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Vasconcelos, Pedro Pais Teoria geral do direito civil.- 4.ª Edição, Maio 2007.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina, SA.- 805p 23cm ISBN 978-972-40-3193-4 (Broch.) : €45,00 Direito Civil Título I - Introdução 1. O Direito Civil como direito privado comum 2. Princípios fundamentais a. O Personalismo Ético b. O princípio da autonomia c. O princípio da responsabilidade d. O princípio da confiança e da aparência e. O princípio da boa fé f. O princípio da paridade jurídica g. O princípio da equivalência h. O reconhecimento da propriedade e a sua função i. O respeito pela família e pela sucessão por morte 3. Os dados extrajurídicos e as janelas do sistema: a natureza das coisas Título II - As pessoas Capítulo I - As pessoas singulares 4. A poersonalidade jurídica 5. O direito de personalidade 6. Direito objectivo e direito subjectivo de personalidade 7. Tutela jurídica da personalidade a. Em geral b. Tutela civil da personalidade c. A defesa da personalidade das pessoas já falecidas d. Direito de personalidade e autonomia privada 8. O direito à vida 9. O direito à integridade física e psíquica 10. O direito à inviolabilidade moral 11. O direito à honra 12. O direito à privacidade 13. O direito à identidade pessoal e ao nome 14. O direito à imagem 15. Início da personalidade jurídica e o estatuto jurídico do nascituro 16. O termo da personalidade jurídica: a morte 17. O estatuto jurídico do cadáver 18. A capacidade jurídica 19. Capacidade de gozo e capacidade de exercício 20. Capacidade e legitimidade 21. O estado civil 22. A esfera jurídica 23. O património 24. Domicílio e residência habitual 25. Estatuto jurídico da ausência 26. Curadoria provisória 27. Curadoria definitiva 28. Morte presumida 29. O regresso do ausente 30. Incapacideades 31. Incapacidades dos menores 32. A incapacidade dos interditos e dos inabilitados Capítulo II - As pessoas colectivas 33. O exercício jurídico, a contratualidade, a comunhão, a socialidade, a intituição e a personalização 34. Natureza da personalidade colectiva 35. O substracto, a organização e o reconhecimento das pessoas colectivas a. Substracto b. Elemento pessoal c. Elemento patrimonial d. Elemento teleológico e. Reconhecimento 36. A tipicidade das pessoas colectivas 37. Classificações das pessoas colectivas 38. A capacidade de gozo das pessoas colectivas 39. Limitações legais específicas à actuação de certas pessoas colectivas 40. O fim e o objecto social das pessoas colectivas 41. Capacidade de exercício ou organicidade nas pessoas colectivas 42. Organização das pessoas colectivas 43. Os actos ultra vires 44. A vinculação das pessoas colectivas 45. A responsabilidade das pessoas colectivas 46. A desconsideração da personalidade colectiva 47. As associações 48. As fundações 49. As sociedades civis simples a. O tipo da sociedade civil simples b. O problema da personalidade das sociedades civis simples c. Critério da personificação d. Diferenças de regime 50. As associações sem personalidade jurídica e as comissões especiais a. Associações sem personalidade b. O contrato e o fundo comum c. As comissões especiais Título III - Os bens 51. Bens jurídicos e coisas jurídicas 52. Noção e caracteristicas das coisas 53. Classificações das coisas 54. Coisas corpóreas e incorpóreas 55. Coisas no comércio e coisas fora do comércio 56. Coisas móveis e imóveis 57. Coisas simples e complexas; compostas e colectivas 58. Coisas fungíveis e infungíveis 59. Coisas consumíveis e inconsumíveis 60. Coisas divisíveis e indivisíveis 61. Coisas presentes e futuras 62. Coisas principais e acessórias 63. Coisas frutíferas e infrutíferas: os frutos 64. As benfeitorias Título IV - O exercício jurídico Capítulo I - Situações jurídicas, relações jurídicas e direitos subjectivos 65. Situações, relações e posições jurídicas a. Situações da vida e situações jurídicas