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Varela, João Matos Antunes Das obrigações em geral - vol. I.- 10 Edição, Setembro 2004.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina.- 962p 23cm. - (2ª Reimpressão da Edição de 2000) Edição revista e aumentada ISBN 9724013898 (Broch.) : €45,00 Direito Civil Capítulo I - Introdução Secção I - Direito das obrigações 1. Objecto e plano da disciplina 2. Importância prática das obrigações 3. Estabilidade no tempo e uniformidade no espaço do direito das obrigações 4. Interesse doutrinário da teoria geral das obrigações 5. Elaboração do Código Europeu dos contratos 6. Novos princípios da lei civil (Código de 1966 e legislação posterior) consagrados no domínio das obrigações 7. Inserção sistemática das obrigações nos quadros do direito civil. Crítica da classificação germânica e sua breve refutação 8. As obrigações e as reservas opostas à figura da relação jurídica 9. Plano da sistematização do Código Civil, quando ao direito das obrigações 10. Indicações bibliográficas Secção II - Conceito, estrutura e função da obrigação Subsecção I - Conceito de obrigação 11. Acepções do termo obrigação. Conceitos afins 12. Obrigação em sentido técnico. Confronto com as noções próximas 13. Relações obrigacionais simples e complexas 14. As obrigações não autónomas Subsecção II - Estrutura da obrigação Divisão I - Análise da relação creditória 15. Elementos constitutivos da obrigação: I) Os sujeitos 16. A persistência da obrigação, não obstante a alteração dos sujeitos 17. B) Objecto: a prestação debitória. Objecto imediato e objecto mediato 18. Principais modalidades da prestação I) Prestação de facto e prestação de coisa. Variantes da prestação de facto 19. II) Prestação de coisa. Prestação de coisa futura 20. III) Prestações instantâneas e prestações duradouras 21. IV) Prestações fungíveis e não fungíveis. Sanção pecuniária compulsória 22. A questão da patrimonialidade da prestação 23. Resposta ao problema no plano do direito constituído 24. C) O Vínculo (jurídico) como núcleo central da relação 25. Análise do vínculo: I) O direito à prestação 26. II) O dever de prestar 27. Deveres principais ou típicos e deveres secundários de prestação 28. Deveres acessórios de conduta e o dever geral de agir de boa fé 29. Relação entre o direito à prestação e o dever de prestar 30. III) A garantia. O património do devedor como garantia comum dos credores Divisão II - Natureza jurídica da obrigação 31. Sequência 32. A) A obrigação como poder do credor sobre a pessoa do devedor. Crítica 33. B) A obrigação como poder do credor sobre os bens do devedor. Crítica 34. C) A obrigação como relação entre patrimónios. Critíca 35. D) A obrigação como relação complexa, integrada por dois elementos: o débito (Schuld) e a responsabilidade (Haftung) 36. Apreciação crítica da teoria: I) Desnecessidade do desmembramento da relação creditória 37. II) Imagem defeituosa do direito à prestação e do correlativo dever de prestar 38. E) Teoria clássica: a obrigação como direito pessoal e como relação unitária Subsecção III - Função da obrigação 39. A obrigação ao serviço do interesse do credor. Repercussão do interesse do credor no regime da obrigação 40. A obrigação como valor do património do credor Secção III - As obrigações e as outras classes de relações jurídicas Subsecção I - As obribações e os direitos reais 41. Sequência 42. Termos exactos da distinção: I) As obrigações são direitos relativos, enquanto os direitos reais são direitos absolutos 43. Reflexos da eficácia absoluta dos direitos reais: a) direito de preferência (ou de prevalência); b) direito de sequela 44. Efeitos da obrigação em relação a terceiros 45. O direito real como poder directo e imediato sobre a coisa; a obrigação como relação de cooperação 46. Subordinação dos direitos reais ao princípio da tipicidade (numerus clausus); validade da regra da atipicidade (numerus apertus) para as obrigações 47. Diferenças de menor relevo 48. Afinidades Subsecção II - As obrigações e os direitos de família 49. Diferenças e pontos de contacto