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Lopes, José António Mouraz A tutela da imparcialidade endoprocessual no processo penal português.- Fevereiro 2005.- Coimbra Editora.- 201p 23cm. - (Boletim da Faculdade de Direito) STVDIA IVRIDICA 83 ISBN 972-32-1299-4 (Broch.) : Oferta Direito Penal CAPÍTULO I - O PARADIGMA JURISDICIONAL DO ACTUAL PROCESSO PENAL 1. Da crise do sistema processual à mudança de paradigma 2. A estrutura do paradigma 2.1. A recusa do juiz como titular da fase investigação 2.2. A jurisdicionalização dos actos que tutelam direitos fundamentais 2.3. A diferenciação entre o juiz da instrução e o juiz de julgamento 2.4. A valoração jurisdicional e contraditória das provas em julgamento CAPÍTULO II - OS PRINCÍPIOS CONFORMADORES DA JURISDIÇÃO NO PROCESSO PENAL 1. Generalidades 2. O princípio do acusatório 2.1. Inquisitório versus acusatório 2.2. O imperativo constitucional e a sua interpretação 3. O princípio da independência dos tribunais 3.1. Entre o dogma e o quadro normativo 3.2. Densificar a independência 3.3. Dos limites da independência 4. O princípio do juiz natural 4.1. Entre a história, a definição e a finalidade 4.2. A extensibilidade do princípio no processo 5. O princípio da imparcialidade do juiz 5.1. Imparcialidade e justiça 5.2. Breve incursão histórica sobre o princípio da imparcialidade 5.3. Entre a elastecidade do conceito e os seus limites 5.3.1. A jurisdição do TEHD 5.3.2. Imparcialidade objectiva e subjectiva 5.3.3. «O núcleo duro» da imparcialidade no processo penal 5.4. Formas processuais legítimas de concretização do princípio da imparcialidade 5.4.1. Da garantia da imparcialidade 5.4.2. Incompatibilidades e impedimentos 5.4.3. Recusa e escusa CAPÍTULO III - A TUTELA DA IMPARCIALIDADE ENDOPROCESSUAL NO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL 1. Impedimento do juiz por participação em processo 1.1. O artigo 40.º do Código de Processo Penal 1.2. A «reconstrução» da norma e o papel da jurisprudência 1.3. A revisão do Código de Processo Penal de 1998 1.4. O artigo 43.º, n.º 2, do Código de Processo Penal 2. Critérios de identificação do prejudicium no regime normativo vigente 2.1. Critério do «objecto do processo» 2.2. Critério da «intensidade, relevância e frequência» da intervenção do juiz 3. Perplexidades do regime actual 3.1. O interrogatório judicial do arguido 3.2. As medidas de coacção 3.2.1. A prisão preventiva 3.3. Autorização para intercepção, gravação ou registo de conversações e comunicações 3.4. Buscas e apreensões 3.4.1. Buscas domiciliárias 3.4.2. Busca e apreensão em escritório de advogado ou consultório médico 3.4.3. Busca e apreensão em estabelecimento bancário 3.5. Apreensão de correspondência 3.6. Declarações para memória futura 3.7. Arquivamento do processo em caso de dispensa de pena 3.8. Suspensão provisória do processo CAPÍTULO IV - CONTRIBUTO PARA UMA REVISÃO DA TUTELA DA IMPARCIALIDADE ENDOPROCESSUAL NO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL 1. Critérios alternativos de identificação do prejudicium 1.1. A incompatibilidade absoluta das funções de juiz de instrução e juiz de julgamento 1.2. A valoração do conteúdo da consistência da hipotese de acusação 2. Dos «sítios» da contaminação à «carta de impedimentos» 2.1. A «carta de impedimentos» 3. A imparcialidade do juiz como essência do direito a um processo justo CONSIDERAÇÕES FINAIS |