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Moncada, Luís S. Cabral Direito económico.- 4ª Edição, Dezembro 2003.- Coimbra Editora.- 596p 23cm Edição revista e actualizada ISBN 972-32-1206-4 (Broch.) : Oferta Direito Económico Capítulo I - Noção de Direito Económico 1 - O direito económico identificado com todo o direito da economia 2 - O direito económico abrangendo apenas alguns aspectos específicos do direito da economia I - Posição de Savatier II - Posição de Champaud III - Posição de Farjat IV - Posição de Savy V - Posição de Jacquemin e Schrans 3 - A intervenção do Estado na vida económica como aspecto marcante do direito económico 4 - A intervenção dos poderes públicos e a sua problemática jurídica I - O modelo jurídico do Estado liberal a) A separação absoluta entre o direito público e o direito privado b) O predomínio da autonomia da vontade privada na esfera económica Alfa) O modelo contratualista da vida jurídica II - A concepção liberal do Estado III - O modelo jurídico do Estado Social a) O esbatimento da distinção entre o direito público e o direito privado b) A funcionalidade crescente da autonomia privada à vontade dos poderes públicos c) O papel activo da norma jurídica na conformação da vida económica e social IV - O novo entendimento do Estado-de-Direito V - A economia de mercado e a intervenção dos poderes públicos VI - A escala de valores próprios da intervenção dos poderes públicos 5 - Tipologia da intervenção I - Intervenções globais, sectoriais e pontuais ou avulsas II - Intervenções imediatas e mediatas III - Intervenções unilaterais e bilaterais IV - Intervenções directas e indirectas V - Do Estado intervencionista à «regulação» Capítulo II - Características específicas do direito público da economia 1 - A especificidade do direito público da economia (d.p.e.) I - As exigências peculiares da actividade económica enquanto objecto de regulamentação do d.p.e. a) As caracteristicas da actividade económica pública II - Os novos processos de intervenção na economia. A Administração Pública, a concertação económica, o contrato económico e o novo conteúdo da lei a) A Administração Pública b) A concertação económica alfa) O peso dos interesses organizados c) O contrato económico d) O novo conteúdo da lei alfa) A generalidade e abstracção da norma e a constituição da Sociedade Civil III - A alteração da dimensão territorial da soberania: a internacionalização IV - Direito público económico e «globalização» 2 - Caracteristicas específicas do d.p.e. no tocante ao seu conteúdo I - Carácter recente do d.p.e. II - Diversidade III - Maleabilidade IV - Mobilidade ou mutabilidade do d.p.e. V - Heterogeneidade do d.p.e. VI - Permeabilidade aos valores políticos e interpretação a) Os novos modelos normativos; a directiva VII - A criação do d.p.e. pelos tribunais e pela Administração VIII - As sanções aplicáveis IX - O método no direito público económico X - O carácter fragmentário do direito público económico 3 - Caracteristicas específicas do d.p.e. no aspecto subjectivo I - Introdução II - A questão da repartição de competências entre o legislativo e o executivo III - A organização económica do Estado no caso português a) Órgãos de natureza consultiva b) Órgãos de execução e intervenção c) Órgãos de estudo e fornecimento de dados d) Os Organismos de Coordenação Económica e) Entidades reguladoras independentes f) Nota final Capítulo III - Autonomia do direito público da economia 1 - Autonomia como ramo de Direito I - Referências ao controlo da legalidade das intervenções económicas: aspectos gerais 2 - Autonomia como disciplina científica Capítulo IV - Fontes do Direito Público da Economia Fontes constitucionais. A Constituição Económica. Os princípios fundamentais da organização económica 1 - Ideias gerais 2 - A Constituição Económica estatutária e a Constituição Económica programática 3 - Desenvolvimento e concretização no direito constitucional português 4 - A CE portuguesa e o Estado Social de Direito 5 - Os princípios fundamentais da CE portuguesa I - Ponto de ordem II - A regra da maioria III - Os direitos subjectivos fundamentais. O direito de livre iniciativa privada e cooperativa. A noção de economia mista a) Os vários limites, explícitos, implícitos e genéricos ao direito de livre iniciativa privada IV - Os restantes direitos, liberdades e garantias a) O direito de propriedade privada Alfa) A função social da propriedade