entre os direitos de drédito e os direitos de família Subsecção III - As obrigações e os direitos sucessórios 50. Diferenças e pontos de contacto entre os direitos de crédito e os direitos sucessórios Capítulo II - Fontes das obrigações 51. Sistematização das fontes. Sequência 52. Crítica da sistematização clássica. Classificação adoptada pelo novo Código Secção I - Contratos Subsecção I - Generalidades 53. Noção de contrato 54. Análise jurídica do conceito. Princípio voluntarista (solus consensus) 55. Concepção normativista ou preceptivista do contrato 56. As relações contratuais de facto. Origem da figura 57. Formação do contrato sem declaração de aceitação 58. A disciplina legislativa dos contratos. Princípios fundamentais por que se rege 59. Tendência actuais do direito contratual 60. O princípio básico da liberdade contratual 61. A liberdade de contratar e as suas limitações 62. Defesa do consumidor contra a liberdade absoluta de contratar. Protecção dos direitos privados e tutela dos interesses públicos subjacentes a cada limitação 63. Limitações à liberdade de escolha do outro contraente 64. A livre fixação do conteúdo dos contratos; limitações 65. Contratos de adesão, como limitação de facto à liberdade contratual 66. Reacções da Comunidade Económica Europeia (C.E.E.) contra as cláusulas contratuais abusivas e sua consagração no Dec.-Lei n.º 446/85, de 25 de Outubro 67. A perturbação lançada pelo Dec.-Lei n.º 446/85, de 25 de Outubro, e pelos diplomas paralelos dos países comunitários no anterior direito dos contratos e as tentativas insuficiêntes de superação dessa situação de incerteza. O novo Dec.-Lei n.º 249/99, de 7 de Julho 68. Grave situação de incerteza pendente na legislação dos paises Comunitários, em geral, e sobre a legislação interna em especial, relativa às cláusulas contratuais gerais 69. A responsabilidade pré-contratual, a culpa in contrahendo (c.i.c.) e o princípio da boa fé 70. Contratos típicos(nominados) e contratos atípicos (inominados) 71. Novas figuras contratuais: o leasing, o franchising, o factoring, a joint venture, o know-how (assistência técnica), e o engineering e a garantia autónoma Subsecção II - Contratos mistos 72. Contratos mistos: I) Noção 73. Junção, união e coligação de contratos 74. Modalidades do contrato misto 75. II) Regime 76. Solução adoptada 77. A doação mista 78. Os centros comerciais (shopping centers). Sua natureza jurídica Subsecção III - Contratos com eficácia real 79. Noção 80. Reserva da propriedade (pactum reservati dominii) Subsecção IV - Contrato-promessa 81. Noção genérica da promessa de contratar 82. Figuras próximas 83. Consagração legal do contrato-promessa 84. Requisitos de forma e de substância. Princípio de equitação 85. Dúvidas suscitadas relativamente à forma do contrato: a) falta dos requisitos da intervenção notarial. Assentos de 28 de Junho de 1994 e de 1 de Fevereiro de 1995 86. Cont.: b) falta de assinatura de um dos promitentes. O Assento de 29 de Novembro de 1989 e acórdão do S.T.J. de 15-3-1993 87. Ainda o princípio da equiparação. Eficácia do registo da acção de execução específica 88. Transmissão dos direitos e obrigações dos promitentes 89. Recusa de cumprimento da promessa. Execução específica e demais sanções aplicáveis ao inadimplente 90. A mora, a falta de cumprimento e a interpelação admonitória 91. Aplicabilidade geral da interpretação admonitória ao contrato-promessa, com ou sem constituição de sinal 92. A interpelação admonitório e o regime aplicável de falta de cumprimento do contrato-promessa sinalizado 93. Consequências do não cumprimento do contrato-promessa, com ou sem constituição de sinal, perante o direito vigente (posterior à entrada em vigor do Dec-Lei n.