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Kadri, Omar Francisco Seixo O executivo legislador: o caso brasileiro.- Junho 2004.- Coimbra Editora.- 272p 23cm. - (Boletim da Faculdade de Direito) STVDIA IVRIDICA 79 ISBN 972-32-1249-8 (Broch.) : Oferta Direito Constitucional PARTE I - A ORGANIZAÇÃO CONSTITUCIONAL DO PODER DO ESTADO TÍTULO I - A SEPARAÇÃO DE PODERES CAPÍTULO ÚNICO A separação e Interdependência de poderes como princípio estruturante da organização do poder do Estado TÍTULO II - A ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO PODER DO ESTADO CAPÍTULO I 1. A dimensão operatória do princípio da divisão de poderes 1.1. Uma distribuição de funções organicamente adequada 1.2. Uma distribuição de competência funcionalmente ajustada CAPÍTULO 2 2. A atribuição de um Núcleo Funcional Essencial aos órgãos de soberania CAPÍTULO 3 3. A limitação do poder através da medida jurídica e a garantia da protecção da esfera jurídico-subjectiva TÍTULO III - A ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL DO PODER DO ESTADO CAPÍTULO 1 1. A forma de identificação do regime de governo 1.1. Os critérios da distribuição recíproca de poder e do controle interorgânico entre os órgãos de soberania CAPÍTULO 2 2. As caracteristicas essenciais do regime de governo descrito pela Constituição Brasileira de 1988: O Regime Presidencialista de Governo 2.1. A ampla autonomia política do Presidente da República 2.2. A responsabilidade política do Presidente da República 2.3. A legitimidade democrática directa do Presidente da República CAPÍTULO 3 3. Interdependência orgânico-funcional: A relação de coordenação funcional entre os órgãos políticos (Executivo e legislativo) 3.1. A intercomunicabilidade orgânico-funcional secundária: coordenação por mecanismos controlantes/cooperantes de poder 3.2. O significado do poder de veto no regime de governo presidencialista brasileiro PARTE II - A ACTIVIDADE LEGISLATIVA DO EXECUTIVO TÍTULO I - O EXECUTIVO E A ATIVIDADE LEGISLATIVA DO PARLAMENTO Questão de Ordem Questão preliminar: a opção metodológica pela terminologia procedimento legislativo CAPÍTULO 1 1. A participação do executivo no procedimento de elaboração das leis parlamentares 1.1. A iniciativa 1.2. Sanção e veto 1.3. Promulgação e publicação CAPÍTULO 2 2. Meios de intervenção do executivo na atividade legislativa do parlamento 2.1. Os meios de intervenção como instrumentos vocacionados a influenciar materialmente o procedimento legislativo 2.2. A prioridade do procedimento legislativo através da solicitação de urgência do Presidente da República TÍTULO II - O EXECUTIVO LEGISLADOR AUTORIZADO: A LEGISLAÇÃO DELEGADA Considerações iniciais CAPÍTULO 1 1. O ato legislativo parlamentar de delegação 1.1. Natureza da Delegação 1.2. Natureza da lei de delegação 1.3. O conteúdo do ato de delegação: requisitos internos e externos 1.4. a função do ato legislativo parlamentar de delegação em relação ao conteúdo: o duplo grau de controle material preventivo sobre o projecto de lei delegada CAPÍTULO 2 2. Cessação de vigência da autorização legislativa CAPÍTULO 3 3. Matérias vedadas à delegação çlegislativa: os limites materiais objectivos CAPÍTULO 4 4. A lei delegada 4.1. Natureza da lei delegada 4.2. Modalidades de leis delegadas em razão da fase constitutiva do procedimento legislativo parlamentar de delegação CAPÍTULO 5 5. Controle político sucessivo TÍTULO III - O EXECUTIVO LEGISLADOR INDEPENDENTE: A LEGISLAÇÃO DE RELEVÂNCIA E URGÊNCIA CAPÍTULO 1 