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Otero, Paulo; Gonçalves, Pedro Tratado de direito administrativo espacial - volume II.- Novembro 2009.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Edições Almedina, SA.- 519p 23cm Coordenadores: Paulo Otero e Pedro Gonçalves. Colaboradores: Joana Mendes, José Alberto Vieira, José Luis Bonifácio Ramos, Maria José Rangel de Mesquita ISBN 978-972-40-3943-5 (Broch.) : €21,80 Direito Administrativo DIREITO ADMINISTRATIVO DA ÁGUA, por Joana Mendes 1. Enquadramento histórico e conceptual 1.1. Os três períodos fundamentais na evolução do direito português 1.2. Conceitos e instrumentos fundamentais do direito da água 2. Enquadramento comunitário 2.3. A primeira e a segunda geração de directivas 2.3.1. Primeira geração, novas directivas e efeito directo 2.3.3. Segunda geração: o anúncio de uma mudança de paradigma 2.4. A Directiva Quadro da Água 2.4.1. Um novo paradigma do direito da água 2.4.2. A Estratégia Comum de Implementação da Directiva 3. A Lei da Água 3.1. Domínio público 3.2. Organização administrativa 3.2.1. Entre a Directiva Quadro e a tradição do direito português 3.2.2. O quadro actual 3.3. Planeamento 3.3.1. A importância do planeamento hídrico, o planeamento no direito português e as indicações da Directiva 3.3.2. O regime jurídico da Lei da Água 3.3.3. Participação no planeamento 3.4. Utilização dos recursos hídricos 3.4.1. Um regime jurídico condicionado pela protecção ambiental 3.4.2. Os diferentes títulos de utilização 3.4.3. A transacção de títulos de água e a possibilidade de mercados de água 3.4.4. O sistema de informação dos títulos de utilização 3.4.5. Fiscalização 3.5. Regime económico e financeiro 3.5.1. Taxa de recursos hídricos 3.5.2. Tarifas de serviços públicos 3.5.3. Contratos-programa 4. Conclusões Bibliografia DIREITO DO NOTARIADO, por José Alberto Vieira PARTE I - Notariado e sistemas jurídicos nacionais. O notariado latino 1. O notariado nos sistemas juridicos da família romano-germânica e de Common Law 2. O notariado latino 3. O notariado português antes e depois do Estatuto do Notariado 4. O Direito Notarial. Uma parte do Direito Administrativo ou um ramo autónomo do Direito? 5. Direito do Notariado: Direito público ou Direito privado? PARTE II - O notário: Entre o oficial público e o profissional liberal 6. O notário e o exercício da função notarial por terceiros 7. O notário como oficial público. Significado 8. O notário como profissional liberal PARTE III - Instrimentalidade e fé pública notarial 9. A dupla vertente da função notarial 10. A fé pública notarial 11. Intervenção notarial, legalidade e validade do acto jurídico PARTE IV - Princípios do direito notarial 12. O princípio da legalidade 13. O princípio da autonomia 14. O princípio da imparcialidade 15. O princípio da exclusividade 16. Princípio da livre escolha 17. O princípio da responsabilidade do notário PARTE V - A função notarial 18. Caracterização da função notarial 19. A fé pública 20. Requisitos de acesso e de exercício da função notarial 21. Deveres gerais dos notários 22. Fiscalização do notário 23. Disciplina PARTE VI - O acto notarial em geral 24. Noção de acto notarial 25. Acto notarial e acto jurídico. Distinção necessária 26. A competência do notário 27. Impedimentos do notário 28. Requisitos gerais do instrumento notarial 29. Requisitos especiais 30. Intervenientes nos actos notariais 31. Nulidade do acto notarial 32. Efeitos da nulidade do acto notarial 33. Sanação da nulidade de acto notarial 34. Revalidação do acto notarial. Os actos notariais que podem ser objecto de revalidação 35. O processo de revalidação PARTE