º 379/86, de 11 de Novembro) 94. Conclusão 95. Conflito entre o promitente que entregou o sinal e beneficiou da entrega da coisa a que se refere o contrato prometido e os credores do promitente faltoso 96. Falta de cumprimento, não havendo sinal. Execução específica ou indemnização de danos 97. A execução específica relativa a contratos prometidos cuja celebração deva constar de escritura pública (assento de 30-1-1985) 98. Violação do contrato-promessa Subsecção V - Pactos de preferência 99. Conceito 100. Figuras próximas 101. Requisitos e efeitos 102. Exercício do direito de preferência 103. Violação da preferência: acção de indemnização ou de preferência 104. Venda da coisa (objecto da preferência) juntamente com outras 105. Pluralidade de preferentes. Notificação feita pelo obrigado à preferência e notificação feita por um dos preferentes aos outros 106. Natureza jurídica dos pactos Subsecção VI - Contratos bilaterais e unilaterais. Contratos gratuitos e onerosos 107. Contratos bilaterais e unilaterais. Noção 108. Excepção de não cumprimento do contrato 109. Outros efeitos do sinalagma. Condição resolutiva tácita 110. Contratos gratuitos e contratos onerosos. Atinências com a classificação anterior 111. Interesse prático da distinção Subsecção VII - Contrato a favor de terceiro 112. Exemplos. Noção 113. Figuras próximas 114. Termos em que a lei o admite 115. Dupla relação que o contrato integra: A) Relação entre o promissário e o promitente 116. Cont. B) Posição do terceiro. Relação entre o promissário e o terceiro 117. Prestação em benefício da pessoa indeterminada ou no interesse público Subsecção VIII - Contrato para pessoa a nomear 118. Exemplos. Noção 119. Figuras próximas 120. Regime 121. Natureza jurídica Secção II - Negócios unilaterais 122. O problema da eficácia dos negócios unilaterais (princípio do contrato) 123. Solução legal 124. Promessa pública. Noção. Regime 125. Cooperação de várias pessoas no resultado previsto 126. Concursos públicos Secção III - Gestão de negócios 127. Exemplos. Noção 128. Interesse prático da gestão 129. Requisitos 130. Relações entre o gestor e o dono do negócio: A) Deveres do gestor para com este (actio negotiorum gestorum directa) I) Continuação da gestão II) Dever de fidelidade ao interesse e à vontade (real ou presumível) do dono do negócio 131. III) Entrega dos valores detidos e prestação de contas 132. IV) Aviso e informação do dono do negócio 133. B) Deveres do dono do negócio para com o gestor (actio negotiorum gestorum contraria) 134. C) Posição do dono do negócio em face de terceiros Secção IV - Enriquecimento sem causa 135. Situações geradoras de enriquecimento sem causa 136. Casos de colisão de valores opostos tutelados pelo direito 137. As deslocações patrimoniais como campo de aplicação do enriquecimento sem causa 138. Requisitos da obrigação de restituir: A) Enriquecimento de uma pessoa 139. B) Sem causa justificativa 140. C) À custa de outrem 141. Enriquecimento obtido através das atribuições patrimoniais indirectas 142. Carácter subsidiário da obrigação de restituir 143. Consagração legal do princípio da subsidiariedade 144. Repetição de indevido 145. Objecto da obrigação de restituir 146. Prescrição do direito à restituição Secção V - Responsabilidade civil Subsecção I - Generalidades 147. Responsabilidade contratual e extracontratual. Sistematização do Código Civil 148. Responsabilidade por factos ilícitos, responsabilidade pelo risco e responsabilidade por factos lícitos danosos Subsecção II - Responsabilidade por factos ilícitos 149. Pressupostos: sua enumeração 150. I) Facto voluntário do lesante 151. II) Ilicitude 152. Formas de ilicitude: a) Violação de um direito de outrem 153. (Cont.) b) Violação da lei que protege interesses alheios 154. Requisitos especiais da 2.ª variante da ilicitude 155. Justificação e sentido do requisito da ilicitude 156. O abuso do direito 157. Factos ilícitos especialmente previstos na lei 158. Causas fustificativas do facto ou causas de exclusão da ilicitude 159. III) Nexo de imputação do facto ao lesante (culpa) 160. a) Imputabilidade 161. b) Culpa. noção 162. Modalidade da culpa. O dolo (direito, necessário ou eventual) 163. Elemento intelectual do dolo 164. Mera culpa ou negligência 165. Culpa em abstracto (em sentido objectivo) e culpa em concreto (em sentido subjectivo) 166. A culpa como deficiência da vontade ou como conduta deficiente? 