1. Pré-compreensões político-ideológicas CAPÍTULO 2 2. O modelo inspirador: os Decreti-leggi na Constituição Italiana de 1947 2.1. Algumas considerações 2.2. Em torno da Responsabilidade política do Governo 2.3. As providências provisórias como Iter no procedimento de formação dos Decretos-Leis: a competência do Presidente da República para emanar Decretos com força de Lei 2.4. Da irresponsabilidade política do Presidente da República pela emanação de Decretos-Leis 2.5. A função controlante do Presidente da República sobre os Decretos-Leis adoptados pelo governo CAPÍTULO 3 3. As medidas provisórias 3.1. Natureza das medidas provisórias: o difícil consenso doutrinário 3.2. A natureza legislativa das medidas provisórias: o ponto de partida CAPÍTULO 4 4. O núcleo central da fórmula constitucional: a cláusula relevância e urgência 4.1. O recurso constitucional a cláusulas abertas e indeterminadas: um dado irrenunciável da cultura jurídico-constitucional contemporânea 4.2. A interpretação da fórmula constitucional 4.3. A fórmula do artigo 62 da Constituição federal: um enunciado linguisticamente simplificado 4.3.1. Relevância 4.3.2. Urgência CAPÍTULO 5 5. Plano de eficácia das medidas provisórias 5.1. A força formal de lei 5.2. A transitoriedade das medidas provisórias no ordenamento jurídico 5.3. Eficácia precária 5.4. Eficácia não retroactiva CAPÍTULO 6 6. Os limites à edição das medidas provisórias 6.1. Restrições explícitas 6.2. Restrições implicitas ou decorrentes do sistema constitucional CAPÍTULO 7 7. Ainda sobre as limitações: o problema da reedição CAPÍTULO 8 8. A intervenção do Parlamento sobre as medidas provisórias: seu alcance e efeitos 8.1. O significado político-constitucional da intervenção do parlamento 8.2. O controle parlamentar sobre a cláusula relevância e urgência 8.3. O procedimento de intervenção parlamentar e suas variantes objectivas: rejeição e conversão em lei 8.3.1. A rejeição: o dever constitucionalmente imposto ao Congresso Nacional de disciplinar as relações jurídicas decorrentes de medidas provisórias não convertidas em lei 8.3.2. A conversão em lei 8.3.2.1. Âmbito material de validade da lei de conversão 8.3.2.2. O plano de eficácia da lei de conversão 8.3.2.3. A apresentação de emendas ao projecto de lei de conversão e o poder de veto do Presidente da República CAPÍTULO 9 9. A fiscalização jurídico-constitucional da cláusula relevância e urgência: em que medida o Supremo Tribunal Federal tem fiscalizado conceitos políticos indeterminados EM TERMOS DE CONCLUSÃO 1. O executivo legislador e o cosmos constitucional 1.1. Um olhar macrocósmico: o significado do executivo legislador na estruturação organizatório-funcional do Estado 1.2. Um olhar microcósmico: a ampliação da função legislativa do poder executivo 2. A patologia do desiquilíbrio: o abuso da utilização de medidas provisórias por parte do executivo ANEXO MEDIDAS PROVISÓRIAS QUADROS ESTÁTISTICOS POR GOVERNOS DESDE A PROMULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DE 1988 Quadro I - Governo José Sarnei (15-03-1985 a 15-03-1990) Quadro II - Governo Fernando Collor de Mello (15-03-1990 a 29-12-1992) Quadro III - Governo Itamar Franco (29-12-1992 a 01-01-1995) Quadro IV - 1.º Governo Fernando Henrique Cardoso (01-01-1995 a 01-01-1999) Quadro V - 2.º Governo Fernando Henrique Cardoso (01-01-1999 a 31-12-2003) Quadro VI - Governo Fernando Henrique Cardoso (Panorama Global) Quadro Estatístico Geral - Desde a entrada em vigor da Constituição de 1988 |