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Martins, António Carvalho A política de ambiente da comunidade económica europeia.- 1990.- Grafidois - Fotocomposição e Artes Gráficas, Ldª / Coimbra Editora, Ldª.- 269p 23cm Obra rubricada pelo Autor ISBN 972-32-0423-1 (Broch.) : €8,38 Direito do Ambiente I - Esquisso Figurativo da Problemática 1. Introdução: Esquisso Figurativo da Problemática 2. O meio ambiente 3. A perspectiva jurídica 4. A crise do ambiente: Estratégias para a enfrentar 4.1. Três hipóteses sobre a crise e o seu impacto sobre o ambiente 4.2. As consequências a médio prazo da quebra de actividade económica 4.2.1. Uma forte redução de certos riscos 4.2.2. Os problemas «clássicos» do ambiente 4.2.3. Margens de manobra necessárias para debelar os problemas de ambiente 4.2.4. Crise e ambiente: vulnerabilidade crescente e capacidade de acção 5. tendência por domínio: os riscos a médio e a longo prazo 5.1. As ameaças ligadas à poluição 5.2. Os riscos para o património natural 5.3. Riscos ligados a uma super-exploração dos recursos 5.4. Riscos resultantes de um «vazio de gestão» 5.5. Riscos ligados a uma especialização funcional do espaço 6. O agravamento das «desigualdades» ecológicas 6.1. Zonas geográficas ameaçadas 6.2. A maior exposição de certos grupos sociais 6.3. Problemas globais 6.4. Os siscos sobre a biosfera 6.5. As chuvas acidas 6.6. Fenómenos cumulativos ou o problema dos stocs 6.7. Riscos ligados às novas tecnologias 6.8. A evolução da procura social do ambiente 6.9. Temas emergentes, temas imersos 6.10. Oito temas «emergentes» 6.10.1. A reestruturação do tecido urbano dos subúrbios 6.10.2. Luta contra o ruído, melhoramento do conforto da habitação 6.10.3. Redução de barulhos e riscos nos locais de trabalho 6.10.4. Prevenção dos riscos naturais e tecnológicos mais graves 6.10.5. Gestão dos riscos químicos e tóxicos (e das interferências nocivas ambiente- saúde). A qualidade dos produtos 6.10.6. Luta contra as chuvas ácidas (e outras formas de poluições transfronteiras) 6.10.7. A valorização dos recursos locais 6.10.8. Gestão da imbricação ambiente/turismo/lazer/tempos livres 6.11. Sete problemas «imersos» 6.11.1. A degradação do ambiente no terceiro mundo 6.11.2. Extensão de terrenos incultos (industriais ou urbanos) 6.11.3. Destruição do espaço rural e as poluições agrícilas 6.11.4. Extensão dos ruídos ligados ao desenvolvimento da mobilidade 6.11.5. As oposições ao desenvolvimento da luta contra os desperdícios 6.11.6. Os efeitos secundários e a vulnerabilidade dos sistemas de protecção de ambiente 6.11.7. Protecção de recursos raros - não antecipação de irreversibilidades II - O ambiente e o sistema de mercado 7. O ambiente e o sistema de mercado 8. Economia ambiental 9. O princípio do «poluidor-pagador» 10. A gestão do ambiente 11. Luta contra a poluição da atmosfera 12. As águas europeias 12.1. Objectivos de qualidade oara as águas europeias 12.2. Controlo dos detritos no meio aquático da comunidade 13. Luta contra a poluição do mar 14. Luta contra a poluição acústica 15. Política de conservação do património natural da europa 16. Uma política do ambiente à escala Europeia 16.1. A luta contra as poluições e as perturbações do ambiente 16.2. A protecção e a gestão do espaço, do meio e dos recursos naturais 17. As finanças da Europa e a política do ambiente numa perspectiva de internacionalização das finanças públicas III - O Direito Internacional do Ambiente 18. A regulamentação internacional (Prolegómena) 18.1. Problemas da protecção internacional do ambiente 18.2. A poluição transfronteira 18.3. A protecção do «Património Comum da Humanidade» 18.4. Harmonização das regras nacionais 18.5 Protecção do ambiente e desenvolvimento 18.6. Soluções propostas pelo direito internacional: técnicas e princípios 18.7. O accionar da responsabilidade do poluidor 18.8. O nexo de causalidade entre o acto incriminado e o dano 18.9. A identificação do autor da poluição 18.10. A responsabilidade 18.11. O cálculo do dano 18.12. Elementos jurídicos 18.13. A lei aplicácavel 19. O direito administrativo numa perspectiva localista e o direito internacional do ambiente. O caso francês 19.1. Os factos 19.2. O título internacional de competência do direito interno, o excesso de poder e o interesse em agir das pessoas públicas estrangeiras 19.3. Recurso de uma colectividade infra-estatal 19.4. Recurso de um Estado 19.5. O alcance extraterritorial do direito publico do ambiente e o interesse em agir das vítimas estrangeiras de poluição transfronteira perante o juiz administrativo françês 19.6. Uma solução de expectativa 19.7. A aplicação do Direito Internacional costumeiro pelos Tribunais Administrativos franceses 19.8. O efeito oblíquo do costume 20. Conclusão 20.1. A função dos «princípios» 20.2. A importância da programação 20.3. Processos invocados para modificar os tratados 20.4. Importância das medidas de aplicação 20.5. Controlo sobre a aplicação do Tratado 20.6. Importância dos mecanismos permanentes de cooperação 20.7. Conjunto de organizações internacionais na elaboração da regulamentação internacional 20.8 Princípios em vias de formação |