14D Monografia 2255 | |
Rocha, Joaquim Freitas Lições de procedimento e processo tributário.- 3.ª Edição, Outubro 2009.- Coimbra Editora.- 433p 24cm ISBN 978-972-32-1755-1 (Broch.) : Oferta Direito Fiscal Introdução 1. Direito tributário substantivo e Direito tributário adjectivo 1.1. Termos da distinça 1.2. Uma noção adequada de tributo 1.3. Importância da denominação: Direito tributário e jurisdição tributária 1.4. O conteúdo do Direito Tributário adjectivo. Sequência 2. A actividade administrativa tributária 2.1. Noção de Administração tributária e enquadramento da sua actividade 2.2. Noção e classificação dos actos da Administração tributária a) Actos singulares (individuais) e actos gerais b) Actos unilaterais e actos consensuais c) Actos impositivos e actos não impositivos d) Actos definidos e actos não definidos e) Actos de primeiro grau e actos de segundo grau f) Actos expressos e actos tácitos g) Actos vinculados e actos inválidos. Actos eficazes e actos ineficazes 2.3. Os actos tributários em particular (noção ampla e noção restrita). Importância da autonomização 3. A jurisdição tributária 3.1. As finalidades e o enquadramento da jurisdição tributária 3.2. Dimensões constitucionais da jurisdição tributária a) O princípio da constitucionalidade b) O princípio da independência dos tribunais c) O princípio da reserva da função jurisdicional em matéria tributária d) O princípio da protecção jurídica e) O princípio da reserva legal das garantias dos contribuintes 4. A privatização da actividade tributária. A des-administrativização e a intervenção dos privados 5. As garantias dos contribuintes (primeira abordagem) 5.1. Garantias administrativas 5.1.1. Garantias administrativas não impugnatórias a) Direito à informação b) Direito de participação 5.1.2. Garantias administrativas impugnatórias a) Direito de reclamação b) Direito de recurso (administrativo) 5.2. Garantias jurisdicionais a) Direito de acção judicial b) Direito de oposição c) Direito de recurso (jurisdicional) 6. Caracteristicas essenciais do Direito Tributário adjectivo 7. O sistema português de Direito Tributário adjectivo 7.1. Evolução e antecedentes próximos 7.2. Fontes normativas 7.2.1. Espécies de fontes 7.2.2. Sistema de fontes e cinculação amnstitucional 7.2.3. Interpretação a) Relevância do princípio da verdade material b) Intervenção e dupla dimensão dos Direitos fundamentais 7.2.4. Integração 7.2.5. Aplicação 7.2.5.1. Aplicação no tempo 7.2.5.2. Aplicação no espaço PARTE I - O Procedimento Tributário 1. A noção de procedimento 1.1. A necessidade de uma visão multidisciplinar 1.2. O procedimento enquanto realidade jurídica 1.3. Posição adoptada 1.4. Procedimento e processo 2. As fases do procedimento, em geral 2.1. Fase da iniciativa 2.2. Fase instrutória 2.3. Fase decisória a) Decisão expressa - deferimento ou indeferimento expressos b) Decição tácita - deferimento ou indeferimento tácitos 2.4. Fase integrativa de eficácia 3. Princípios aplicáveis ao procedimento tributário 3.1. O princípio da legalidade da actuação administrativa 3.2. O princípio da verdade material a) Enunciação b) Sub.princípios da cooperação c) Desvios 3.3. O princípio da vinculação de forma 3.4. O princípio da celaridade 3.5. O princípio da proibição do excesso 3.6. O princípio da disponibilidade e do inquisitório a) Princípio da disponibilidade b) Princípio do inquisitório 3.7. O princípio da participação e do contraditório 3.8. O princípio da confidêncialidade 3.9. O princípio da imparcialidade - o dever de investigação da Administração tributária 3.10. O princípio da obrigatoriedade de pronúncia e de decisão 3.11. O princípio da obrigatoriedade de fundamentação da decisão 3.12. O princípio da publicidade dos actos a) Publicidade mediante publicação b) Publicidade mediante notificação - o regime das notificações em matéria tributária alfa) Noção e tipos de notificação beta) O regime das notificações sm matéria tributária 3.13. O princípio