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Lobo, Mário Tavarela Manual do direito de águas - volume II.- 2.ª Edição, Outubro 1999.- Coimbra Editora, Ldª.- 601p 24cm Edição revista e ampliada ISBN 972-32-0925-X (Broch.) : €26,19 Direito Civil TÍTULO V - Do Uso das Águas Particulares Capítulo I - Disposições Gerais 372. Metodologia adoptada Capítulo II - Fontes ou Nascentes §1.º Noções gerais I - Conceito 373. Significado jurídico. Significado vulgar ou de uso comum 374. Natureza do direito sobre as fontes ou nascentes II - Direitos do dono da nascente 375. Direito de uso 376. Direito de disposição 377. Direito de derivação §2.º Limites do direito à nascente. Restrições I - Direitos dos prédios inferiores 378. Noção de limites 379. Precaridade do direito dos prédios inferiores 380. O novo aproveitamento e o abuso de direito 381. O direito eventual e sucessivo e as relações entre os proprietários inferiores, e a usucapião II - Proibição de mudança do curso costumado. Protecção aos gastos domésticos 382. Regime proteccionista dos gastos domésticos. Disposições gerais 383. Objecto da restrição: nascentes naturais ou artificiais; águas cedidas a terceiros; àguas vivas ou mortas 384. Necessidade da água. Caducidade da restrição. Tolerância do uso 385. Caudal disponivel. Liberdade de uso e disposição 386. Curso costumado. Conceito 387. Povoação ou casal 388. Gastos domésticos. Amplitude 389. Inexistência de justo tídulo. Posse de cinco anos. Indemnização III - Nascentes «caput fluminis». Uma limitação? 390. O «caput fluminis» e a natureza jurídica da água 391. Solução adoptada §3.º Limites do direito à nascente (cont.) Direitos adquiridos 392. Direito á água: direito de propriedade; direito de servidão 393. Diversidade de poderes dos títulares 394. O princípio da inseparabilidade» e seus desvios no domínio das servidões de água 395. Servidões distintas e autónomas. Multiplicidade de servidões IV - Licença prévia para a captação de águas superficiais e exploração de águas subterrâneas 395.A. Licença prévia para captação e exportação de água §4.º Títulos de aquisição I - Definição e alcance 396. Elenco II - Usucapião 397. Posse da água. Contagem do prazo. Posse imemorial 398. Obra do homem. Inequivocidade; sua prova 399. Visibilidade e permanência. Noção 400. Captação e posse. Seu significado 401. Localização e autoria das obras 401.A. Irrelevância da oposição não seguida. A usucapião nas águas vertentes III - Destinação do pai de família. Destinação simples ou sem sinais A) - Destinação do pai de família 402. Os sinais e a protecção de terceiro B) - Destinação simples ou sem sinais 403. O fundamento da vontade presumida das partes 404. Direito de servidão, não de condomínio 405. O adminiculum da servidão de aqueduto ou rego 406. A destinação simples na separação de prédios 407. Aplicação do instituto a outros fins 407.A. Conciliação dos arts. 1389.º (Fontes e nascentes), 1390.º, n.º 3 (Divisão ou partilha), e 1549.º (Destinação do pai de família) IV - O «caput aque» e os direitos de terceiro 408. O «caput fontis», o «caput fluminis» e os direitos de terceiro Capítulo III - Uso das Águas Pluviais e Lacustres Particulares I - Águas pluviais 409. Represamento; limitações. Aproveitamento noutro prédio; servidão de aqueduto 410. Escoamento natural. Proibição de desvio das águas. Servidão de escoamento 411. Títulos aquisitivos. Direitos adquiridos 412. Direitos dos prédios inferiores. Restrições ao uso das águas II - Águas de lagos e lagoas 413. Aquisição do direito dor terceiros 414. Direito às águas vertentes. Mudança do curso costumado Capítulo IV - Utilização das Águas Subterrâneas Particulares §1.º Noções gerais 415. Direito de exploração. Poderes do proprietário e do usufrutuário 416. Meios de exploração. Cautelas ou precauções. Limites §2.