b. Relações da vida e relações jurídicas c. Situações e relações socialmente típicas d. Posições jurídicas 66. Bem, interesse e poder a. Noção jurídica de bem b. Noção jurídica de interesse c. Noção jurídica de poder 67. Poderes de gozo, poderes creditícios e poderes potestativos a. Poderes de gozo b. Poderes creditícios c. Poderes potestativos 68. O direito em sentido objectivo e em sentido subjectivo a. Direito objectivo e direito subjectivo b. As raízes do direito subjectivo c. A vontade e o interesse no direito subjectivo 69. O direito como estrutura 70. O direito subjectivo como substância 71. Limites do direito subjectivo: o abuso do direito a. Contrariedade à boa fé i. Honeste agere ii. Alterum non laedere iii. Venire contra factum proprium b. Contrariedade aos bons costumes c. Desvio em relação ao fim social ou económico d. Tipos doutrinários tradicionais de abuso do direito i. Exceptio doli ii. Venire contra factum proprium iii. Inalegabilidades formais iv. Supressio (Verwirkung) e surrectio (Erwirkung) v. Tu quoque vi. Exercício em desequilíbrio e. Consequências jurídicas do abuso do direito 72. Conceito de direito subjectivo 73. Contitularidade de direitos subjectivos a. Em geral b. A compropriedade c. A contitularidade de direitos de crédito d. Contitularidade da participação social e. Outros tipos de contitularidade 74. Expectativas jurídicas 75. Exercício e tutela dos direitos subjectivos a. Colisão de direitos b. Acção directa c. Legítima defesa d. Estado de necessidade e. Consentimento do lesado 76. Vicissitudes das situações jurídicas e dos direitos subjectivos a. Constituição b. Modificação c. Disposição e extinção Capítulo II - A causa 77. As raízes da causa 78. Modalidades da causa a. Causa objectiva e causa subjectiva b. Causa classificativa e causa de juricidade c. Causa da atribuição patrimonial d. Causa da obrigação e. Causa do negócio jurídico f. Consideration 80. Causalidade e abstracção Capítulo III - A representação 81. O fenómeno representativo a. Representação e substituição b. Representação e legitimação c. Representação e interposição 82. Actuação em nome de outrem (contempatio domani) e actuação por conta de outrem 83. O interesse no agir representativo 84. A relação subjacente ou fundamental 85. O relacionamento interno e externo na representação 86. Representação legal, orgânica e voluntária a. Representação legal b. Representação orgânica c. Representação voluntária 87. Capacidade para o exercício representativo 88. Falta ou vícios da vontade e outros estados subjectivos relevantes 89. Justificação dos poderes do representante 90. Negócio consigo mesmo 91. Representação sem poderes e abuso da representação 92. A procuração 93. Outorga da procuração a. Procuração expressa b. Procuração tácita 94. Vicissitudes da procuração a. Instruções b. Modificações c. Revogação da procuração d. Extinção da procuração e. Eficácia interna e externa das vicissitudes da procuração 95. O substabelecimento 96. A forma da procuração Capítulo IV - O tempo e a estabilização das situações jurídicas 97. A evolução no tempo de situações jurídicas duradouras: a alteração de circunstâncias a. A doutrina da cláusula "rebus sic stantibus" b. Doutrina da pressuposição c. A doutrina da imprevisão d. A doutrina da base do negócio e. A doutrina do risco f. A doutrina da "frustration" g. A alteração de circunstâncias no direito português i. Em geral ii. A anormalidade da alteração de circunstâncias iii. A perturbação da justiça interna do contrato iv. O papel da boa fé v. O efeito da mora vi. A modificação do contrato vii. A resolução do contrato 98. A necessidade de estabilidade da vida jurídica e os processos de estabilização: prescrição, caducidade e não uso 99. A prescrição a. Prescrição comum e presuntiva b. Invocação da prescrição c. Início do prazo da prescrição d. Suspensão da prescrição e. Interrupção da prescrição 100. Caducidade