privada Beta) A função social e a dimensão subjectiva da propriedade privada, critérios do legislador Gama) Uma tutela diferenciada da propriedade privada Delta) Conclusões: a distinção entre a tutela constitucional clássica do direito de propriedade e a sua nova tutela Epsilon) Constituição, propriedade, expropriação e indemnização b) A reserva de lei e o tratamento dos direitos, liberdades e garantias V - Os direitos e deveres económicos, sociais e culturais a) Os direitos económicos e a igualdade material VI - A transição para o socialismo; o significado do desaparecimento deste princípio a) O tipo de socialismo adoptado b) O conteúdo da democracia económica, social e cultural e a noção constitucional de Estado-de Direito c) A democracia participativa VII - O princípio do desenvolvimento VIII - Do princípio da irreversibilidade das nacionalizações ao princípio da reprivatização a) O fenómeno geral da privatização b) As causas da privatização IX - O princípio da reserva do sector empresarial do Estado a) A controvérsia gerada pelo artigo 9.º da Lei n.º 46/77 b) As propostas governamentais de alteração da Lei n.º 46/77 c) Apreciação doutrinária (de jure condendo) da questão d) O regime jurídico da gestão privada; o passado e) A situação actual X - O princípio da legalidade XI - O princípio da livre iniciativa pública a) A CE portuguesa e a economia de mercado b) As entidades públicas sujeitos do direito de iniciativa económica Alfa) O Estado moderno e o direito privado Alfa1 - A escolha do direito privado Beta) As Autarquias Locais e o direito privado Beta1 - Introdução explicativa Beta2 - O princípio da especialidade e suas consequências Beta3 - a) O princípio da especialidade e as atribuições autárquicas Beta3 - b) O princípio da especialidade e a competência autárquica Beta3 - c) Alguns problemas de interpretação Beta4 - O princípio da descentralização e suas consequências Beta4 - a) A perspectiva constitucional da descentralização Beta4 - b) Excepções à capacidade de direito privado das Autarquias Locais Beta5 - A perspectiva constitucional da autonomia autárquica XII - O princípio da planificação da actividade económica XIII - O princípio da subordinação do poder económico ao poder político democrático XIV - O princípio da coexistência dos sectores de propriedade dos meios de produção a) O problema. Os antecedentes b) A identificação dos sectores Alfa) O sector público Beta) O sector privado Gama) O sector cooperativo c) A propriedade social d) A coexistência de três sectores na actualidade XV - O princípio da propriedade pública de meios de produção XVI - O princípio da concorrência XVII - Os princípios gerais de origem comunitária XVIII - Outros princípios gerais da CE 6 - Razão de ordem 7 - Síntese 8 - A Constituição Económica comunitária e a ordem jurídica portuguesa Capítulo V - A intervenção directa 1 - Introdução 2 - Intervenção directa. Tipologia 3 - A empresa pública I - Introdução II - Noção de empresa pública III - Regime jurídico da empresa pública (E.P.) a) Personalidade jurídica b) Autonomia administrativa c) Autonomia financeira d) Autonomia patrimonial e) Criação e extinção da empresa pública f) Os órgãos da empresa pública g) A intervenção do Governo Alfa) O sistema do controlo h) A gestão económica da empresa pública Alfa) O princípio da economicidade Beta) O princípio da eficiência Gama) O princípio de planeamento i) Os instrumentos de gestão da empresa pública j) A liberdade de gestão da empresa pública l) O capital da empresa pública m) O financiamento das empresas públicas n) O direito aplicável às empresas públicas Alfa) Que direito privado? Beta) O regime da responsabilidade civil das empresas públicas o) Referência à problemática das indemnizações Alfa) O problema apreciado em geral Beta) O problema face ao direito português p) A questão da irreversibilidade das nacionalizações. Ponto prévio q) O caso especial das empresas públicas do sector da comunicação social Alfa) A alienabilidade das empresas públicas jornalísticas Beta) Conclusões IV - A situação actual V - As empresas públicas autárquicas e regionais 4 - A banca. Introdução I - As especialidades das empresas bancárias; o controlo do Estado a) A originalidade do sistema bancário português Alfa) A presença do sector público Beta) Sua diversidade Gama) O mercado monetário e financeiro, a regulamentação e a desregulamentação b) O Banco de Portugal c) A banca