públicas 2.1.1. A refutação da posição negativista e a admissibilidade excepcional da titularidade de direitos fundamentais por pessoas colectivas públicas 2.1.2. A crise da teorização liberal (-burguesa) dos direitos fundamentais 2.2. A autonomia universitária como direito fundamental de natureza análoga 2.3. Consequências de regime 2.4. (Cont.) Restrições, limites ao exercício e limites de objecto do direito fundamental à autonomia universitária 2.5. A dependência de concretização legislativa 2.5.1. A oponibilidade ao legislador 2.5.2. Significado da precedência de lei Parte II - As faculdades normativas das universidades públicas 1. As faculdades normativas das Universidades públicas. Razão de ordem 2. Faculdades primárias 2.1. Significado do carácter primário 2.2. Faculdades primárias e administração autónoma universitária 2.2.1. Faculdades primárias e discricionariedade normativa autónoma 2.2.2. (Cont.) Descentralização normativa e descentralização normativa 2.2.3. Descentralização normativa e compreensão do Direito 2.3. Faculdades primárias e reserva material da lei 2.3.1. Faculdades primárias e reserva material de lei 2.3.2. (Cont.) Relações especiais de poder? 2.3.3. (Cont.) Um conflito entre a reserva material de lei e a expressão normativa do direito fundamental a autonomia universitária 3. Faculdades reservadas 3.1. Significado do carácter reservado 3.2. Faculdades reservadas e reserva material de lei 3.2.1. Faculdades reservadas e reserva material de lei 3.2.2. (Cont.) Reserva de normação autónoma horizontal e vertical 3.3. Faculdades reservadas e supletividade do Direito estadual 3.3.1. Faculdades reservadas e supletividade do Direito estadual 3.3.2. (Cont.) Limites à intervenção normativa supletiva estadual 3.3.3. (Cont.) A competência para a emissão de uma disciplina supletiva 3.3.4. (Cont.) Normas estaduais supletivas e preferência de lei 4. Faculdades autónomas em sentido estrito 4.1. Significado da autonomia em sentido estrito 4.2. O carácter limitado da tutela administrativa 4.2.1. A exclusão de uma tutela de mérito 4.2.2. As medidas tutelares admissíveis 4.2.3. (Cont.) Medidas tutelares e reserva de jurisdição 4.3. Princípios aplicáveis ao exercício da tutela 5. Faculdades controladas 5.1. Significado do carácter controlado 5.2. O controlo jurisdicional da juricidade de normas universitárias 5.2.1. O controlo jurisdicional da antijuridicidade por acção 5.2.2. O controlo jurisdicional da antijuridicidade por omissão Conclusões |