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Cordeiro, António Meneses Litigância de má fé, abuso do direito de acção e culpa "in agendo".- Dezembro 2005.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina.- 226p 23cm Estudo de direito civil e de direito processual civil, como exemplo no requerimento infundado da insolvência, à luz do código de 2004 ISBN ? (Broch.) : €15,00 Direito Civil 1º Introdução 1. Direito de acção e sujeição à acção 2. Acções danosas; os remédios 3. A importância do tema Capítulo I - A litigância de má fé § 2º Origem e evolução 4. Oribem 5. Evolução até aos códigos recentes 6. O Código Alberto do Reis (1939) 7. O Código de 1961 e a reforma de 1995 § 3º Configuração, regime e natureza 8. Configuração e aspectos do regime 9. Natureza Capítulo II - O abuso do direito de acção § 4º Generalidades e evolução 10. Generalidades 11. Aemulatio, exceptio doli e temeritas processual 12. A tradição francesa 13. A tradição alemã 14. A recepção em Portugal § 5º A concretização do abuso no Direito português 15. As fases de implantação jurisprudencial 16. Venire contra factum proprium 17. Inalegabilidade 18. Suppressio 19. Tu quoque 20. Desequilíbrio § 6º A construção do abuso do direito 21. Generalidades: as teorias 22. As teorias internas; versões comuns 23. As teorias externas 24. Posição adoptada; a disfuncionalidade intra-subjectiva e o papel do sistema § 7º Regime 25. O abuso como concretização da boa fé 26. Âmbito, conhecimento oficioso, objectividade e consequências 27. Balanço e tendências recentes § 8º O abuso do direito no processo 28. A boa fé no processo civil 29. Concretizações do abuso do direito de acção 30. A relevância substantiva das situações processuais 31. Consequências e regime 32. Abuso do direito de acção e litigância de má fé Capítulo III - A responsabilidade pela acção ou culpa in agendo § 9º Generalidades e evolução histórica 33. Generalidades; a culpa in agendo 34. As XII Tábuas e a Lex Aequilia; os pressupostos 35. Evolução subsequente; o modelo francês (faute) 36. O modelo alemão (culpa e ilicitude) § 10º O sistema português 37. Pré-codificação e Código de Seabra 38. Guilherme Moreira e a recepção do modelo alemão 39. O Código Vaz Serra 40. Vantagens e defesa do sistema português § 11º A admissibilidade da culpa in agendo 41. A orientação contrária 42. O reconhecimento da aplicabilidade da responsabilidade aquiliana 43. Um problema de responsabilidade § 12º A culpa in agendo no Direito português 44. A consagração da figura 45. A acção como incumprimento ou como acto ilícito § 13.º Caracterização da culpa in agendo 46. Previsões específicas 47. Previsões genéricas; incumprimento e violação de direitos ou de normas de protecção 48. Concretização 49. Culpa in agendo e litigância de má fé Capítulo IV - Litigância de má fé, abuso do direito de acção e culpa in agendo § 14º Quadro geral 50. Generalidades; pressupostos 51. Particularidades do regime 52. Consequências Capítulo V - A responsabilidade do requerente da insolvância § 15º Interesse do tema e sua evolução 53. O problema 54. Do Código Ferreira Borges (1833) ao Código de Processo Comercial de 1905 55. Do Código de Falências de 1935 ao Código de Processo Civil de 1961 56. O Código dos Processos Especiais de Recuperação de Empresa e de Falência (1933) § 16º O novo Direito da insolvência 57. Aspectos gerais; Direito romano e Direito comparado 58. A experiência portuguesa 59. As reformas recentes 60. Insolvência e Direito da insolvência 61. O Código da Insolvência de 2004: medidas inovatórias § 17º Culpa in agendo no requerimento da insolvência 62. Parâmetros evolutivos a reter 63. O artigo 22º do CIRE: interpretação 64. A aplicabilidade da tríade: litigância de má fé, abuso do direito de acção e culpa in agendo |