167. Os termos clássicos da distinção entre o dolo e a negligência. As críticas da doutrina moderna: a) O dolo e a teoria finalista da acção 168. b) A violação do dever objectivo de cuidado (do cuidado exigível) como elemento da ilicitude e não da negligência 169. A ilicitude e a culpa como pressupostos distintos e autónomos da responsabilidade civil 170. Prova da culpa. Presunções da culpa 171. IV) O dano. Noção. Variantes 172. Ressarcibilidade dos danos não patrimoniais 173. Resolução do problema no plano do direito constituído 174. Indemnização pelo facto da morte da vítima 175. Evolução da jurisprudência 176. V) Nexo de causalidade entre o facto e o dano: remissão para obrigação de indemnização. Relevância da causa virtual 177. Titularidade do direito à indemnização 178. Prescrição do direito à indemnização Subsecção III - Responsabilidade pelo risco 179. Responsabilidade objectiva: sua fundamentação 180. Socialização do risco 180-A. Concurso da responsabilidade contratual com a responsabilidade extracontratual ou delitual Divisão I - Responsabilidade do comitente 181. Carácter objectivo da responsabilidade 182. Pressupostos: I Vínculo entre comitente e comissário (liberdade de escolha e relação de subordinação) 183. II) Prática do facto ilícito no exercício da função 184. III) Responsabilidade do comissário 185. Fundamento da responsabilidade do comitente Divisão II - Responsabilidade do estado e demais pessoas colectivas públicas 186. Regime legal Divisão III - Danos causados por animais 187. Regime legal. I) Pessoa responsável 188. II) Danos indemnizáveis Divisão IV - Danos causados por veículos 189. Regime da responsabilidade: A Pessoas responsaáveis 190. B) Danos indemnizáveis 191. C) Benefíciários da responsabilidade 192. D) Causas de exclusão da responsabilidade 193. E) Colisão de veículos. Referência à doutrina do Assento de 26 de Janeiro de 1994 194. Inexistência de culpa dos condutores 195. Danos provenientes da colisão para os condutores, para as pessoas transportadas nos veicúlos ou para as coisas que estas levassem consigo, e para as pessoas e coisas não transportadas 196. F) Limites da responsabilidade 197. G) Pluralidade de responsáveis 198. H) Concorrência de responsabilidades. Danos provocados em acidente, que seja simultaneamente acidente de viação e acidente de trabalho 199) Cálculo da indemnização devida por acidente de viação e os subsídios concedidos à vítima pelas instituições de segurança social 200) Concorrência da responsabilidade civil com a responsabilidade criminal 201. O seguro obrigatório da responsabilidade civil automóvel: a concorrência da responsabilidade da seguradora 202. A instituição do Fundo de Garantia Automóvel (F.G.A.) Divisão V - Danos causados por instalações de energia eléctrica ou gás e no exercício de outras actividades 203. Regime da responsabilidade correspondente Subsecção IV - Responsabilidade por factos lícitos 204. Justificação. Regime Capítulo III - Modalidades das obrigações Secção I - Modalidades das obrigações Secção I - Modalidade quanto ao vínculo 205. Obrigações civis e obrigações naturais. Nocão 206. Extensão do domínio das obrigações naturais 207. Regime das obrigações naturais: I) Disposições especiais 208. II. Princípio da equiparação às obrigações civis; ressalva fundada na incoercibilidade das obrigações naturais 209. Natureza jurídica das obrigações naturais Secção II - Modalidades quanto ao sujeito 210. Enumeração. Sequência Subsecção I - Obrigações de sujeito activo indeterminado 211. Noção. Exemplos Subsecção II - Obrigações plurais 212. Obrigações conjuntas. Noção 213. Obrigações solidárias. Noção. Razões práticas justificativas do regime 214. Pressupostos da solidariedade: a) direito à prestação integral ou dever de prestação integral; b) efeito extintivo recíproco ou comum; c) identidade da prestação?; d) identidade de causa?; e) comunhão de fim? Divisão I - Solidariedade passiva 215. Fontes Subdivisão I - Efeitos: A) Nas relações externas 216. I) Direito do credor 217. II) Meios de defesa dos devedores 218. III) Modos de satisfação do