14F Monografia 2296 | |
Faculdade de Direito da Universidade do Porto; CIJE - Centro de Investigação Jurídico-Económica Estudos de direito fiscal.- Julho 2006.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª.- 403p 23cm Teses Seleccionadas do I Curso de Pós-Graduação em Direito Fiscal. Com a coordenação de Glória Teixeira ISBN 972-40-2868-2 (Broch.) : €18,00 Direito Fiscal - Responsabilidade dos Corpos Sociais e Responsáveis Técnicos - Análise do artigo 24.º da Lei Geral Tributária, por Joana Patrícia de Oliveira Santos I - Introdução 1.1. Breves considerações II - Breve nota sobre a evolução dos regimes legais de responsabilidade tributária dos gerentes ou administradores III - Explicação e determinação do âmbito do artigo 24.º - "Responsabilidade dos membros dos corpos sociais e responsáveis técnicos" IV - A responsabilização dos titulares dos órgãos das pessoas colectivas 1. Âmbito da responsabilidade 1.1. Âmbito material 1.2. Âmbito temporal 2. Regimes da responsabilidade 2.1. Responsabilidade pela falta de pagamento - exercício do cargo no fim do prazo de pagamento 2.2. Responsabilidade pela diminuição do património - exercício do cargo no período anterior ao final do prazo legal de pagamento 3. Apreciação deste regime legal 4. Natureza jurídica da responsabilidade tributária dos administradores ou gerentes V - Responsabilidade dos membros dos órgãos de fiscalização e dos Revisores Oficiais de Contas VI - Responsabilidade dos Técnicos Oficiais de Contas - A Evasão Fiscal e o Crime de Fraude Fiscal no Sistema Legal Português, por Francisco Vaz Antunes 1. Introdução 2. A ilicitude fiscal em geral 2.1. A evasão fiscal 2.2. A fraude fiscal 2.3. O planeamento fiscal 3. Medidas de reacção contra a evasão e a fraude fiscal 3.1. Medidas preventivas e de polícia fiscal 3.2. Alrgamento de conceitos jurídicos do direito comum, método indirectos e cláusulas antiabuso 3.3. Levantamento do sigilo bancário 3.4. Acesso à informação priviligiada de certas classes de profissionais 3.5. Troca e cruzamento de informações entre os vários sectores da administração tributária 3.6. Sedimentação das leis tributárias e celeridade na sua aplicação 4. A ilicitude fiscal de natureza criminal 5. O crime de fraude fiscal 5.1. Antecedentes históricos 5.2. Regime legal em vigor 5.2.1. Disposições gerais 5.2.2. Responsabilidade criminal das pessoas colectivas e singulares que actuem em seu nome 5.2.3. Responsabilidade civil dos administradores, gerentes e representantes pelas multas e coimas 5.2.4. Disposições comuns aplicáveis aos crimes tributários 3.2.5. O Processo Penal Tributário 5.2.6. O crime em especial 5.2.6.1. O crime praticado através de facturas falsas 6. Medidas legislativas previstas para combater a evasão e a fraude fiscal durante o ano de 2005 7. Conclusões - A Tributação do Factoring - Uma Abordagem Crítica numa Perspectiva Nacional e Internacional, por Duarte Abrunhosa e Sousa 1. Introdução 2. O contrato de factoring 2.1. Conceito 2.1.1. Perspectiva prática 2.1.2. Perspectiva jurisprudencial 2.1.3. Perspectiva doutrinária 2.1.4. Conclusões 2.2. O Contrato-Quadro 2.3. Cessão de créditos com recurso 2.3.1. O contrato de factoring com recurso e com antecipação 2.3.2. O contrato de factoring com recurso e sem antecipação 2.4. O contrato de factoring sem recurso 2.4.1. O contrato de factoring sem recurso e com antecipação 2.4.2. O contrato de factoring sem recurso e sem antecipação 2.5. A notificação 2.6. Enquadramento legal do contrato de factoring e das sociedades de