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Pinto, Carlos Alberto Mota Teoria geral do direito civil.- 3ª Edição, Maio 1985.- Coimbra Editora.- 661p 23cm. - (Obra numerada (nº 00659) e rubricada pelo autor) ISBN - (Broch.) : oferta Direito Civil 1. Âmbito da Teoria Geral do Direito Civil 2. Conteúdo da Teoria Geral do Direito Civil. Plano do Curso 3. Divisão da Teoria Geral do Direito Civil: Teoria Geral do Ordenamento Jurídico Civil e Teoria Geral da Relação Jurídica Civil 4. O Direito Civil como parte do Direito Privado 5. Direito Público e Direito Privado 6. Alcance prático da distinção entre Direito Público e Direito Privado 7. O Direito Civil como Direito Privado Comum. O direito comercial e o direito do trabalho. A autonomia de outros ramos de direito, v. g., o direito agrário 8. Sentido do direito civil: a autonomia da pessoa, a igualdade, a disciplina da vida quotidiana do homem comum 9. Sequência I PARTE - Teoria Geral do Ordenamento Jurídico Civil Capítulo I - Fontes do direito civil português 10. Formas de surgimento das normas jurídicas civis 11. Diplomas fundamentais do direito civil português 12. O sistema do Código Civil de 1966: coordenação da Parte Geral e das Partes Especiais 13. O Código Civil de 1966. caracteristicas do tipo de formulações legais utilizado 14. O Código Civil Português: as circunstâncias históricas da sua elaboração e a legislação anterior Capítulo II - Os princípios fundamentais do direito civil português § 1.º - Intrtodução 15. As normas aplicáveis às relações do direito civil. Direito Civil e Direito Constitucional. Aplicação de normas constitucionais às relações entre particulares 16. A existência de princípios básicos do direito civil. Carácter histórico desses princípios de ordenação sistemática interna. A autonomia e a igualdade como seus pressupostos actuais § 2.º - O reconhecimento da pessoa e dos direitos de personalidade 17. O reconhecimento da personalidade jurídica de todos os seres humanos 18. O reconhecimento de um círculo de direitos de personalidade § 3.º - O princípio da liberdade contratual 19. A liberdade contratual manifestação da autonomia da vontade no domínio dos contratos 20. Aspectos contidos no princípio da liberdade contratual: a liverdade de conclusão ou celebração dos contratos e a liberdade de modelação do conteúdo contratual. Os contratos de adesão 21. Domínio principal de aplicação da liberdade contratual: os contratos obrigacionais 22. Referência esquemática às principais figuras e problemas disciplinados pelo Direito das Obrigações 23. O princípio da liberdade contratual e o sistema económico e social. Liberdade contratual e o sistema económico e social. Liberdade contratual, economia de mercado e economia planificada § 4.º - A responsabilidade civil 24. Noção. Caracteristicas gerais 25. Responsabilidade por actos ilícitos, responsabilidade por actos lícitos. Evoluções recentes: a responsabilidade do produtor ou do fabricante 26. Responsabilidade contratual e responsabilidade extracontratual § 5.º - A concessão de personalidade jurídica às pessoas colectivas 27. A personalidade colectiva e os tipos de pessoas colectivas 28. Natureza da personalidade colectiva § 6.º - A propriedade privada 29. O problema do domínio sobre os bens como problema fundamental de uma sociedade 30. Fenomenologia da propriedade ao longo da história e no momento actual 31. Características do direito de propriedade no nosso sistema jurídico 32. Os direitos reais limitados § 7.º - A família 33. A família, como realidade natural e social, perante o Direito legislado 34. Referência sumária ao Direito da Família Português § 8.º - O fenómeno sucessório ou sucessão por morte 35. O destino das relações jurídicas após a morte do seu titular 36. Referência sumária ao direito sucessório português II PARTE - Teoria geral da relação jurídica. Preliminares 37. Conceito de relação jurídica 38. Estrutura da relação jurídica (enunciado geral) 39. Estrutura da relação (cont.): direitos subjectivos propriamente ditos e direitos potestativos 40. Estrutura da relação jurídica (cont,); o dever jurídico e a sujeição 41. Estrutura da relação jurídica: relação jurídica simples ou singular e relação jurídica complexa 42. Elementos da relação jurídica: sujeitos, objecto, facto jurídico e garantia I - Teoria Geral dos Sujeitos da Relação Jurídica Capítulo I - Generalidades 43. O sujeito de direito. Personalidade e capacidade jurídica 44. Capacidade jurídica e capacidade para o exercício de direitos 45. O problema dos direitos sem sujeito 46. Modalidades do sujeito das relações jurídicas: pessoas singulares e pessoas colectivas Capítulo II - Pessoas singulares 47. Personalidade jurídica. Noção, começo e termo da personalidade. A condição jurídica dos nascituros 48. Direitos de personalidade 49. Capacidade jurídica e capacidade para o exercício de direitos 50. Capacidade negocial. Modalidades: capacidade negocial de gozo (capacidade jurídica negocial) e