VII - Os actos notariais em especial Secção I - As escrituras 36. Observações gerais 37. As escrituras em geral 38. As escrituras especiais 39. As escrituras de habilitação notarial 40. As escrituras de justificação notarial 41. Extinção da responsabilidade de dívidas por emissão de títulos Secção II - Os instrumentos avulsos 42. Instrumentos públicos avulsos. Observações gerais 43. Aprovação de testamentos cerrados 44. Depósito de testamentos 45. Abertura de testamentos cerrados e testamentos internacionais 46. Procurações, substabelecimentos e prestação de consentimento conjugal 47. Protestos 48. Averbamentos 49. Registos 50. Autenticação de documentos particulares 51. Reconhecimentos 52. Certificações, certidões e documentos análogos 53. Traduções PARTE VIII - A recusa da prática de actos notariais pelo notário e o recurso da decisão do notário Secção I - A recusa de práticas de actos notarias 54. Recusa da prática de acto notarial e o princípio da legalidade 55. Recusa de prática de actos jurídicos nulos 56. Outros fundamentos de recusa de outorga de actos notarias além da nulidade 57. Outorga pelo notário de actos jurídicos anuláveis e ineficazes em sentido restrito~ Secção II - Do recurso da recusa de actos pelo notário 58. Generalidades 59. Legitimidade para recorrer 60. O recurso hierárquico 61. O recurso judicial PARTE IX - Acesso e cessão da actividade do notário Secção I - O acesso ao notariado 62. A qualificação para o acesso ao notáriado 63. O estágio profissional do candidato a notário 64. O concurso para o acesso 65. Atribuição do título de notário 66. Concurso de licenciamento 67. Bolsa de notários 68. A tomada de posse do notário Secção II - A cessação da actividade do notário 69. Factos que causam a cessação da actividade do notário 70. Efeitos da cessação da actividade do notário PARTE X - O conselho do notariado 71. A criação do Conselho do Notariado 72. A competência do Conselho do Notariado 73. Funcionamento do Conselho do Notariado PARTE XI - Fiscalização e disciplina da actividade notarial Secção I 74. A origem do poder de fiscalização do Estado sobre os notários 75. A competência no âmbito da fiscalização dos notários 76. As inspecçãoes aos notários. Termos em que podem ser feitas Secção II - O poder disciplinar sobre os notários 77. A tutela disciplinar do Estado sobre os notários 78. Um poder disciplinar parcialmente concorrente 79. Os órgãos do poder disciplinar 80. O poder disciplinar e a função notarial Bibliografia DIREITO ADMINISTRATIVO DA CULTURA, por José Luís Bonifácio Ramos 1. Introdução 1.1. Considerações gerais 1.2. O Direito Administrativo da Cultura 2. Evolução do regime jurídico 2.1. Razão de Ordem 2.2. Manifestações esparsas de índole cultural 2.3. A estruturação pública das iniciativas culturais 2.4. A autonomização da política cultural 2.5. O Ministério da Cultura 2.6. A Reestruturação da Administração 3. O Ministério: Os serviços auxiliares do gabinete ministerial 3.1. A Secretaria Geral 3.2. A Inspecção Geral 3.3. O Gabinete de Planeamento e Relações Internacionais 4. As áreas culturais 4.1. Razão de Ordem 4.2. O Teatro, o Bailado e a Música 4.2.1. Aspectos gerais 4.2.2. O Teatro Nacional de São Carlos 4.2.3. A Companhia Nacional de Bailado 4.2.4. A Orquestra Nacional do Porto 4.2.5. O Teatro Nacional D. Maria II 4.2.6. O Teatro Nacional de São João 4.3. As Artes 4.3.1. Razão de Ordem 4.3.2. A Arte Contemporânea 4.3.3. A Fotografia 4.3.4. As Artes do Espetáculo 4.3.5. Os Direitos de Autor 4.4. Cinema 4.4.1. Razões de Ordem 4.4.2. O Instituto do Cinema 4.4.3. A Cinemateca 4.5. Os Arquivos 4.6. O Livro e a Biblioteca 4.6.1. Razão de Ordem 