1B Monografia 2412 | |
Nogueira, João Félix Pinto Direito fiscal europeu - o paradigma da proporcionalidade.- 1.ª Edição, Julho 2010.- Wolters Kluwer / Coimbra Editora.- 672p 24cm A proporcionalidade como critério central da compatibilidade de normas tributárias internas com as liberdades fundamentais ISBN 978-972-32-1831-2 (Broch.) : €40,28 Direito Fiscal Parte I - Introdução e Metodologia de Investigação Capítulo I - Objecto e hipótese central de investigação Secção I - Uma primeira aproximação ao tema Secção II - Motivos para a selecção do tema Capítulo II - Metodologia e sequência Secção I - Metodologia Secção II - Modo de citar Secção III - Sequência Parte II - Caracterização Geral da Ideia de Proporcionalidade Capítulo I - Elemento histórico Secção I - Proporcionalidade como conceito analítico-estrutural Secção II - Concretizações históricas da ideia de proporcionalidade Secção III - A recente concretização na esfera do jurídico 1 - Antecedentes 2 - A emergência do conceito moderno 3 - A difusão do conceito moderno Capítulo II - A proporcionalidade na esfera do jurídico Secção I - A projecção jurídica do universal de proporcionalidade Secção II - O nome e a coisa. A questão da denominação Secção III - A forma e a coisa. A questão da classificação 1 - Introdução 2 - Entre regras e princípios. A importância da proporcionalidade 3 - A proporcionalidade como procedimento Secção IV - Fundamento do recurso ao conceito moderno de proporcionalidade 1 - Introdução 2 - O valor justiça 3 - A proibição da arbitrariedade 4 - A dignidade da pessoa humana 5 - Os direitos fundamentais 6 - O princípio do Estado de Direito 7 - Conclusões intermédias Secção V - Dimensões aplicativas do conceito moderno 1 - Introdução 2 - O mandato de proporcionalidade 3 - O controlo de proporcionalidade Capítulo III - Hermenêutica da proporcionalidade Secção I - Pressupostos de aplicação do controlo 1 - A relação entre meios e fins 1.1 - Os fins 1.2 - Os meios 2 - A validade de meios e fins Secção II - Enquadramento espácio-temporal Secção III - Elementos da aplicação do controlo 1 - Sujeitos 2 - Objecto 2.1 - Medidas legislativas 2.2. - Redidas regulamentares 2.3. - Medidas administrativas 2.4 - "Medidas judiciais" 3 - Conteúdo 3.1. Introdução 3.2. Análise individualizada dos crivos 3.2.1 - Adequação 3.2.2 - Necessidade 3.2.3 - Proporcionalidade em sentido estrito Secção IV - A intensidade na aplicação do controlo Secção V - Distinção com figuras afins 1 - Introdução 2 - Racionalidade 3 - Razoabilidade 4 - Eficácia e eficiência 5 - Igualdade Secção VI - Limites da aplicação do controlo 1 - Subjectivismo 2 - Utilização exagerada 3 - A violação da separação de poderes Secção VII - Novas funções da aplicação do controlo 1 - Introdução 2 - Função de legitimação 3 - Função de criação Capítulo IV - Heurística da proporcionalidade - Abordagem geral Secção I - Introdução Secção II - Breves notas conclusórias Parte III - Espaços Jurídicos de enquadramento Capítulo I - Notas introdutórias Capítulo II - O Controlo de proporcionalidade no espaço europeu Secção I - Introdução Secção II - A recepção e difusão do controlo na esfera europeia 1 - Introdução 2 - Primeiras referências jurisprudenciais. O controlo dos actos das instituições europeias 3 - Controlo de medidas estatais Secção III - Concretizações positivadas da proporcionalidade no texto dos tratados 1 - Cláusula geral 2 - Disposições específicas Secção IV - Algumas conclusões intermédias Capítulo III - A comunitas quaestio da compatibilidade das normas tributárias internas com as liberdades fundamentais Secção I - Preliminares: questões gerais de direito europeu 1 - Introdução 2 - O efeito directo 2.1 - No âmbito do direito primário 2.2 - No âmbito do direito secundário ou derivado 3 - O primado 4 - Os mecanismos de salvaguarda 4.1 - A acção por incumprimento 4.2 - O reenvio prejudicial 5 - Sanções pela violação do ordenamento comunitário 5.1 - Direito à reparação 5.2 - Autonomia processual nacional 5.3 - As concretas formas de reparação 5.4 - A questão da retroactividade Secção II - Fontes da fiscalidade directa comunitária 1 - Caracterização geral do espaço normativo 2 - Fontes de direito