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Sanches, Saldanha Manual de direito fiscal.- 1998.- Lex.- 330p 25cm ISBN 972-9495-72-6 (Encad.) : Oferta Direito Fiscal § 1 - Imposto, direito fiscal, ordenamento jurídico tributário 1.2 - Sistema constitucional e clarrificação dos impostos 1.2.1 - As taxas 1.2.2 - O princípio do benefício ou da equivalência 1.3 - As Contribuições Especiais 1.3.1 - Contribuição Autárquica 1.3.2 - As contribuições de melhoria 1.3.3. - A parafiscalidade 1.3.4. As receitas do sistema de segurança social § 2 - Os fundamentos constitucionais da tributação 2.1 - O princípio da legalidade em matéria fiscal 2.1.2 - O princípio da legalidade e criação de isenções fiscais. A Transparência da decisão parlamentar 2.2 - Reserva de lei e competências concorrentes em matéria fiscal 2.2.1 - A competência fiscal das regiões 2.2.2 - A competência tributária dos municípios 2.2.3 - Princípio de reserva de lei e deveres de cooperação: A função das orientações administrativas 2.3 - Princípios constitucionais materiais na formulação da lei fiscal 2.3.1 - A estrutura constitucional do sistema português 2.3.2 - Os limites da decisão constitucional 2.4 - A função do orçamento como instumento de garantia 2.4.1 - As consequências jurídicas da concessão de autorizações 2.5 - A segurança jurídica como imperativo do Estado de Direito 2.5.1 - Mudança da lei fiscal e expectativas dos contribuintes 2.5.2 - Normas fiscais e agentes económicos 2.5.3 - A reforma como mudança global 2.5.4 - Mudanças conjunturais e mudanças estruturais 2.5.5 - Reforma fiscal e poderes do Estado 2.6 - A retroactividade formal da lei fiscal 2.6.1 - Retroactividade e tutela da confiança 2.6.2 - A proibição constitucional da retroactividade 2.6.3 - A retroactividade das decisões administrativas 2.6.4 - A situação noutros ramos do direito 2.6.5 -As consequências na área fiscal 2.7 - O poder tributário 2.7.1 - As diversas formas do poder tributário 2.7.2 - As fontes pactícias da lei fiscal 2.7.3 - O direito fiscal internacional 2.7.4 - O direito fiscal europeu § 3 - Interpretação e aplicação das normas fiscais 3.1 - A interpretação e aplicação das normas fiscais 3.2 - A necessidade da interpretação da norma jurídica 3.3 - Regras especiais de interpretação para a norma fiscal ou regras gerais? 3.4 - As formas actuais da previsão normativa e as suas consequências na interpretação das normas 3.5 - O princípio da determinabilidade da lei fiscal 3.6 - A interpretação económica das normas fiscais 3.7 - As consequências da perspectiva económica 3.8 - A interpretação telelógica das normas fiscais 3.9 - Abuso de direito e prevalência da substância sobre a forma 3.10 - Liberdade de conformação e decisão sobre a consequência jurídica 3.11 - A regulamentação do abuso de direito no ordenamento tributário português 3.11.1 - Os problemas da cláusula-geral anti-abuso 3.11.2 - As cláusulas anti-abuso específicas 3.12 - A interpretação conforme a Constituição 3.12.1 - Os valores constitucionais e a aplicação da lei fiscal 3.13 - Processos de massa, recurso a tipos e segurança jurídica 3.13.1 - Os mecanismos de aplicação reiterada da lei fiscal § 4 - A relação jurídica tributária 4.1 - As consequências metodológicas da adopção de "relação jurídico tributária" 4.1.2 - A relação jurídica fiscal e relação obrigacional fiscal 4.1.3 - Deveres de cooperação e relação jurídica tributária 4.2 - O sujeito oassivo da relação jurídico-tributária 4.2.1 - Os vários tipos de sujeito passivo 4.2.2 - Sujeito passivo de relações formais e de relações materiais 4.3 - O vencimento das obrigações tributárias 4.3.1 - O desdobramento dos deveres de prestar 4.4 - A extinção das obrigações tributárias 4.4.1 - O cumprimento voluntário da obrigação tributária 4.4.2 - O cumprimento coactivo da dívida fiscal 4.5 - Caducidade e prescrição das obrigações tributárias: juros de mora e juros compensatórios 4.5.1 - Prescrição e juros de mora 4.5.2 - Caducidade e juros compensatórios 4.5.3 - A caducidade do poder de tributar 4.5.4 - Pressupostos de aplicação dos juros compensatórios 4.6 - Os juros indemnizatórios 4.7 - Substituição e responsabilidade tributárias 4.7.1 - Substituição e relação jurídica 4.7.2 - A responsabilidade do substituto 4.8 - As retenções na fonte 4.8.1 - Os princípais tipos de retenção na fonte 4.8.2 - Os reembolsos fiscais 4.9 - A responsabilidade tributária 4.9.1 - Os fundamentos da responsabilidade subsidiária 4.9.2 - A desconsideração da personalidade colectiva $ 5 - Os princípios da distribuição justa dos encargos tributários 5.1 - O princípio da igualdade tributária 5.1.1 - A capacidade contributiva para os deveres de cooperação 5.2 - O princípio da capacidade contributiva e a tributação do rendimento 5.3 - A progressividade do imposto 5.4 - O conceito de rendimento como expressão de justiça na tributação 5.4.1 - Rendimento pessoal e direitos sociais 5.4.2 - O conceito de rendimento fonte 