a. Caducidade e autonomia privada b. Oficiosidade do conhecimento da caducidade c. Início e curso do prazo de caducidade 101. O não uso Título V - Os negócios jurídicos Capítulo I - Noções prévias 102. As acções 103. Os factos jurídicos "stricto sensu" a. Perspectiva substantiva silogística b. Perspectiva analógica e hermenêutica 104. Os actos jurídicos 105. Os negócios jurídicos a. O negócio jurídico como acto de autonomia privada b. O negócio jurídico como operador juscientífico c. O negócio jurídico como vontade e como declaração d. A vontade dos "efeitos jurídicos" e dos "efeitos práticos" e. O negócio como "facto" e como "valor" 106. Liberdade de celebração e liberdade de estipulação 107. Autonomia e heteronomia 108. Limites da autonomia privada e área objectiva de licitude 109. A ilicitude e as suas consequências. Invalidade e responsabilidade 110. Pressupostos dos negócios jurídicos a. As partes b. Capacidades c. Legitimidade d. Objecto Capítulo II - Classes de negócios jurídicos 111. Classe e classificação. Distinção do tipo 112. Negócios unilaterais e plurilaterais 113. Negócios "inter vivos" e "mortis causa" 114. Negócios consensuais e formais 115. Negócios pessoais e patrimoniais 116. Negócios obrigacionais, reais, familiares e sucessórios 117. Negócios sinalagmáticos 118. Negócios gratuitos e onerosos 119. Negócios comutativos, aleatórios e parciários 120. Negócios de administração e de disposição 121. Negócios causais e abstractos Capítulo III - Formação dos negócios jurídicos 122. A declaração negocial e a sua perfeição 123. A declaração expressa, a declaração tácita e o silêncio 124. A declaração negocial nos negócios entre presentes e entre ausentes 125. A proposta contratual e o convite a contratar a. A proposta de contrato b. O convite a contratar c. Eficácia vinculativa da proposta d. Revogação da proposta e. Morte ou incapacidade do proponente 126. A aceitação 127. Tipos de processo de contratação a. Proposta-aceitação b. Contratação sobre documento c. Contratação em leilão d. Contratação automática e. Venda por catálogo f. Contratação em auto-serviço g. Contratação electrónica 128. O consenso e o dissenso a. O consenso b. O dissenso 139. A culpa in contrahendo Capítulo IV - Os negócios unilaterais 130. Noção 131. Promessas unilaterais nuas: a promessa de cumprimento e o reconhecimento de dívida 132. Atipicidade dos negócios jurídicos unilaterais 133. A promessa ao público 134. Os concursos 135. As ofertas públicas de aquisição, de venda e de troca. Remissão Capítulo V - Os contratos 136. Noções 137. Tipos de contratos 138. O tipo contratual 139. Contratos típicos e atípicos 140. Contratos mistos a. Contratos puros e mistos i. Classificação tipológica: contratos mistos de tipo múltiplo e de tipo modificado ii. Classificação tradicional: contratos mistos combinados, de tipo duplo e em sentido estrito b. A absorção, a ccombinação, a analogia e a criação 141. União de contratos Capítulo VI - Interpretação e integração dos negócios jurídicos 142. Interpretação e integração a. A interpretação das declarações negociais b. A interpretação das declarações negociais 143. Critérios legais a. O critério geral do artigo 236.º do Código Civil b. A revância do carácter gratuito ou oneroso na interpretação c. A interpretação dos negócios formais d. A interpretação dos testamentos e. A interpretação das cláusulas contratuais gerais f. Regras sobre a integração das declarações negociais Capítulo VII - A qualificação dos negócios jurídicos 144. As definições legais dos tipos negociais a. O problema das definições b. Definições lexicais, definições estipulativas e redefinições c. Síntese 145. A qualificação a. A qualificação como juízo predicativo b. Os índices do tipo c. O juízo primário e o juízo secundário d. A correspondência ao tipo e a ordenação no tipo 146. Relevância da tipicidade ou atipicidade. A importância dos tipos de referência e