direito do credor 219. IV) Outros efeitos: interpelação do devedor; interrupção da prescrição; renúncia à prescrição; caso julgado; impossibilidade da prestação imputável a um dos devedores B) Nas relações internas 220. Direito de regresso Subdivisão II - Natureza jurídica da solidariedade 221. Fundamento do direito de regresso 222. Natureza jurídica da obrigação solidária Divisão II - Solidariedade activa 223. Fontes 224. I) Escolha do credor 225. II) Meios de defesa 226. III) Outros efeitos: interpelação do devedor; interrupção da prescrição; renúncia à prescrição; caso julgado; impossibilidade da prestação, imputável ao devedor ou a um dos credores B) Nas relações internas 227. Direito de regresso Secção III - Modalidades das obrigações quando ao objecto 228. Requisitos do objecto da obrigação: Possibilidade física e legal 229. II) Licitude 230. III) Determinabilidade Subsecção I - Obrigações divisíveis e indivisíveis 231. Noção de indivisibilidade. Espécies 232. Regime das obrigações indivisíveis: A) Nas relações externas: I) Havendo vários devedores 233. II) Havendo vários credores 234. B) Nas relações internas Subsecção II - Obrigações específicas e obrigações genéricas 235. Noção. Generalidades 236. Regime des obrigações: I) Concentração da obrigação 237. II) Exoneração do devedor. O problema do risco Subsecção III - Obrigações cumulativas, alternativas e com faculdade alternativa 238. Obrigações cumulativas. Noção 239. Obrigações alternativas. Noção. Interesses subjacentes 240. Regime das obrigações alternativas: I) A escolha 241. II) Impossibilidade de uma das prestações 242. Obrigações com faculdade alternativa Subsecção IV - Obrigações pecuniárias Divisão I - Noções gerais 243. Obrigações pecuniárias. Noção 244. Diferentes valores da moeda Divisão II - Obrigações de qualidade 245. Noção. Regime 246. Excepções ao princípio nominalista 247. Dívidas de valor 248. Termos em que se processa a actualização Divisão III - Obrigações de moeda específica 249. Noção. Validade legal 250. Simples concretização da espécie monetária 251. Concretização da soma devida e da espécie monetária 252. Falta da moeda estipulada 253. Cumprimento em moedas de dois ou mais metais ou de um entre vários metais Divisão IV - Obrigações valutárias 254. Obrigações valutárias Subsecção V - Obrigações de juros 255. Noção de juros 256. Taxa de juros. Alusão ao assento de 13 de Julho de 1992. Proibição do anatocismo 257. O critério de juros e a dívida de capital Subsecção VI - Obrigação de indemnização 258. Inserção sistemática da obrigação de indemnização do Código Civil 259. Danos abrangidos pela indemnização: Formulação do problema 260. O problema da causalidade: I) A causa como condição sine qua non (teoria da equivalência das condições) 261. II) A causa como factor substancialmente distinto da condição no processo factual conducente ao dano 262. III) Teoria da causalidade adequada. Suas variantes 263. A formação preferível da causa adequada 264. O nexo de causalidade em face do direito constituído 265. Teoria do fim tutelado pelo contrato ou pela norma legal infringida 266. Objecto da reparação. Formas de indemnização. Prioridade da reconstituição natural 267. Cálculo da indemnização em dinheiro. Teoria (mommseniana) da diferença 268. Aplicação prática do critério. A indemnização provisória e a indemnização a fixar ulteriormente 269. Ressalvas ao critério estabelecido 270. Indemnização fixada em acção penal 271. O problema da causa virtual. Concorrência de causa do dano; formas que pode revestir 272. A causa virtual do dano: duplo problema que ela suscita. Noções gerais 273. Conclusões assentes na doutrina quanto ao problema 274. Soluções propostas na doutrina quanto ao problema fundamntal 275. A cessão dos direitos do lesado e a «compensatio lucri cum dammo» 276. Variantes da indemnização pecuniária. A indemnização e a desvalorização da moeda. Indemnização sob a forma de renda. A indemnização e a inflação monetária 277. Nota final sobre as alterações legislativas introduzidas pelo Ministério da Justiça em Agosto de 2000 |