comercial d) Os bancos especiais e) As Instituições de crédito e as Sociedades Financeiras Alfa) Os limites das participações financeiras nas Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras f) outras instituições não-monetárias g) O regime legal de condicionamento da actividade bancária, parabancária e financeira h) Que tipo de condicionamento da entidade bancária e financeira? II - As diversas operações bancárias. Tipologia a) As operações activas Alfa) O desconto Beta) O reporte Gama) A antecipação sobre títulos e mercadorias Delta) A abertura de crédito b) As operações passivas Alfa) Os depósitos Beta) A colocação de títulos e a sua tomada firme III - A especialização bancária IV - A intervenção estatal na banca a) A intervenção quantitativa ou sobre a gestão bancária b) A intervenção aualitativa c) O controlo «prudencial» 5 - Participações sociais do sector público I - A origem da carteira de participações do sector público a) O accionariato do Estado Alfa) As sociedades de capitais públicos e as de economia mista II - A noção de participação do sector público III - O modelo de gestão das participações do sector público a) Os «holdings» do sector público e o controlo estadual b) A indemnização por troca com participações do sector público c) A alteração da forma e das atribuições do I.P.E., S.A. 6 - Sociedades intervencionadas I - A natureza jurídica das empresas intervencionadas a) Empresas em autogestão b) Empresas em situação económica difícil II - A natureza jurídica dos administradores por parte do Estado e delegados do Governo III - A natureza jurídica das empresas em autogestão e em situação económica difícil 7 - A colectivização. Noção e tipologia I - A nacionalização II - A expropriação III - A estatização IV - A socialização V - Outras medidas 8 - A nacionalização face ao direito comparado e ao direito português I - A problemática das nacionalizações II - Nacionalizações e estatização no direito português das empresas públicas 9 - As novas formas de intervenção do Estado; da intervenção directa à indirecta ou «regulação» 10 - A «deintervenção» do Estado; a «desregulamentação» Capítulo VI - A intervenção indirecta 1 - Criação de infraestruturas I - O regime do ordenamento do território a) Os planos de urbanização b) O loteamento c) As licenças de construção d) O regime da política dos solos Alfa) A expropriação por utilidade pública Beta) O critério de indemnização Gama) O direito de preferência Delta) A posse administrativa e) As medidas preventivas de protecção de áreas especias f) O ordenamento do território, as novas formas de expropriação da propriedade privada dos solos e o direito de propriedade 2 - Polícia económica I - O acesso à actividade industrial II - O regime de preços III - A disciplina do mercado interno e o papel dos Organismos de Coordenação Económica (O.C.E.) a) O corporativismo e a intervenção do mercado b) Situação actual IV - O investimento estrangeiro; o regime anterior à adesão à União Europeia a) Regime geral b) Regime contratual Alfa) O regime jurídico dos contratos c) Garantias dadas ao investidor estrangeiro d) Transferência de tecnologia e) O investimento estrangeiro; tendências recentes f) Balanço geral e síntese V - O regime actual do investimento estrangeiro a) O regime geral b) O regime contratual VI - A defesa da concorrência a) Introdução Alfa) A empresa, o seu poder de mercado e a modificação da noção de concorrência Beta) O significado da defesa da concorrência Gama) Estado e concorrência b) A defesa da concorrência no caso português c) Os sistemas de defesa da concorrência d) A defesa da concorrência face ao direito comunitário europeu e) Os pressupostos da aplicação das regras comunitárias da concorrência Alfa) Os pressupostos comuns de aplicação das regras de defesa da concorrência f) A prova dos acordos, decisões de associação e práticas concertadas g) A tipologia das infracções previstas pelo artigo 81.º Alfa) O critério do dano virtual h) As excepções à proibição do artigo 81.º Alfa) As isenções individuais e por categorias Beta) Isenções individuais e certificada negativa i) As relações entre as empresas que não estão sujeitas à aplicação do artigo 81.º j) Os abusos da posição dominante Alfa) Os pressupostos específicos de aplicação do artigo 82.