do duplo grau de decisão 4. Os actores do procedimento 4.1. Pressupostos procedimentais 4.2. Legitimidade no procedimento - a legitimidade em geral 4.3. As entidades com legitimidade procedimental tributária 4.3.1. A Administração tributária 4.3.1.1. Noção de "Administração tributária" e enquadramento da sua actividade 4.3.1.2. A fixação da competência da Administração tributária. A competência tributária 4.3.1.3. Os factores atributivos de competência tributária a) A competência tributária em razão da matéria b) A competência tributária em razão do território c) A competência tributária em razão da hierarquia d) A competência em razão do valor 4.3.1.4. Os conflitos de competência 4.3.1.5. A incompetência 4.3.2. Os sujeitos passivos 4.3.3. Outras entidades com legitimidade procedimental: as partes nos contratos fiscais e outras pessoas que provem interesse legalmente protegido 5. Os procedimentos tributários em especial § único: sequência 5.1. Procedimentos de natureza informativa 5.1.1. Procedimentos cujo destinatário da informação é o contribuinte 5.1.1.1. Procedimento de orientações genéricas 5.1.1.2. Procedimento de informações vinculativas 5.1.2. Procedimentos cujo destinatário da informação é a Administração tributária 5.1.2.1. Procedimento de inspecção tributária a) Enquadramento do procedimento de inspecção tributária b) Espécies de inspecção tributária c) Os actores do procedimento de inspecção tributária alfa) A Administração tributária beta) Os sujeitos passivos d) Conteúdo do procedimento de inspecção alfa) dimensão material dos actos inspectivos beta) dimensão espacial dos actos inspectivos gama) dimensão temporal dos actos inspectivos e) As consequências do procedimento de inspecção tributária 5.1.2.2. Procedimento de acesso a informações bancárias a) Enquadramento do sigilo bancário b) Derrogações ao sigilo bancário 5.2. Procedimentos de avaliação 5.2.1. Procedimento de avaliação prévia 5.2.2. Procedimento de avaliação directa 5.2.3. Procedimento de avaliação indirecta a) Pressupostos da determinação da matéria tributável por métodos indirectos alfa) Situações não patológicas - a aplicação do regime simplificado de tributação beta) Situações patológicas 1) Impossibilidade de comprovação e quantificação directa e exacta dos elementos indispensáveis à correcta determinação da matéria tributável de qualquer imposto 2) A matéria tributável do sujeito passivo se afastar, sem razão justificada, da que resultaria da aplicação de determinados indicadores objectivos da actividade de base técnico-científica 3) Os rendimentos dclarados em sede de IRS se afastarem significativamente para menos, sem razão justificada, de determinados padrões de rendimento 4) Os sujeitos passivos apresentarem, sem razão justificada, resultados tributáveis nulos ou prejuízos fiscais durante vários exercícios consecutivos 5) Existência de uma divergência não justificada de, pelo menos, um terço entre os rendimentos declarados e o acréscimo de património ou o consumo evidenciados pelo sujeito passivo no mesmo período de tributação b) Controlo da aplicação dos métodos indirectos 5.3. Procedimento de reconhecimento de benefícios fiscais a) Pressupostos do reconhecimento de um benefício fiscal b) Consequências do reconhecimento de um benefício fiscal 5.4. Procedimento de ilisão de presunções 5.5. Procedimento de liquidação 5.6. Procedimento de cobrança 5.7. Procedimentos impugnatórios (de segundo grau) 5.7.1. Procedimento de revisão da matéria tributável fixada por métodos indirectos a) Pressupostos do pedido de revisão b) Tramitação e consequências jurídicas 5.7.2. Procedimento de revisão dos actos tributários 5.7.3. Procedimento de reclamação graciosa a) Enquadramento jurídico b) Fundamentos da reclamaçãao alfa) Fundamentos relativos a questões de facto beta) Fundamentos relativos a questões de Direito c) Tempestividade d) Tramitação do procedimento e) Impugnação da decisão f) As reclamações graciosas