11D Monografia 1849 | |
Monteiro, António Pinto Cláusula penal e indemnização.- Outubro de 1999.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina.- 798p 23cm. - (Reimpressão da obra publicada em 1990. Colecção teses) ISBN 972-40-0463-5 (Broch.) : €31,42 Direito Civil Introdução - O PROBLEMA 1. Enunciado das questões 2. Linha de investigação Capítulo I - PROBLEMAS DE QUALIFICAÇÃO 3. Sequência Secção I - Noções Preliminares e Caracterização Geral 4. Problemas que a cláusula penal visa resolver 4.1. Função indemnizatória 4.2. Função coercitiva ou compulsória 4.3. Função punitiva da cláusula penal? 4.4. Função disciplinar? 5. Estrutura 5.1. Sujeitos 5.1.1. O problema da determinação da pena 5.2. Objecto 5.2.1. O problema da patrimonialidade da pena 5.2.2. A pena enquanto perda ou preclusão de determinado direito ("Verfallklausel") 5.3. Consentimento 5.3.1. Medidas punitivas contra furtos em estabelecimentos comerciais ("Warenhausdiebstähle" / "Ladendiebstähle") 5.3.1.1. Prestação do consentimento em contratos de adesão 5.3.2. A chamada "cláusula penal testamentária" 6. Acessoriedade 6.1. Cláusula penal e obrigações naturais 6.2. A pena independente 7. Obrigação com faculdade alternativa "a parte creditoris" Secção II - Delimitação Perante Figuras Próximas 8. Sequência Subsecção I - Sanção pecuniária compulsória (art.º-A do Código Civil) 9. Esclarecimento prévio 10. Razões que estão na sua genese 11. Experiência de direito comparado 12. Regime da sanção pecuniária compulsória: breve apreciação 12.1. A espécie consagrada no n.º 4 do art. 829.º-A 13. Confronto com a cláusula penal Subsecção II - Sanções de índole disciplinar 14. Enunciado do problema 15. Estado da questão no direito comparado 16. Teses conflituantes e argumentos em que se apoiam 16.1. Pena associativa ("Vereinsstrafe") 16.2. Pena estabelecida pela empresa ("Betriefsstrafe") 17. Posição adoptada: confronto com a cláusula penal Subsecção III - Sinal 18. Noções e modalidades 19. Breve referência histórica 20. Fisionomia do sinal no direito comparado 21. Fisionomia do sinal no Código Civil português 22. Confronto do sinal e da multa penitencial com a clausula penal 23. Confronto da compensação de imobilização ("indemnité d'immobilisation"), no contrato-promessa unilateral e no pacto de opção, com a cláusula penal 24. O problema da aplicação do art. 812.º ao sinal 25. O problema da aplicação do art. 812.º à compensação de imobilização e à pena independente Subsecção IV - Cláusula limitativa da indemnização 26. Noção 27. O problema da sua validade 28. Interpretação restritiva do art. 809.º 28.1. Razões determinantes desta norma 28.2. Compatibilização da "ratio" do art. 809.º com a validade da cláusula de exclusão por culpa leve 28.3. Consideração dos elementos literais, histórico e sistemático 28.4. Conclusão 29. Validade da cláusula limitativa "ex vi" art. 810.º 30. Confronto com a cláusula penal Subsecção V. - Cláusula de garantia 31. Noção 32. Delimitação perante o contrato autónomo de garantia 33. Confronto com a cláusula penal: indispensabilidade do requisito da culpa Secção III - Modalidades 34. Enunciado e remissão Capítulo II - PROBLEMAS DE CONSTRUÇÃO 35.Sequência Secção I - Perspectiva Tradicional: Concepção da Cláusula Penal como Figura Unitária, Bifuncional e de Natureza Indemnizatória 36. Posição dominante Subsecção I - A tese da dupla função e o problema da natureza jurídica da cláusula penal 37. A tese da dupla função 38. O seu generalizado acolhimento legislativo 39. Posição do Código Civil de 1966 40. Natureza jurídica 40.1 Tese indemnizatória 40.2. Tese punitiva 40.3. Doutrina da natureza mista Subsecção II - Evolução histórica 41. Sequência 42. Sentido da cláusula penal no direito romano 43. Doutrina dos canonistas da Idade Média 44. Triunfo da concepção indemnizatória nos primeiros Códigos da era moderna e no sistema do "common law" 45. Apogeu da tese da dupla função e despontar da doutrina da natureza mista 46. A cláusula penal no direito português: das Ordenações ao Código Civil de 1966 Secção II - Superação do Modelo Unitário: Cláusula Penal e Cláusula de Fixação Antecipada da Indemnização 47. Fisionomia da cláusula penal após as alterações legislativas de 1980 e de 1983 47.1. O problema do cúmulo da pena com o cumprimento e o critério da identidade de interesses 47.2. O problema do cúmulo da pena com a indemnização e sentido do acordo sobre a reparação pelo dano excedente 47.3. A limitação introduzida pelo n.º 3 do art.º 811.º 47.4. Conclusão: abandono da concepção da cláusula penal como "indemnização sancionatória " 48. O Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de Novembro de 1983 e tomadas de posição da doutrina 49. O modelo unitário em crise 49.1. Direito anglo-americano: "penalty clause" e "liquidação damages clause" 49.2. Direito alemão: "Vertragsstrafe" e "Schadensersatzpauschalierung" (ou "pauschalierter Schadensersatz") 49.3. Direito francês: "clause pénale" e "clause de dommages-intérêts" 49.4. Direito italiano: "clausola penale" e "liquidazione convenzionale del danno" 50. Conclusão Secção III - Superação do Modelo Indemnizatório e da Tese da Dupla Função 51. Espécie de cláusula penal prevista nos art.s 810.º e 812.º 52. Diferenciação, pelo Decreto-Lei n.º 446/85, entre a cláusula penal e a cláusula de fixação antecipada do montante da indemnização? 53. Espécies de cláusulas penais: em sentido estrito, puramente compulsória e enquanto fixação antecipada do montante da indemnização 54. Cláusula penal em sentido estrito e como fixação antecipada do montante da indemnização: razões, critério e efeitos desta diferenciação 55. A questão da natureza jurídica da cláusula penal 56. Conclusão Capítulo III - PROBLEMAS DE REGIME 57. Sequência Secção I - Direitos do Credor 58. Direito à pena 59. Cumprimento e execução específica 60. Obrigação de indemnização 61. Reparação pelo dano excedente 62. Problema do cúmulo Secção II - Controlo da Cláusula Penal 63. Importância do problema 64. Controlo geral 65. Redução da pena 65.1. Âmbito do art. 812.º 65.2. Pressupostos 65.3. Critério de redução 66. Regime especial dos contratos de adesão Conclusão |