dos tipos-padrão Capítulo VIII - O conteúdo dos negócios jurídicos 147. O conteúdo dos negócios jurídicos 148. Distinção entre conteúdo e objecto 149. A licitude do conteúdo a. Não contrariedade à Lei b. Não contrariadade à Moral c. Não contrariedade à Natureza d. Não contrariedade à Ordem Pública 150. A fraude à lei e os negócios fraudulentos 151. A dignidade de protecção legal 152. A doutrina dos elementos do negócio jurídico e processo substantivo: elementos essenciais, naturais e acidentais 153. O processo tipológico: a comparação, a graduação, a analogia e a criação 154. A condição a. Condições impróprias b. Condições ilícitas c. Comdições suspensivas e resolutivas d. Condições causais, potestativas e mistas e. Pendência da condição f. Verificação da condição g. Eficácia da condição h. Negócios incondicionais 155. O termo a. Termo inicial e termo final b. Termo certo e termo incerto c. Modo de contagem do termo d. Pendência do terno e. Negócios insusceptíveis da estipulação de termo 156. O modo a. Conteúdo do modo b. Regime legal do modo c. Distinção entre o modo e a condição 157. A lesão e a usura a. A lesão b. A viragem da lesão para a usura c. A usura como vício do conteúdo do negócio jurídico d. O requisito objecto da usura: o desiquilíbrio excessivo ou injustificado e. Requisito subjectivo atinente ao lesado: a inferioridade f. Requisito subjectivo atinente ao usurário: a exploração reprovável g. Consequência jurídica: a anulação ou a modificação 158. As cláusulas contratuais gerais a. Tipos de cláusulas contratuais gerais iníquas b. Nulidade das cláusulas contratuais gerais c. Acção inibitória 159. Negócios indirectos 160. Negócios fiduciários Capítulo IX - A vontade e a declaração negociais 161. A liberdade e esclarecimento como pressupostos da validade negocial 162. A falta de vontade negocial a. A coacção absoluta b. A falta de consistência da declaração c. As declarações não sérias d. A falta de vontade em cláusulas contratuais gerais 163. Vícios da vontade a. O erro i. Erro sobre a pessoa ou sobre o objecto do negócio ii. Erro sobre os motivos iii. Erro sobre a base do negócio iv. Síntese do sistema legal da relevância do erro espontâneo b. O dolo c. A coacção moral d. O estado de necessidade e a usura (remissão) e. A incapacidade acidental 164. Vícios da declaração a. A divergência entre a vontade e a declaração b. A simulação i. Realidade e aparência ii. Tipos de simulação iii. a simulação e a forma iv. Arguição da simulação v. Prova da simulação c. A reserva mental d. O erro na declaração e. Erro de cálculo ou de escrita f. Erro na transmissão da declaração Capítulo X - A forma dos negócios jurídicos 165. A forma 166. Forma e formalidades 167. Forma interna e forma externa 168. Forma "ad substantiam" e forma "ad probationem" 169. Forma legal, forma convencional e forma voluntária a. Forma legal b. Forma convencional c. Forma voluntária 170. A forma das estipulações e pactos acessórios a. As estipulações e pactos acessórios anteriores e contemporâneos b. As estipulações e pactos acessórios posteriores 171. A forma dos negócios atípicos 172. A consequência legal da falta de forma e o dever de formalização Capítulo XI - Valores negativos dos actos e negócios jurídicos 173. Inexistência 174. Invalidade: nulidade e anulabilidade a. Invalidade e desvalor do acto b. Interesse público e privado na invalidade c. Carácter originário ou superveniente d. Legitimidade e. Retroactividade f. Oponibilidade g. Caducidade h. Modo de arguição i. Confirmação e renovação j. Invalidades atípicas k. Simples irregularidades 175. Ineficácia simples Capítulo XII - O favor Negotii 176. O favor negotii 177. A redução 178. A conversão 179. O relacionamento entre a redução e a conversão 180. A superação judicial das invalidades formais Capítulo XIII - A extinção dos negócios jurídicos 181. A revogação 182. A resolução 183. A denúncia 184. A caducidade |