necessárias alfa) Reclamação em caso de autoliquidação beta) Reclamação em caso de retenção na fonte gama) Reclamação em caso de pagamento por conta 5.7.4. Procedimento de recurso hierárquico 5.7.5. O procedimento de correcção dos erros da administração tributária 5.8. Procedimentos cautelares PARTE II - O Processo Tributário 1. Enquadramento do processo tributário 1.1. O processo tributário como um contencioso pleno - as quatro exigências constitucionais a) A exigência de meios de reconhecimento de direitos ou interesses b) A exigência de meios de impugnação de actos lesivos c) A exigência de meios de determinação da prática de actos legalmente devidos d) A exigência de meios cautelares adequados 1.2. O processo tributário como um contencioso de legalidade 2. O processo tributário como um contencioso de legalidade 2. Princípios estruturantes do processo tributário 2.1. Enquadramento 2.2. Princípio da plenitude dos meios processuias 2.3. Princípio da justiça (verdade material) 2.4. Princípio da colaboração 2.5. Princípio da celeridade 2.6. Princípio do inquisitório 2.7. Princípio do contraditório 2.8. Princípio da aquisição processual 2.9. Princípio do duplo grau de jurisdição 3. Os actores do processo tributário 3.1. Actor e parte no processo 3.2. Legitimidade para intervir no processo 3.2.1. A legitimidade em geral 3.2.2. As entidades com legitimidade processual tributária 3.2.2.1. Os sujeitos passivos 3.2.2.2. A Administração tributária - o representante da Fazenda Pública 3.2.2.3. O Ministério Público 3.3. O Tribunal 3.3.1. Jurisdição tributária e competência dos tribunais tributários. Termos da distinção a) Jurisdição b) Competência 3.3.2. A competência dos tribunais tributários 3.3.2.1. Competência em razão da matéria 3.3.2.2. Competência em razão do território 3.3.2.3. Competência em razão da hierarquia 3.3.2.4. Competência em razão do valor 3.3.3. A incompetência dos tribunais tributários 3.3.3.1. Incompetência absoluta 3.3.3.2. Incompetência relativa 4. O formalismo processual 4.1. As fases do processo, em geral 4.2. As nulidades processuais 5. Os meios processuais (contencioso tributário) 5.1. Introdução 5.1.1. Âmbito do contencioso tributário. Sequência 5.1.2. A escolha do meio processual adequado e o dever de correcção do processo (convolação) 5.2. Processo de impugnação judicial 5.2.1. Âmbito e natureza do processo 5.2.2. Relações com a reclamação graciosa 5.2.3. Os fundamentos do processo 5.2.4. Tempestividade 5.2.5. A tramitação 5.2.5.1. Iniciativa: a petição inicial 5.2.5.2. Defesa: a contestação 5.2.5.3. Decisão pré-instrutória ou preliminar 5.2.5.4. A instrução 5.2.5.5. Alegações 5.2.5.6. Vista ao Ministério Público 5.2.5.7. Sentença 5.2.6. Os efeitos da decisão (execução do julgado) 5.2.7. Os incidentes 5.3. O recurso contencioso dos actos administrativos em matéria tributária que não envolvam a apreciação da legalidade do acto de liquidação 5.4. A Acção para reconhecimento de um direito ou interesse em matéria tributária 5.5. O processo de execução fiscal 5.5.1. Enquadramento e natureza 5.5.2. Pressupostos 5.5.2.1. Pressupostos materiais - O objecto do processo de execução fiscal 5.5.2.2. Pressupostos formais - o título executivo 5.5.3. Competência para proceder à execução fiscal. A dupla natureza dos actos de execução 5.5.4. Legitimidade para intervir no processo de execução fiscal 5.5.4.1. Legitimidade para intervir como exequente 5.5.4.1.1. Legitimidade para intervir como executado 5.5.4.1.1.1. Mediante processo de execução instaurado contra sí próprio 5.5.4.1.1.2. Mediante reversão do rocesso de execução a) Reversão em caso de responsabilidade tributária b) Reversão em outras situações c) Reacção ao despacho que ordenar a reversão 5.5.5. Tramitação do processo de execução fiscal 5.5.5.1. Instauração da execução 5.5.5.2. Citação do executado 5.5.5.2.1. Funções da citação 5.5.5.2.2. Exigências legais da citação a) Exigências formais b) Exigências substanciais 5.5.5.3. A