4.6.2. A Biblioteca 4.6.3. O Livro 4.7. O Património 4.7.1. Razão de Ordem 4.7.2. O Património Cultural 4.7.3. O Património Arqueológico 4.8. Os Museus e o Restauro 4.8.1. Razão de Ordem 4.8.2. O Instituto dos Museus 4.8.3. O Restauro 5. As Academias e as Fundações 5.1. Razão de Ordem 5.2. As Academias 5.3. As Fundações 6. O Financiamento 6.1. Razão de Ordem 6.2. O Fundo de Fomento Cultural 6.3. O Program de Fomento Cultural 6.3. O Programa Operacional da Cultura 6.4. Apoios ao Cinema 6.5. O Apoio às Artes do Espetáculo 6.6. Outros Apoios 7. Conclusões Bibliografia DIREITO ADMINISTRATIVO DOS SEGUROS, por Maria José Rangel de Mesquita 1. A actividade seguradora e o direito administrativo dos seguros em Portugal: breve evolução histórica 2. As fontes de direito 2.1. As fontes jurídico-internacionais 2.2. As fontes jurídico-comunitárias 2.3. As fontes internas 2.3.1. Enqiadramento jurídico-constitucional 2.3.2. As fontes infra-constitucionais 3. O âmbito do dieito administrativo dos seguros 3.1. O âmbito subjectivo 3.1.1. A empresa de seguros 3.1.2. A empresa de resseguros 3.1.3. A entidade gestora de fundos de pensões 3.1.4. O mediador de seguros ou de resseguros 3.1.5. O tomador do seguro, o segurado, a pessoa segura e o beneficiário 3.2. O âmbito material 3.2.1. O acesso e o exercício da actividade seguradora 3.2.2. O acesso e o exercício da actividade resseguradora 3.2.3. O acesso e o exercício da actividade de gestão de fundos de pensões 3.2.4. O acesso e o exercício da actividade de mediação de seguros ou de resseguros 3.2.5. O contrato de seguro 3.2.6. A protecção do consumidor 4. Organização administrativa 4.1. A autoridade de supervisão: o Instituto de Seguros de Portugal 4.1.1. Natureza jurídica 4.1.2. Atribuições e competência 4.2. Os Fundos de Garantia 4.2.1. O Fundo de Garantia Automóvel 4.2.2. O Fundo de Acidentes de Trabalho 5. O regime jurídico da actividade seguradora 5.1. Acesso à actividade 5.1.1. Sociedades anónimas de seguros 5.1.2. Mútuas de seguros 5.1.3. Sucursais de empresas de seguros com sede fora do território da União Europeia 5.1.4. Sucursais de empresas de seguros com sede no território de outros Estados membros da União Europeia 5.1.5. Livre prestação de serviços em Portugal por empresas de seguros com sede no território de outros Estados memebros 5.1.6. Estabelecimento no território de outros Estados membros de sucursais de empresas de seguros com sede em Portugal 5.1.7. Livre prestação de serviços no território de outros Estados membros por empresas de seguros com sede em Portugal 5.2. Garantias prudenciais: garantias financeiras e sistema de governo 5.2.1. Garantias financeiras 5.2.2. Sistema de governo 5.3. Contratos e tarifas 5.4. Conduta de mercado 5.5. Supervisão 5.6. Transferências de carteira 5.7. Endividamento 5.8. Ilícitos e sanções 6. O regime jurídico da actividade resseguradora 6.1. Regime geral 6.2. Especificidades de regime 7. O regime jurídico dos fundos de pensões 7.1. Acesso à constituição e gestão 7.2. Estruturas de governação 7.3. Regime prudencial 7.4. Supervisão 7.5. Ilícitos e sanções 8. O regime jurídico da mediação de seguros ou de resseguros 8.1. Acesso à actividade 8.2. Supervisão 8.3. Ilícitos e sanções 9. A administração do regime jurídico do contrato de seguro 9.1. O princípio da imperatividade 9.1.1. Disposições absolutamente imperativas 9.1.2. Disposições relativamente imperativas 9.2. Deveres de informação 10. As taxas a favor das entidades públicas no âmbito da organização administrativa em matéria de actividade seguradora 10.1. Taxas a cargo do tomador do seguro 10.2. Taxas a cargo da empresa de seguros Bibliografia |