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Neves, João César Da validade científica do conceito de equilíbrio de pobreza.- Abril 1990.- Gráfica Maiadouro.- 238p 21cm. - (Direcção-Geral das Contribuições e Impostos / Centro de Estudos Fiscais) ISBN 34532/90 (Broch.) : Oferta Economia Parte I - Delimitação conceptual da noção de equilíbrio de pobreza Capítulo 1 - O conceito de "equilíbrio de pobreza" 1.1. Nurkse e o mecanismo classico fundamental 1.2. Myrdal e a generalização dos círculos 1.3. Galbraith e a introdução da estabilidade 1.4. O modelo geral de Nelson-Leibenstein 1.5. Conclusão: a versão forte do conceito Capítulo 2 - O "equilíbrio de pobreza" na teoria económica 2.1. A teoria económica do desenvolvimento 2.2. O "equilíbrio de pobreza" no peródo clássico 2.3. O "equilíbrio de pobreza" e teoria moderna Capítulo 3 - As crítucas e os ataques ao conceito 3.1. A indefinição do conceito 3.2. Vectores de explicação alternativos 3.3. Os mal-entendidos e os erros metodológicos Parte II - Teste empírico à validade do conceito Capítulo 1 - As críticas empíricas ao conceito Capítulo 2 - Formulação testável do "equilíbrio de pobreza" 2.1. Opções gerais sobre a estrutura da análise 2.2. A escolha da forma matemática 2.3. Base de dados e tipo de testes Capítulo 3 - A estimação do modelo 3.1. A amostra completa e o padrão geral de crescimento 3.2. Os países pobres e o "equilibrio de pobreza" 3.3. O "equilibrio de pobreza" e os Factores de crescimento Parte III - Teste analítico à validade do conceito Capítulo 1 - Os modelos neoclassicos de crescimento e "equilibrio de pobreza" 1.1. Os modelos positivos 1.2. O modelo normativo 1.3. A inclusão de variáveis exógenas de política Capítulo 2 - Os modelos de crescimento endógeno e o "equilibrio de pobreza" 2.1. Breve resumo do modelo de crescimento de Lucas 2.2. Teste no modelo puro de capital humano 2.3. Algumas generalizações simples Capítulo 3 - Um modelo de difisão social das inovações 3.1. O modelo base de jogo diferencial 3.2. O modelo de jogo estático 3.3. O modelo com custo simples de expansão 3.4. O modelo com custo composto de expansão Considerações finais e conclusões |