º Regime Jurídico da exploração I - Direitos de terceiro 417. Princípio da liberdade. Restrições e conflito de interesses 418. Doutrina romanista e de Lobão 419. Doutrina italiana 420. Doutrina de Guilherme Moreira: infiltrações naturais; infiltrações provocadas 421. Solução legal adoptada 421.A. Solução legal adoptada face ao Dec.-Lei n.º 46/94 (cont.) 422. Os títulos de aquisição nos diversos regimes jurídicos 423. Alienação de uma nascente. Efeitos 424. Atribuição do direito de exploração. Natureza jurídica. Presunção legal. Abuso de direito 424.A. Autorização verbal para exploração de águas subterrâneas. Seu valor jurídico 425. Exploração pelo comproprietário; direitos adquiridos 426. Forma e inscrição registral. Restrições e conflito de interesses. A exploração de minas e as águas subterrâneas II - Alteração ou diminuição das águas de fontes ou reservatórios destinados a uso público 427. Regime proteccionista do uso público 428. Âmbito do art. 1396.º: águas destinadas a uso público 429. Disciplina das águas sobejas. Desvio de poder 430. Reposição no estado anterior 431. Início temporal da restrição 432. Legitimidade processual. Acção popular III - Licença para a abertura de poços e furos 433. Controlo administrativo. Sua influência na natureza jurídica da água Capítulo V - Águas originariamente públicas. Aproveitamento 434. Preceitos legais aplicáveis 435. Princípio da inseparabilidade. Consequências jurídicas e práticas 436. Princípio da caducidade. Abandono. Uso proveitoso 437. Reversão para o domínio público. Efeitos TÍTULO VI - Condomínio das Águas Capítulo I - Noções Gerais 438. Compropriedade das águas e das obras correlativas 439. Legitimidade para requerer a divisão. Da compropriedade ao condomínio Capítulo II - Despesas de conservação 440. Distrivioção dos encargos. Obras e trabalhos de pesquisa; noção 441. Titulares passivos da obrigação 442. Iniciativa das obras; casos urgentes. Renúncia à água; efeitos Capítulo III - Divisão de Águas §1.º Factores da divisão, Convenção de indivisão 443. Titulares do direito à divisão. Espécies de águas a dividir 444. Factores a atender na divisão. Acção competente 445. Águas pré-ocupadas das levadas; sua divisão. Águas dos aquedutos. Participação do serviente nas excedentes 446. Sistema de divisão; a) caudal; b) tempo; c) misto 447. Inviabilidade de nova divisão §2.º Costumes na divisão de águas 448. Noção de costumes. Requisitos de validade 449. Sentido e alcance. Força probatória 450. Força vinculativa dos costumes 451. Costumes abolidos 452. Conceito de indivisão. Casos duvidosos 453. Implementação dos títulos §3.º Processos de divisão 454. Divisão amigável 455. Divisão judicial 456. Divisão administrativa 457. Registo de águas e servidões SEGUNDA PARTE - Servidões de Águas Título I - Servidões Prediais de Águas Capítulo I - Disposições gerais §1.º Conceito de servidão 458. Antecedentes históricos. Conceito de servidão 459. Noção de prédio 460. Fracionamento ou limitação da propriedade? 461. A servidão do proprietário e o princípio de «nemini res sua servit» 462. Servidão e compropriedade 463. Servidão recíproca 464. Vizinhança («vicinitas») 465. Servidões prediais e pessoais. Distinção 466. Elementos estruturais de servidão §2.º Conteúdo do direito de servidão 467. Utilidade; noções e espécies. Comodidade e amenidade 468. Servidão industrial 469. Servidão desnecessária 470. Servidão excessivamente onerosa 471. Imóveis excluidos da servidão 472. Servidões irregulares. Servidões administrativas Capítulo II - Caracteres Fundamentais das Servidões §1.º Inseparabilidade 473. Noção e alcance. A inalienabilidade e a impenhorabilidade das servidões 474. A mudança da servidão como excepção ao princípio da inseparabilidade 475. A inseparabilidade e os frutos ou produtos como conteúdo da servidão 476. O problema da água. Á água como conteúdo da servidão predial §2.