capaciade negocial de exercício 51. Determinação da capacidade negocial de gozo 52. Determinação da capacidade negocial de exercício. Generalidades 53. Enumeração das incapacidades de exercício estatuidas pelo novo Código Civil 54. Incapacidade dos menores 55. Incapacidade dos interditos 56. Valor dos actos praticados pelo interdito 57. Quando cessa a incapacidade dos interditos 58. Incapacidade dos inabilitados 59. Quando cessa a incapacidade dos inabilitados 60. Incapacidades (ilegitimidades) conjugais 61. Incapacidades acidentais 62. Valor dos negócios jurídicos indevidamente realizados pelos incapazes 63. Situação do falido e do insolvente civil 64. Capacidade e legitimidade 65. Domicílio 66. Ausência Capítulo III - Pessoas colectivas 67. Conceito de pessoa colectiva. Função sócio-económica do instituto da personalidade colectiva 68. Elementos constitutivos das pessoas colectivas: o substrato e o reconhecimento 69. Elementos constitutivos da pessoa colectiva: substracto e reconhecimento (cont.) 70. Classificações doutrinais das pessoas colectivas: Corporações e Fundações; Pessoas colectivas de direito privado 71. Classificações legais das pessoas colectivas: associações, fundações e sociedades 72. Classificação de novos entes dotados de personalidade colectiva 73. Constituição das pessoas colectivas: formação do substracto das corporações (associações e sociedades) de direito privado 74. Constituição das pessoas colectivas: substrato das fundações de direito privado 75. Constituição das pessoas colectivas: o reconhecimento; suas modalidades 76. Capacidade para o exercício de direitos das pessoas colectivas 77. Capacidade jurídica (capacidade de gozo de direitos) das pessoas colectivas 78. Responsabilidade civil das pessoas colectivas 79. Capacidade das pessoas colectivas para a aquisição ou alienação de imóveis II - Teoria Geral do Objecto da Relação Jurídica Capítulo I - Generalidades 80. Objecto da relação jurídica. Conceito. Objecto e Conteúdo 81. Objecto imediato e objecto mediato 82. Os possíveis objectos de relações jurídicas Capítulo II - As coisas e o património 83. Noção jurídica de coisa 84. Noção de património 85. O fenómeno da autonomia patrimonial ou separação de patrimónios 86. A figura do património colectivo III - Teoria Geral do Negócio Jurídico Título I - Dos factos jurídicos em geral Capítulo I - Conceitos e classificações 87. Noção de facto jurídico 88. Classificação dos factos jurídicos Capítulo II - Aquisição, modificação e extinção de relações jurídicas 89. Preliminares 90. Conceito e modalidades de aquisição de direitos. Aquisição originária e aquisição derivada. Modalidades desta última 91. Importância da distinção entre aquisição derivada e aquisição originária 92. Modificação de direitos 93. Extinção de direitos Título II - Do negócio jurídico e do simples acto jurídico Subtítulo I - Conceito, elementos e classificações Capítulo I - Conceito e elementos 94. Conceito e importância do negócio jurídico 95. Relação entre a vontade exteriorizada na declaração negocial e os efeitos jurídicos do negócio 96. Elementos dos negócios jurídicos Capítulo II - Classificação dos negócios jurídicos 97. Negócios jurídicos unilaterais e contratos ou negócios jurídicos bilaterais 98. Negócios entre vivos e negócios «mortis causa» 99. Negócios consensuais ou não solenes e negócios formais ou solenes 100. Negócios reais 101. Negócios obrigacionais, reais, familiares e sucessórios 102. Negócios patrimoniais e negócios pessoais 103. Negócios onerosos e negócios gratuitos 104. Contratos comutativos e contratos aleatórios 105. Negócios parciários 106. Negócios de mera administração e negócios de disposição Subtítulo II - Elementos essenciais do negócio jurídico Capítulo I - Capacidade e legitimidade 107. Remissão Capítulo II - A declaração negocial Divisão I - Noções gerais 108. A declaração negocial como verdadeiro elemento do negócio jurídico 109. Conceito de declaração negocial 110. Breve referência aos actos jurídicos de natureza não negocial 111. Elementos constitutivos normais da declaração negocial 112. Declaração negocial expressa e declaração negocial tácita 113. O valor do silêncio como meio declarativo 114. Declaração negocial presumida. Declaração negocial ficta 115. Protesto e reserva 116. Forma da declaração negocial 117. Perfeição da declaração negocial Divisão II - Interpretação e integração dos negócios jurídicos § 1.º - Interpretação 118. Em que consiste o problema. Posições possíveis 119. Posição adoptada § 2.º - Integração 120. Em que consiste 121. Termos em que pode admitir-se Divisão III - A divergência entre vontade e a declaração § 1.º - O problema em geral 122. Formas possíveis de divergência 123. O problema da divergência entre vontade e a declaração como problema autónomo; o substrato teleológico do problema 124. Teorias que visam resolver o problema da divergência entre a vontade e a declaração 125. O problema da divergência entre a vontade e a declaração, apreciação «de jure condendo». Discussão das teorias propostas 126. O problema da divergência entre a vontade e a declaração, apreciando «de jure condito» § 2.