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Gouveia, Jorge Bacelar O estado de excepção no direito constitucional - vol. I.- Julho de 1998.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Lda / Almedina.- p.1-778 23cm. - (Colecção Teses) Entre a eficiência e a normatividade das estruturas de defesa extraordinária da Constituição. (Este livro é constituido por dois volumes) ISBN 972-40-1241-7 (2Vols.) (Broch.) : €73,32 Direito Constitucional Introdução 1. O dilema do estado de excepção no Direito Constitucional 2. Do pluralismo de perspectivas científicas à centralidade da visão jurídico-constitucional 3. A sistematização: opções fundamentais PARTE I - Conspecto histórico-comparatístico Capítulo I - O percurso histórico geral §1º A época pré-constitucional 4. A Antiguidade Clássica - as primeiras experiências; a ditadura romana em especial 5. A Idade Média - os comissários papais e régios e a respectiva função territorial 6. A Idade Moderna - da obnubilação normativa ao florescimento político-doutrinário; a singularidade dos primeiros instrumentos británicos de excepção §2º A legalização extra-constitutionem 7. A exclusão do estado de excepção da Constituição 8. A lei marcial 9. O estado de sítio 10. A assunção de plenos poderes §3º A constitucionalização 11. A Constituição como quadro do estado de excepção 12. A suspensão da liberdade individual 13. A ditadura presidencial constitucional §4º A internacionalização 14. A relevância jusinternacional do estado de excepção 15. As circunstâncias justificantes das medidas derrogatórias 16. Os efeitos das providências de derrogação 17. O controlo do exercício do poder derrogatório Capítulo II - O itinerário da evolução portuguesa §5º A observação das Constituições Portuguesas 18. A "dispensa das formalidades relativas à prisão dos delinquentes" da Constituição de 1822 19. A "dispensa das formalidades que garantem a liberdade individual" da Carta Constitucional de 1826 20. A "suspensão das garantias individuais" da Constituição de 1838 21. O estado de sítio "alargado" da Constituição de 1911 22. O estado de sítio "restrito" da Constituição de 1933 e a "restrição de direitos por actos subversivos" da revisão de 1971 §6º Sinopse histórico-evolutiva 23. As constantes e as variáveis - os períodos de evolução 24. Estado de excepção e principais instituições jurídico-políticas Capítulo III - Os principais institutos estrangeiros §7º O Direito Constitucional Italiano 25. O estado de guerra "explícito" 26. O estado de assédio "implícito" §8º O Direito Constitucional Alemão 27. Recepção tardia e traços gerais da "Constituição do estado de necessidade" 28. O estado de necessidade exterior 29. O estado de necessidade interior §9º O Direito Constitucional Francês 30. O estado de sítio, militar e político 31. Os poderes presidenciais de excepção 32. O estado de urgência §10º Outros Direitos Constitucionais Estrangeiros 33. Os novos "estados excepcionais" em Espanha 34. Os "estados de defesa e de sítio" no Brasil §11º Síntese comparatística 35. Semelhanças e diferênças PARTE II - Análise dogmático-positiva Capítulo IV - As fontes normativas §12º As fontes constitucionais 36. O cerne regulativo da primitiva versão da Constituição 37. A democratização parlamentar e o reforço garantístico da revisão constitucional de 1982 38. O aperfeiçoamento técnico-jurídico da revisão constitucional de 1989 39. A despiciência das revisões constitucionais de 1992 e de 1997; o quadro geral das fontes vigentes 40. A irrevisibilidade das fontes constitucionais de excepção §13º As fontes internacionais 41. Os regimes de derrogação dos direitos do homem internamente aplicáveis 42. O alcance da eficácia interna das fontes internacionais §14º As fontes legais 43. O fragmentarismo dos preceitos da Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas 44. O núcleo regulativo central da Lei do Regime do Estado de Sítio e do Estado de Emergência 45. A sectorização material extravagante de outros diplomas legislativos: responsabilidade penal, regime da actividade audio-visual, limite circunstancial aos referendos nacional e local, regimento parlamentar §15º Pluralidade e hierarquia das fontes normativas 46. A pluralidade das categorias de fontes admissíveis 47. A hierarquia das fontes existentes Capítulo V - As coordenadas fundamentais §16º A delimitação interna 48. O critério constitucional do binómio gravidade dos pressupostos-extensão da suspensão de direitos 49. O critério legal da militarização das autoridades de excepção 50. O "estado de sítio" e o "estado de emergência" - monismo gradativo e dualidade de natureza §17º A delimitação externa 51. A declaração de guerra 52. A suspensão legislativa de direitos económicos, sociais e culturais 53. Os casos de catástrofe e calamidade pública 54. A demissão presidencial do Governo e dos órgãos de governo regional §18º O modelo português de excepção 55. Os elementos caracterizadores - históricos, comparatísticos e originais 56. A projecção internacional do modelo português de excepção |