5.4.3 - O conceito de rendimento acréscimo-patrimonial 5.5 - As consequências das obrigações legislativas sobre a construção jurídica da base fiscal 5.5.1 - A questão política da tributação das mais-valias 5.5.2 - As mais-valias no sistema fiscal-português 5.5.3 - Da mais-valia ao acréscimo patrimonial 5.5.4 - As variações patrimoniais no IRC 5.5.5 - O tratamento das mais-valias especulativas 5.6 - Princípio da generalidade e o problema da legitimidade das isenções fiscais 5.6.1 - O processo de criação de benefícios 5.6.2 - Isenções e coerência do sistema fiscal: o alargamento da base fiscal 5.6.3 - Os principais tipos de isenção 5.7 - O conceito de isenção 5.7.1 - As formas de concessão tributária: objectivas e subjectivas, deduções ao rendimento ou à colecta 5.7.2 - O processo de concessão de uma isenção tributária 5.7.3 - A isenção como despesa fiscal 5.8 - A legitimação das normas com um fim simplificador § 6 - A tributação do rendimento das pessoas singulares 6.1 - O código do IRS e os seus antecessores 6.1.1 - A reforma como um movimento de codificação fiscal 6.2 - O imposto pessoal de rendimento 6.2.1 - A concepção cedular do IRS 6.2.2 - A concepção sintética do rendimento 6.2.3 - As categorias de rendimento no sistema português 6.2.4 - O caso dos rendimentos ilicítos 6.3 - A tributação dos rendimentos do trabalho 6.3.1 - O conceito de trabalho independente 6.3.2 - Colaboradores e actividade empresarial 6.3.3 - O princípio do rendimento líquido e as suas consequências na tributação das pessoas singulares 6.3.4 - Esfera pessoal e esfera empresarial: os problemas de delimitação 6.3.5 - A solução da lei portuguêsa: os problemas da praticabilidade 6.3.6 - As despesas dedutíveis: trabalhadores independentes e dependentes 6.3.7 - O regime de dedução dos trabalhadores dependentes 6.3.8 - Síntese dos vários regimes de dedução 6.3.9 - O rendimento líquido e as retenções na fonte 6.4 - A tributação de pessoas singulares e tributação de sociedades de pessoas 6.4.1 - O regime de transferência fiscal 6.4.2 - A transparência fiscal das sociedades como "isenção" de IRC 6.4.3 - As sociedades de simples administração de bens 6.4.4 - O caso das sociedades de profissionais 6.5 - A tributação de rendimentos de capitais em IRS: as taxas liberatórias 6.5.1 - Taxa liberatória e tributação das mais-valias 6.6 - O grau de personalização do imposto de rendimento 6.6.1 - A regulamentação dos abatimentos § 7 - A tributação das pessoas colectivas 7.1 - O IRC e a tributação das empresas segundo o lucro real 7.2 - Sujeito passivo e objectivo 7.3 - A tributação de entes de facto: o caso das sociedades irregulares 7.3.1 - Lucro tributável e rendimento tributável 7.3.2 - As sociedades não-residentes 7.3.3 - O conceito de estabelecimento estável 7.3.4 - Estabelecimento estável e política tributária internacional 7.4 - Os deveres de cooperação das pessoas colectivas 7.4.1 - A obrigação de ter contabilidade 7.4.2 - Deveres contabilisticos e balanço 7.4.3 - Os problemas da quantificação do lucro tributável 7.4.4 - Da liberdade de forma à normalização contabilistica 7.5 - Liberdade de conformação ou predeterminação normativa 7.5.1 - O regime das amortizações 7.5.2 - Os problemas fiscais das amortizações 7.5.3 - Os regimes especias de amortização 7.5.4 - O regime das provisões 7.5.5 - Caracterização do sistema 7.6 - Utilização e limites do princípio da razoabilidade nas relações entre a decisão privada e o controlo administrativo 7.6.1 - Custo: cooperação e prova 7.6.2 - A concretização do conceito de razoabilidade 7.6.3 - A remissão expressa para o princípio da razoabilidade 7.6.4 - O regime actual das despesas de representação 7.6.5 - Ónus da prova e deveres de cooperação § 8 - A tributação do consumo 8.1 - O imposto de transacções na tributação do consumo 8.1.2 - O conceito de valor acrescentado 8.1.3 - O IVA e a construção europeia 8.2 - Sujeito passivo no sistema do IVA 8.3 - O sistema de gestão do IVA e as suas consequências jurídicas 8.3.1 - Simplicidade, praticabilidade e legitimidade do imposto sobre o valor acrescentado 8.4 - Os sistemas de isenção de IVA 8.5 - A situação actual do IVA 8.6 - Os impostos especias de consumo § 9 - A tutela administrativa e judicial dos interesses legítimos do contribuinte 9.1 - As comissões de revisão e a quantificação do imposto 9.2 - Composição e competência das comissões de revisão 9.2.1 - Os pressupostos do recurso a métodos indiciários 9.2.2 - Comissão e escrutínio judicial 9.2.3 - A intensidade da indagnação da comissão e do escrutínio judicial 9.2.4 - O Perito independente 9.3 - O princípio solve et repete no processo fiscal 9.3.1 - A fundamentação como condição da notificação 9.3.2 - A reclamação graciosa 9.3.3 - Os fundamentos da reclamação e da impugnação 9.4 - A tutela do sujeito passivo no caso das execuções fiscais 9.4.1 - Oposição e legalidade da dívida fiscal 9.4.2 - A cláusula geral de intervenção do Juiz do art.º 355 |