º l) O controlo das concentrações m) A aplicação das regras da concorrência às empresas públicas Alfa) O caso particular das empresas encarregadas da gestão de um serviço de interesse económico geral ou que tenham a natureza de um monopólio fiscal Beta) As directivas da Comissão relativamente às empresas públicas Gama) O direito comunitário e o serviço público Delta) A concorrência nos serviços públicos de rede Epsilon) O direito da concorrência e as novas formas de legalidade da actividade administrativa económica Zeta) Síntese: o direito comunitário e a alteração dos regimes de direito administrativo dos Estados-Membros n) O regime dos subsídios concedidos pelos Estados-Membros da União Europeia Alfa) A regra geral da proibição Beta) Os subsídios compatíveis com a União Gama) Os subsídios que podem ser considerados compatíveis com a União Delta) Os poderes da Comissão o) Os subsídios e a política económica dos Estados-Membros Alfa) A selectividade do subsídio Beta) Os subsídios e as medidas de efeito equivalente p) Conclusão q) O processo comunitário no âmbito da concorrência Alfa) A queixa e seus efeitos. A organização do processo. O recurso para o Tribunal de Justiça Beta) A notificação e seus efeitos Gama) As fases processuais r) O direito português da concorrência s) O direito comunitário da concorrência e a sua aplicabilidade directa Alfa) O conflito entre o direito comunitário e o direito português da concorrência t) A defesa da concorrência no direito português; considerações gerais Alfa) As práticas colectivas Beta) O abuso da posição dominante Gama) O controlo das concentrações Delta) Os subsídios estatais u) Os aspectos processuais VII - Os avisos e recomendações da Administração; a actividade informal 3 - O femento económico I - Meios princípais de fomento económico a) Benefícios fiscais b) O aval do Estado c) Garantia de emissão de obrigações d) Desenvolvimento do mercado de títulos e) Empréstimos f) Subsídios Alfa) A relação jurídica estabelecida com o beneficiário Beta) A competência da Administração Gama) A legalidade do subsídio Delta) As entidades competentes para a atribuição dos subsídios g) Outros benefícios 4 - O fomento económico perante a ordem jurídica portuguesa I - A protecção às pequenas e médias empresas a) A luta ideológica em torno da protecção às P.M.Es. b) O regime jurídico do apoio às P.M.Es. As duas questões principais Alfa) O critério da P.M.E. Beta) O apoio às P.M.Es. II - As pequenas e médias empresas comerciais III - Os benefícios especiais no direito português a) O fomento da exportação b) A actividade seguradora pública e o fomento económico Alfa) O seguro de créditos c) O desenvolvimento do mercado de títulos Alfa) Os títulos de participação; veículo de privatização? d) O papel das Sociedades Financeiras Alfa) Os fundos de Investimento Mobiliários Beta) As Sociedades Corretoras e congéneres Gama) Os Fundos de Pensão Delta) Outras modalidades Epsilon) As Sociedades de Capital de Risco IV - Os contratos económicos a) A questão da natureza contratual dos novos processos de intervenção na economia Alfa) As convenções de colaboração e os contratos económicos. O acto misto Beta) O critério do contrato administrativo Gama) O problema nos antigos países comunistas. A natureza do contrato económico V - O contrato económico na ordem jurídica portuguêsa a) Os sujeitos b) O objecto c) O regime jurídico dos contratos económicos d) Tribunal competente e) O equilíbrio financeiro do contrato f) A qualificação dos contratos económicos VI - A concentração das competências em matéria de fomento VII - O fomento comunitário Capítulo VII - O planeamento económico 1 - Introdução 2 - Definição I - As modalidades do planeamento económico 3 - A dignidade constitucional do plano 4 - O conteúdo do plano I - A natureza jurídica do plano económico II - A caracterização do plano 5 - O alcance jurídico do plano I - O planeamento activo e o planeamento passivo 6 - A elaboração e a execução do planeamento I - O planeamento democrático e a democratização do planeamento. A noção II - A democraticidade ao nível da preparação e da elaboração do planeamento a) Papel do parlamento. Perspectivas «de jure condendo» b) Os órgãos de concertação e o seu papel c) A questão da descentralização. A participação III - A democraticidade ao nível da execução do planeamento a) De novo a questão da descentralização IV - O planeamento regional a) A elaboração b) A execução 7 - A desvalorização do planeamento como instrumento directo da actividade económica 8 - A supletividade do planeamento |