primário 3 - Fontes de direito secundário ou derivado 3.1 - Regulamentos 3.2 - Directivas 3.3 - Convenção de Arbitragem 3.4 - Acordos Internacionais 3.5 - "Soft Law" Secção III - Estrutura das questões de compatibilidade de normas tributárias internas com as liberdades fundamentais 1 - Introdução 2 - Problemas suscitados no âmbito europeu pelas normas tributárias internas 3 - As exigências europeias. Sequência Secção IV - Os momentos típicos do exame de compatibilidade das normas internas com o ordenamento europeu 1 - Primeiro momento: esfera de protecção 1.1 - Liberdade de circulação de trabalhadores 1.2 - Liberdade de estabelecimento 1.3 - Liberdade de prestação de serviços 1.4 - Liberdade de circulação de capitais e pagamentos 1.5 - O direito geral de circulação 2 - Segundo momento: a ingerência 2.1 - Introdução 2.2 - Delimitação positiva: Discriminação e restrição 2.2.1 - O operador "não discriminação" 2.2.2 - O operador "restrição" 2.2.3 - Algumas considerações intermédias sobre os operadores 2.3 - Delimitação negativa: disparidades 3 - Terceiro momento: justificações 3.1 - Introdução 3.2 - Justificações dentro do catálogo 3.3 - Justificações fora do catálogo 3.3.1 - Justificações tradicionalmente recusadas 3.3.2 - Justificações tradicionalmente aceites Secção V - Algumas conclusões intermédias Parte IV - O controlo de proporcionalidade na fiscalidade directa europeia: a proporcionalidade na questão da compatibilidade de normas tributárias internas com as liberdades fundamentais Capítulo I - Introdução Secção I - Ponto de ordem Secção II - Um ilustre (des)conhecido Secção III - Sequência Capítulo II - Análise dinâmica Secção I - Introdução Secção II - Fases de evolução do controlo 1 - Fase pré-conceptual 2 - Fase do acolhimento 3 - Fase da implementação 4 - Fase da generalização Secção III - Uma visão estatística sobre as diversas fases Capítulo III - Análise estática Secção I - Introdução Secção II - A fórmula de caracterização do controlo de proporcionalidade Secção III - As especialidades finalísticas da fiscalidade directa Secção IV - Análise crítica dos elementos internos do controlo 1 - Introdução 2 - Adequação 2.1 - A fórmula da adequação 2.2 - A inadequação. O juízo simples e o juízo de dupla adequação 3 - Necessidade 3.1 - Modelos de estruturação do crivo 3.2 - Configuração concreta da alternatividade 3.3 - Défices metodológicos 4 - Proporcionalidade em sentido estrito 4.1 - A questão do débil recurso ao crivo 4.2 - Exemplos concretos de recurso ao crivo Secção V - Algumas conclusões intermédias 1 - A fórmula Gebhard e os problemas que ela encerra 2 - Problemas suscitados pela aplicação dos crivos Capítulo V - Primeira tese: autonomia Secção I - Introdução: as várias dimensões da autonomia Secção II - Autonomia em relação ao controlo aplicado noutros dominios de direito europeu Secção III - Autonomia em relação aos diversos momentos do pensamento do tribunal nos casos em matéria de compatibilidade com as liberdades fundamentais Capítulo V - Segunda tese: a essencialidade Secção I - Notas prévias Secção II - Essencialidade do controlo Secção III - Entraves ao reconhecimento da essencialidade 1 - O carácter episódico do controlo 2 - O carácter complementar do controlo Secção III - Essencialidade e legitimidade Capítulo VI - Terceira tese: a decisividade Secção I - Introdução: uma primeira aproximação à decisividade Secção II - O controlo e efectiva decisão com base na proporcionalidade Secção III - A decisividade em situações complexas Secção IV - Decisividade e inadmissibilidade: uma correspondência não absoluta Secção V - A remição para o órgão jurisdicional remitente Capítulo VII - Quarta tese: a transversalidade Secção I - Exposição geral Secção II - O exame dos meios: o perfil das normas internas relevantes em matéria de compatibilidade com as liberdades fundamentais 1 - Introdução 2 - Áreas temáticas de aplicação do controlo 2.1 - Incidência 2.2 - Base fiscal (determinação da matéria tributável) 2.2.1 - Deduções 2.2.2 - Simplificação na determinação da matéria tributável 2.2.3 - Dedução de perdas intra-grupos 2.3 - Taxas e retenção na fonte 2.4 - Determinação do imposto a pagar 2.5 - Normas