11B Monografia 1780 | |
Morais, Rui Duarte Morais Imputação de lucros de sociedades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado.- Março de 2005.- Palimage / Publito / Publicações Universidade Católica - Porto.- 669p 23cm. - (Distribuição da Coimbra Editora, Ldª) Controlled Foreign Companies. O art.º 60.º do C.I.R.C. ISBN 972-8069-60-X (Broch.) : €47,50 Direito Fiscal O tema I. Quadro geral em que se insere II. As normas CFC no nosso sistema de tributação do rendimento III. "Guia" da exposição Capítulo I - Extraterritorialidade da Lei Fiscal 1. A extensão da lei 1.1. A perspectiva ilimitada 1.2. A perspectiva limitada 2. A exigência de limites jurídicos à extensão da lei nacional 3. A autonomia da tributação das sociedades e dos respectivos sócios 3.1. Limites a este princípio no Direito Tributário Internacional 3.1.1. As cláusulas de limitação de benefícios 3.1.2. A tributação dos artistas e desportistas 3.1.3. A tributação dos sócios residentes pela sua quota nos lucros não distribuídos da entidade não residente 4. O âmbito da eficácia da lei tributária no plano internacional 4.1. A assistência mútua no Direito Internacional convencional 5. A legitimidade da extensão da lei como condicionante da sua legítima execução Capítulo II - A Repartição Internacional do Direito ao Imposto 1. As normas delimitadoras da extensão espacial do tributo 2. O acordo convencional na delimitação da extensão das leis tributárias nacionais 2.1. Os modelos da Sociedade das Nações 2.2. O Modelo das Nações Unidas 2.3. O Modelo da OCDE 2.4. Modelos de âmbito regional 2.5. Normas comunitárias 3. Os consensos fundamentais 3.1. Da nacionalidade à residência 3.2. A legitimidade da tributação pelo país de residência 3.2.1. Os princípios do benefício e da capacidade contributiva 3.2.2. A neutralidade na exportação de capitais 3.3. A legitimidade da tributação pelo país da fonte Capítulo III - As Sociedades-Base 1. O planeamento fiscal internacional 2. A minimização da tributação no país da fonte 2.1. O volume do rendimento tributável 2.2. A natureza do rendimento tributável 2.3. O país de origem do investimento 3. A minimização da tributação no país de residência 4. O deferimento do momento da tributação 5. A utilização de sociedades-base Capítulo IV - As Sociedades-Base e a Elisão Fiscal 1. A evasão fiscal 2. As diferentes formas de economia de imposto 2.1. A elisão fiscal 3. As normas gerais antiabuso 3.1. O art.º 38.º, n.º 2, da LGT 4. As sociedades-base enquanto casos de simulação fiscal 5. As sociedades-base enquanto casos de elisão fiscal 6. A desconsideração da personalidade jurídica das sociedades-base 7. A prevenção da elisão por via legislativa 7.1. A configuração dos tipos legais de imposto 7.2. A criação de ficções legais Capítulo V - O Art.º 60.º do CIRC e as Legislações CFC 1. O carácter recente deste tipo de legislação 2. A adopção deste tipo de normas em outros ordenamentos 2.1. Estados Unidos 2.2. Alemanha 2.3. A generalização deste tipo de legislação 3. A incidência pessoal 3.1. Sujeitos passivos 3.1.1. estabelecimentos estáveis de entidades não residentes 4. A entidade não residente 4.1. Qualificação das entidades não residentes 5. A residência das sociedades 5.1. A sede efectiva 6. O controlo por residentes 6.1. Razão deste requisito 6.2. A determinação do controlo 6.3. Controlo concentrado ou difuso 6.4. As participações indirectas 6.4.1. A nossa lei 6.5. Cômputo das participações indirectas 6.6. Outras formas de controlo 6.7. Momento em que se afere a participação 7. As legislações tipo PFIF 8. Consideração de um regime fiscal como priviligiado 8.1. Os sistemas do designated jurisdiction approach e do transactional approach 8.2. A noção de paraíso fiscal 8.3. O sistema das listas 8.4. O sistema da comparação dos níveis de tributação 8.5. Impostos estrangeiros a serem comparados 8.6. Os benefícios fiscais do país da sede 9. Delimitação do campo de aplicabilidade deste tipo de normas 9.1. Rendimentos a imputar 9.2. Rendimentos activos e passivos 9.3. Exclusões ao dever de imputação 9.3.1. Actividade industrial e agrícola 9.3.1.1. As participações de carácter empresarial 9.3.2. Actividade comercial 9.3.3. Actividade transportadora 9.3.4. Prestação de serviços 9.4. A actividade predominante 9.5. Actividades cujos rendimentos são sempre imputáveis 9.5.1. Actividade bancária 9.5.2. Actividade seguradora 9.5.3. Operações relativas a partes de capital ou outros valores mobiliários, a direitos de propriedade intelectual ou industrial, à prestação de informações respeitantes a uma experiência adquirida no sector industrial comercial ou científico ou à prestação de assistência técnica 9.5.4. Locação de bens, excepto imóveis situados no território de residência 10. Cláusulas de salvaguarda 11. Extensão da obrigação de imputação 12. Participações detidas através de entidades não residentes 13. "Título" a que é feita a imputação 14. Eliminação da dupla tributação 14.1. Quando da imputação dos rendimentos 14.1.1. A concepção da transparência fiscal 14.1.2. A concepção do dividendo presumido 14.1.3. Soluções de outros ordenamentos 14.2. Quando da distribuição de dividendos 14.3. Impostos que oneram na fonte os dividendos 14.4. Dupla tributação em caso de venda das participações 15. Obrigações acessórias 15.1. As obrigações declarativas 15.2. A informação exigida pela nossa lei 15.3. Limites ao dever de colaboração com a administração fiscal 15.4. Necessidade de presunção de um lucro mínimo Capítulo VI - A Compatibilidade das Normas Tipo CFC com as Convenções sobre Dupla Tributação e com o Direito Comunitário 1. Os textos da OCDE 2. A prática negocial dos Estados 3. A pretensa incompatibilidade entre a legislaçãao CFC e as convenções 4. A legislação tipo CFC, as convenções e a hierarquia das normas 5. Compatibilidade das normas tipo CFC com o Direito Comunitário 6. As cláusulas de limitação de benefícios nas convenções com países terceiros 7. Normas antiabuso no Direito Fiscal comunitário 8. Aplicação de normas tipo CFC em violação do Direito Comunitário Capítulo VII - Possíveis Alternativas 1. O metodo da tributação unitária 1.1. O sistema actual 1.2. Os grupos de sociedades 1.3. O metodo do fraccionamento do lucro 2. A via do compromisso político 2.1. A concorrência fiscal prejudicial 2.2. Os trabalhos da OCDE 2.3. Os trabalhos da União Europeia 3. Uma tributação "mínima" na fonte 3.1. As propostas de Directiva sobre a tributação da poupança Conclusões I. Recapitulando 1. Capítulo I, Extraterritorialidade da Lei Fiscal 2. Capítulo II, A Repartição Internacional do Direito ao Imposto 3. Capítulo III, As Sociedades-base 4. Capítulo IV, As Sociedades-base e a Elisão Fiscal 5. Capítulo V, O Art. 60.º do CIRC e as Legislações CFC 6. Capítulo VI, Compatibilidade das Normas tipo CFC com as Convenções sobre Dupla Tributação e com o Direito Comunitário 7. Capítulo VII, Possíveis alternativas II. Em sintese final |