factoring 2.6.1. Quanto ao contrato de factoring 2.6.2. Quanto às sociedades de factoring 2.7. O Factoring Internacional 2.8. O Contrato de factoring e outros contratos finaceiros 2.8.1. O contrato de factoring e a Locaação Financeira (Leasing) 2.8.2. O contrato de factoring e o Contrato de Swap 2.8.3. O contrato de factoring e o Contrato de Franchising 2.8.4. O contrato de factoring e o Contrato de Agência 2.8.5. O contrato de factoring e o Forfaiting 2.8.6. O contrato de factoring e o Seguro de Crédito 2.8.7. O contrato de factoring e o desconto cambiário 2.8.8. Conclusões 3. A tributação do factoring 3.1. A tributação do contrato de factoring em sede de Imposto de Selo 3.1.1. O Imposto de Selo 3.1.2. A Tributação do Contrato de Factoring 3.1.3. Conclusões 3.2. A relevância das contribuições para a segurança social no contrato de factoring 3.2.1. O Decreto-Lei 411/91, de 17 de Outubro 3.2.2. O Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 3 de Dezembro de 2002 3.2.3. Conclusões 3.3. A tributação das sociedades de factoring 3.3.1. A sociedade de factoring enquanto contribuinte 3.3.2. A sociedade de factoring enquanto extensão da administração fiscal 3.3.3. Conclusões 4. A tributação do factoring em sede de IVA e implicações no Acórdão MKG 4.1. A sexta Directiva 77/388/CEE 4.2. O Acórdão MGK 4.2.1. Enquadramento Jurídico 4.2.2. Factos 4.2.3. Questões Prejudiciais 4.2.4. Decisão 4.3. O reenvio prejudicial e a ordem jurídica portuguesa 4.4. O caso espanhol e a alteração da Ley 62/2003 4.5. O caso português 4.6. Conclusões 5. A tributação do contrato fora da União Europeia 6. Conclusão - Reforma da Tributação do Património - O Novo Regime de Avaliações da Propriedade Urbana, por Luís Rodrigues Antunes 1. Introdução 2. Antecedentes da Reforma da Tributação do Património 2.1. O regime das avaliações prediais urbanas do CCPIIA de 1963 2.2. O Código da Contribuição Autárquica de 1989 2.2.1. Argumentos a favor e objecções à criação da CA 2.2.2. Considerações várias sobre o regime da Contribuição Autárquica 2.2.3. Relatório da Comissão para o Desenvolvimento da Reforma Fiscal 2.2.4. Necessidade de mudança 2.2.4.1. Relatório GAPTEC 2.2.4.2. Nota sobre a última versão do anteprojecto de Código das Avaliações de 1991 2.2.4.3. Artigo da Associação Portuguesa de Avaliações de Engenharia - Reflexões sobre um novo Código de Avaliações 2.2.5. Relatório sobre a Reforma Fiscal para o século XXI 2.2.6. Imposto único sobre o Património 2.2.7. Relatório e Projecto da ECORFI 3. A Reforma da Tributação do Património 3.1. Linhas gerais 3.2. O novo regime legal de avaliações da propriedade urbana 3.2.1. A fórmula de determinação do valor patrimonial tributário 3.2.1.1. A determinação do valor base dos prédios edificados (Vc) 3.2.1.2. A determinação da área bruta de construção (do edifício ou da fracção) mais a área excedente à área da implantação (A) 3.2.1.3. O coeficiente de afectação (Ca) 3.2.1.4. O coeficiente de localização (Cl) 3.2.1.5. O coeficiente de qualidade e conforto (Cq) 3.2.1.5.1. O coeficiente majorativo aplicável às moradias unifamiliares 3.2.1.6. O coeficiente de vestuvez (Cv) 3.2.3. A determinação do valor patrimonial tributário dos terrenos para construção 3.2.4. A determinação do valor patrimonial tributário dos prédios da espécie "Outros" 3.2.6. Relevância do Valor Patrimonial Tributário noutros impostos (IRC/IRS, IMT e IS 3.3. O Zonamento 3.3.1. A fundamentação dos valores atribuidos no zonamento: memória descritiva 3.4. A questão do zonamento 4. Conclusão |