anti-abuso 2.6 - Normas procedimentais Secção III - O exame dos fins Secção IV - Algumas conclusões intermédias Capítulo VIII - Quinta tese: a estabilidade Secção I - Introdução Secção II - Modo de formação das regras de prevalência condicionada Secção III - Distinção conceptual Secção IV - Contextualização e esquematização das regras de prevalência condicionada Secção V - Regras substantivas 1 - Limitação aos "expedientes puramente artificiais" 2 - Proibição de cláusulas gerais e de proibição automáticas 3 - Proibição da discricionariedade administrativa 4 - Regra da impossibilidade 5 - Regra do patamar 6 - Regras acessórias às substantivas 6.1 - Necessidade de apreciaação casuística 6.2 - Necessidade de sindicância judicial 7 - Algumas conclusões intermédias sobre as regras substantivas 7.1 - Introdução 7.2 - Sobre o vínculo existente entre as regras e a proporcionalidade 7.3 - A alternatividade da filiação 7.4 - A opção pela proporcionalidade no campo da fiscalidade directa 7.5 - Opção pela proporcionalidade isso muda algo? 7.6 - A não coincidência entre regras internas e regras europeias Secção VI - Regras procedimentais 1 - Introdução 2 - O enquadramento normativo. Caracterização dos instrumentos de direito derivado em matéria procedimental 2.1 - Mecanismos bilaterais 2.2 - Mecanismos de direito europeu 2.2.1 - A Directiva 77/799/CEE 2.2.1.1 - Introdução 2.2.1.2 - Âmbito de aplicação 2.2.1.3 - Modalidades de troca de informação 2.2.1.4 - Casos de recusa de troca de informação 2.2.1.5 - Outros aspectos relevantes do regime 2.2.2 - Directiva 2008/55/CE 2.2.2.1 - Introdução e âmbito de aplicação 2.2.2.2 - Modalidades 2.2.2.3 - Recusa de assistência 2.2.2.4 - Outros aspectos relevantes do regime 2.3 - Algumas conclusões intermédias sobre o enquadramento normativo 3 - A regra da declaração 4 - Regra da liberdade de prova 4.1 - Noções gerais 4.2 - A liberdade de provas nas deduções 4.2.1 - Deduções na tributação de pessoas singulares 4.2.2 - Deduções na tributação de pessoas colectivas 4.3 - A liberdade de prova na atribuição ou reconhecimento de isenções 5 - Algumas considerações intermédias sobre as regras procedimentais 5.1 - Excessiva crença nas potencialidades associadas aos instrumentos europeus 5.2 - Recurso quase exclusivo aos instrumentos de direito euopeu 5.3 - Configuração restritiva das situações relativas a países terceiros 5.4 - Deficiente percepção das diferenças de regime ao nível da cobrança Secção VII - Conclusões intermédias sobre as regras de prevalência condicionada Capítulo IX - Sexta tese: centralidade. A proporcionalidade como um elemento central de toda a fiscalidade directa europeia Secção I - Introdução Secção II - Impacto sobre a actividade normativa europeia Secção III - Impacto sobre a actividade normativa dos estados-membros 1 - Ao nível da prática administrativa 2 - Ao nível jurisprudêncial 2.1 - No âmbito transnacional 2.2 - No âmbito interno 3 - Ao nível do processo de formação da vontade legislativa 3.1 - Impacto na regulação das situações transnacionais 3.2 - Impacto em matéria de regulação de situações internas Capítulo X - Mutação paradigmática Secção I - Introdução Secção II - Evolução do pensamento científico. A ideia de paradigma Secção III - A noção de paradigma no quadro da fiscalidade directa Secção IV - A igualdade como modelo paradigmático actual 1 - Introdução 2 - Igualdade e restrição 3 - Razões da emergência do paradigma da igualdade Secção V - A crise do paradigma. O avistamento da ponta do iceberg indicia... que há mais gelo por baixo 1 - Introdução 2 - Problematização 3 - Sinais de mudança do paradigma Secção VI - O paradigma da proporcionalidade? 1 - Introdução 2 - Evolução ou revolução: igualdade e proporcionalidade como-metodologias distintas 3 - O lugar da igualdade no paradigma da proporcionalidade Secção VII - A superioridade do paradigma da proporcionalidade Secção VIII - Manifesto pelo reconhecimento da mudança paradigmática ao nível da fiscalidade directa europeia Conclusões I - Introdução II - Caracterização geral da ideia de proporcionalidade III - Espaços jurídicos de enquadramento IV - O controlo de proporcionalidade em fiscalidade directa |