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Cortez, Margarida Responsabilidade civil da administração por actos administrativos ilegais e concurso de omissão culposa do lesado.- Dezembro 2000.- Coimbra Editora, Ldª.- 308p 24cm. - (Boletim da Faculdade de Direito) STVDIA IVRIDICA 52 ISBN 972-32-0983-7 (Broch.) : €15,71 Direito Administrativo Nota prévia I. Exposição de motivos II. Razão de ordem Parte I - Antecedentes, fundamento, natureza e título da responsabilidade civil da administração 1. Antecedentes do actual regime da responsabilidade civil da Administração em Portugal: breve apontamento 1.1. A responsabilidade da Administração no ordenamento jurídico-constitucional anterior à Constituição de 1976 1.2. Do Código Civil de 1867 ao Código Civil de 1966 1.3. O D.L. n.º 48051, de 21 de Novembro de 1967 2. O fundamento constitucional da responsabilidade civil da Administração Pública 2.1. A responsabilidade do Estado e demais entidades públicas: o art. 22.º da C.R.P. 2.2. A responsabilidade dos funcionários e agentes: o art.271.º da C.R.P. 2.3. A inconstitucionalidade do D.L. n.º 48051? 2.3.1. O Acórdo do S.T.J. de 6 de Maio de 1986 2.3.2. Posição adoptada 3. Fundamento e natureza da responsabilidade civil da Administração 4. A função da responsabilidade civil da Administração 5. Título da responsabilidade civil do Estado e demais entes públicos 5.1. O debate doutrinal em torno do problema 5.2. A responsabilidade directa dos ntes públicos Parte II - A) Os pressupostos da responsabilidade 1. A Ilicitude 1.1. Ilicitude da conduta ou ilicitude do resultado? 1.2. O significado da lesão antijurídica 1.3. A relação entre ilegalidade e ilicitude 1.3.1. Ilegalidade como condição suficiente? 1.3.2. A ilegalidade "qualificada" como fonte da ilicitude 1.4. A questão da influência do "caso decidido" no apuramento da ilicitude 1.4.1. Inopugnabilidade e estabilidade formal do acto administrativo 1.4.2. Inopugnabilidade e autoridade material do acto administrativo 1.4.3. A possibilidade de um controlo incidental da legalidade de um acto administrativo com vista ao apuramento da ilicitude 1.5. A "aceitação do acto" como causa de exclusão da ilicitude 2. A Culpa 2.1. Considerações gerais 2.2. Sintomas de objectivação da culpa 2.2.1. Concepção objectiva da culpa 2.2.2. A "culpa do serviço" 2.2.3. A presunção de culpa 2.3. A culpa na responsabilidade civil da Administração 2.3.1. Ilegalidade e culpa: o problema 2.3.2. Apreciação da culpa: juízo sobre a acusação discricionária da Administração? 2.3.3. A confusão entre culpa e vontade 2.3.4. A ilegalidade como "base da presunção" de culpa 3. O Dano (remissão) 4. O nexo de causalidade (remissão) B) A obrigatoriedade de indemnizar 1. A obrigação de indemnizar: considerações gerais 2. O nexo de causalidade: a relação entre ilegalidade e dano 3. A lesão de uma posição jurídica substantiva e o dano indemnizável 4. A "certeza do dano" 5. O dano como "diferença" 6. A anulação do acto ilegal como elemento da determinação do dano 7. O problema da relevância negativa da causa virtual 8. O caso particular da relevância negativa do comportamento alternativo lícito 9. Concurso de facto do lesado: o ónus de evitar os danos Parte III - O problema da autonomia das acções sobre responsabilidade 1. A dificuldade na interpretação do art. 7.º do D-L. n.º 48051 1.1. A primeira parte do art. 7.º 1.2. A segunda parte do artigo 7.º 1.2.1. A pretensa eficácia reparadora do recurso de anulação: os efeitos da sentença 1.2.2. Os efeitos da sentença de anulação (continuação) 1.2.3. A subsidiariedade das acções sobre responsabilidade 2. A interpretação da jurisprudência administrativa 2.1. "Excepção peremptória de caso decidido"? 2.2. "Carácter residual" da acção sobre responsabilidade? 2.3. O problema da diligência processual do lesado 3. O problema no direito comparado 3.1. No direito alemão 3.1.1. A combinação do art. 34.º da GG com o § 839 do BGB 3.1.2. A cláusula de subsidiariedade (§ 839, al. 1, do BGB) 3.1.3. O concurso de culpa do lesado na causação do dano (§ 839, al. 3, BGB) 3.1.4. A codificação da responsabilidade do Estado. A Lei alemã de 26 de Junho de 1981 3.1.5. O fracaso da "nova" disciplina da responsabilidade 3.2. No direito francês 3.2.1. A posição tradicional 3.2.2. A influência da Lei de 31 de Dezembro de 1987 na Reforma do contencioso administrativo francês 3.3. No direito espanhol 3.3.1. A relação entre ilegalidade e responsabilidade 3.3.2. A acção de responsabilidade antes da L.R.J.A.P. 3.3.3. A acção de responsabilidade após a L.R.J.A.P. 3.4. No direito italiano 3.4.1. As consequências do critério de repartição da competência jurisdicional 3.4.2. A execução desentença de anulação como tutela alternativa ou o ressarcimento como modalidade de execução da sentença? 3.4.3. O instituto da desaplicação: conteúdo e alcance 3.4.4. Apreciação crítica 3.5. A originalidade do direito português 4. Posição adoptada 4.1. A autonomia das acções sobre responsabilidade 4.2. O ónus de evitar a produção ou o agravamento dos danos 4.2.1. O papel decisivo da suspensão da eficácia 4.3. Concurso de conduta omissiva culposa do lesado 5. Síntese conclusiva |