reacção do executado 5.5.5.3.1. Dedução de oposição a) Pressupostos genéricos - prestação de garantia e direito a indemnização b) Requisitos da oposição alfa) Requisitos materiais beta) Requisitos formais gama) Requisitos temporais c) Tramitação do processo de oposição 5.5.5.3.2. Requerimento da dação em pagamento 5.5.5.3.3. Solicitação do pagamento em prestações 5.5.5.4. Penhora 5.5.5.5. Convocação de credores a) Credores com garantia real b) Cônjuge do executado 5.5.5.6. Venda de bens penhorados 5.5.6. Vicissitudes do processo de execução fiscal: incidentes e suspensão da execução 5.5.7. Extinção da execução 5.5.8. Causas de nulidade processual 5.5.9. Reclamações das decisões do órgão da execução fiscal 5.6. Contencioso cautelar (jurisdiçional) 5.6.1. Providências a favor da Administração tributária a) O arresto b) O arrolamento 5.6.2. Providências a favor do contribuinte. Em particular, o pedido de suspensão de eficácia de actos 5.7. Impugnação de providências cautelares adoptadas pela Administração tributária 5.8. Intimação para um comportamento 5.9.. Processos respeitantes à derrogação sigilo bancário 5.9.1. Enquadramento 5.9.2. Pedido de acesso a informações bancárias 5.9.3. Recurso da decisão administrativa de acesso a informações bancárias 5.10. Recurso da decisão de avaliação da matéria colectável com base em manifestações de fortuna 5.11. Reclamações das decisões do órgão da execução fiscal (remissão) 5.12. Meios processuais regulados pelo disposto nas normas sobre o processo nos tribunais administrativos 6. Os recursos das decisões dos tribunais tributários (recursos jurisdicionais) 6.1. Enquadramento 6.2. Decisões recorríveis 6.3. Legitimidade para recorrer 6.4. A instância de recurso 6.5. Termos em que o recurso deve ser interposto PARTE III - Resolução Alternativa de Litígios em Matéria Tributária § único: sequência 1. Desjurisdicionalização, matéria tributária e princípios constitucionais a) Princípio da reserva da função jurisdicional b) Princípio da indisponibilidade do crédito tributário c) Superação dos paradigmas clássicos 2. Quadro tipológico dos meios alternativos de resolução da litigiosidade tributária 2.1. Meios preventivos 2.2. Meios sucessivos / alternativos 2.2.1. No decorrer de um procedimento tributário 2.2.2. Após a conclusão do procedimento tributário 3. O problema do âmbito material das decisões alternativas PARTE IV - Prazos (A Relevância do Tempo na Prática de Actos no Procedimento e Processo Tributário) § único: sequência 1. A exigência de limitação temporal das situações jurídicas 1.1. Princípio da preclusão e exercício de direitos em geral 1.2. Princípio da preclusão e exercício de direitos em Direito tributário 1.3. Prazos em procedimento e processo tributário 1.3.1. Tipos de prazos (prazos substantivos e prazos adjectivos) 1.3.2. O modo de contagem dos prazos a) Prazos substantivos b) Prazos adjectivos 1.4. Em particular, a prescrição e a caducidade em Direito tributário (aproximação) 2. Prescrição 2.1. Objecto da prescrição e relevância do facto tributário 2.2. Regime normativo 2.2.1. Contagem do prazo 2.2.2. Vicissitudes do prazo prescricional a) Interrupção da prescrição alfa) Alcance do efeito interruptivo beta) Âmbito subjectivo da interrupção gama) Âmbito objectivo da interrupção b) Suspensão da prescrição 2.2.3. Modificação dos prazos prescricionais 2.2.4. Conhecimento administrativo e jurisdicional da prescrição a) Conhecimento administrativo b) Conhecimento jurisdicional 3. Caducidade 3.1. Enquadramento: a multiplicidade de prazos de caducidade 3.2. Em particular, a caducidade do direito à liquidação 3.2.1. A relevância do acto liquidatório e o prazo geral de caducidade 3.2.2. Regime normativo 3.2.2.1. Contagem do prazo 3.2.2.2. Vicissitudes do prazo de caducidade 3.2.2.3. Modificação dos prazos de caducidade 3.2.2.4. Conhecimento administrativo e jurisdicional da caducidade a) Conhecimento administrativo b) Conhecimento jurisdicional |