º - A simulação 127. Conceito, elementos e importância prática 128. Modalidades da simulação 129. Efeitos da simulação absoluta 130. Modalidades da simulação relativa 131. Efeitos da simulação relativa 132. Se há restrições à arguição da simulação pelos próprios simuladores 133. A simulação e terceiros. Considerações gerais 134. Arguição da simulação por terceiros interessados na nulidade do negócio simulado 135. Arguição da simulação contra terceiros interessados na validade do negócio jurídico 136. Conflitos de interesses entre terceiros interessados na nulidade e terceiros interessados na validade do negócio jurídico 137. Prova da simulação § 3.º - Outras figuras de divergência intencional 138. Reserva mental 139. Declaração não sérias § 4.º - Divergência não intencional 140. Coacção física ou coacção absoluta ou ablativa 141. Falta de consciência da declaração 142. Erro na declaração ou erro-obstáculo 143. Erro na transmissão da declaração Divisão IV - Vícios da vontade § 1.º - Noções gerais 144. Vícios da vontade 145. Enumeração dos vícios da vontade a que o nosso direito atribui em geral relevância autónoma 146. O regime da lesão e dos vícios redibitórios no novo Código Civil 147. Qualificação da invalidade proveniente de erro-vício, dolo, coacção ou incapacidade acidental § 2.º - O erro como vício da vontade 148. Noção 149. Confronto com figuras próximas 150. Modalidades 151. O problema de exclusão prévia da anulação por erro 152. Condições gerais de relevância do erro-vício como motivo de anulabilidade 153. Condições especiais de relevância do erro-vício como motivo de anulabilidade § 3.º - O dolo 154. Conceito 155. Modalidades 156. Condições de relevância do dolo como motivo de anulação 157. Fundamento jurídico da anulabilidade por dolo 158. Confronto entre as condições de relevância do dolo e as do erro 159. Negócio em que o dolo não tem relevância específica § 4.º - A coacção 160. Conceito 161. Modalidades 162. Condições de relevância da coacção como motivo de anulabilidade 163. A coacção moral e o simples temor reverencial § 5.º - O estado de necessidade e outras situações como vícios da vontade negocial 164. Conceito 165. Confronto com a coacção 166. Valor dos negócios jurídicos realizados em estado de necessidade § 6.º - A incapacidade acidental 167. A incapacidade acidental Divisão V - A representação nos negócios jurídicos 168. Conceito 169. Espécies 170. Confronto com institutos afins 171. Admissibilidade da representação 172. Pressupostos da representação Capítulo III - O objecto negocial 173. Noção de objecto do negócio jurídico 174. Exigências legais relativas ao objecto dos negócios jurídicos 175. Consequências da inobservância dos requisitos a que deve obedecer o objecto negocial Subsídio III - Elementos acidentais dos negócios jurídicos (cláusulas acessórias típicas gerais) Capítulo I - Condição 176. Conceito, natureza e importância da estipulação condicional 177. As chamadas condições impróprias 178. A aponibilidade da condição 179. Classificação das condições 180. Verificação e não verificação da condição 181. Efeitos da condição suspensiva 182. Efeitos da condição resolutiva Capítulo II -Termo 183. Conceito 184. Efeitos 185. Aponibilidade do termo 186. Modalidades 187. Cômputo do termo Capítulo III - Modo, encargo ou cláusula modal 188. Conceito 189. Distinção do modo e da condição 190. Valor do modo impossível ou ilícito 191. Inadimplemento do modo Capítulo IV - Cláusula penal 192. Conceito e importância prática 193. Regime Capítulo V - Cláusulas limitativas e de exclusão de responsabilidade civil 194. Conceito e importância prática 195. Regime Capítulo VI - O problema da pressuposição ou da alteração das circunstâncias que fundaram a decisão de contratar 196. Conceito 197. Consequências que advêm quando a pressuposição se não verifica Subtítulo IV - Ineficácia e invalidade dos negócios jurídicos 198. Ineficácia dos negócios jurídicos («lato sensu»). Noção. Ineficácia «stricto sensu» e invalidade. Outras formas de ineficácia em sentido lato 199. Modalidade de ineficácia em sentido estrito 200. Inexistência e invalidade (nulidade e anulabilidade) dos negócios jurídicos 201. Regime das nulidades 202. Regime das anulabilidades 203. Integração das diversas invalidades em cada uma das categorias 204. Efeitos da declaração de nulidade e da anulação 205. Invalidade e simples irregularidade 206. A invalidade e outras formas de cessação dos efeitos negociais (resolução, revogação, caducidade e denúncia) 207. O problema da redução dos negócios jurídicos 208. O problema da conversão dos negócios jurídicos Título III - Eficácia do decurso do tempo nas relações jurídicas 209. Prescrição extinta e caducidade. Remissão 210. Obrigações duradouras e obrigações de execução instantânea |