º Indivisibilidade I - Noções gerais 477. Conceito. Consagração legislativa II - Efeitos 478. A) Divisão de prédios 479. B) Ampliação de prédios 480. C) Reflexos na compropriedade 481. D) Exercício parcial, renúncia e extinção das servidões Capítulo III - Distinção das Servidões §1.º Aparentes e não aparentes 482. Importância da distinção. Notícia histórica 483. Sinais visíveis e permanentes. Destruição da sua equivocidade 484. Destinação das obras e sinais ao exercício da servidão? §2.º Contínuas e descontínuas 485. Interesse restrito da distinção. Origem 786. Definição. O facto do homem e seus requisitos §3.º Rústicas e urbanas 487. Distinção romanística. Critério distintivo §4.º Afirmativa e negativas 488. Irrelevância se efeitos jurídicos 489. Natureza destas servidões §5.º Servidões de uso e de fruição 490. Distinção. Consagração no direito português Capítulo IV - Constituição das servidões. Princípios gerais 491. Do Código Civil de 1867 ao novo Código Civil de 1966 492. Distinção das servidões em voluntárias e legais 493. Constituição a título derivativo e a título originário Secção I - Servidões Voluntárias Subsecção I - Constituição a título derivativo §1.º Contrato 494. Eficácia real. Menções obrigatórias do título 495. I - A servidão como objecto principal 496. II - A servidão como objecto duma cláusula acessória 497. Proprietário pleno 498. Comproprietário 499. Nu proprietário 500. Usufrutuário 501. Superficiário 502. Arrendatário 503. Objecto do Contrato. Forma e registo §2.º Testamento 504. Modalidades de constituição 505. O testamento e a modificação da servidão §3.º Título recognitivo 506. Função e requisitos. Âmbito de aplicação 507. Eficácia recognitiva constitutiva 508. Efeitos retroactivos. Forma e registo Subsecção II - Constituição a título originário §1.º Usucapião 509. Usucapibilidade das servidões descontínuas 510. Visibilidade e caracteristicas dos sinais 511. Requisitos da posse. O prazo e o seu início 512. Conteúdo usucapível. O agravamento ou ampliação da servidão 513. Legitimidade activa §2.º Destinação do pai de família I - Noções gerais 514. Conceito. A servidão do proprietário e a servidão latente ou causal 515. Origem e evolução histórica 516. A destinação do pai de família e a destinação do antigo proprietário 517. Extensão e limites. Vantagens e inconvenientes 518. Fundamento II - Elementos estruturais da destinação. Pressupostos A) Primeiro pressuposto: terem os prédios ou fracções pertencido ao mesmo dono 519. Enumeração 520. A) Primeiro pressuposto: a) significado de «dois prédios» e «mesmo dono»; b) compropriedade 521. Valor dos sinais postos por outros sujeitos B) Segundo pressuposto: relação estável de serventia, revelada por sinais visíveis e permanentes 522. B) Segundo pressuposto: relação estável de serventia 523. Visibilidade dos sinais. Doutrina de Sismoncelli 524. Permanência e precaridade dos sinais 525. Inequivocidade do estado dos sinais 526. Conhecimento do eatado de serventia. Valor da intenção 527. A destinação e o renascimento das servidões C) Treceiro pressuposto: separação jurídica dos prédios ou fracções e inexistência, no documento, de declaração contrária à destinação 528. a) Separação Jurídica. Formas e efeitos 529. Destinações anuláveis e casos similares 530. b) I - Documento da cláusula contrária. Cláusulas gerais 531. II - Omissão de referência a outras servidões causais 532. III - Invocação de vários títulos. Cláusula de conteúdo diverso III - Prova da destinação 533. Meios. «Ónus probandi» 534. Presunção do art. 1549.º Sua natureza jurídica 535. Interpretação do documento. Prova complementar. Registo IV - Figuras paralelas a destinação do pai de família 536. Destinação simples ou sem sinais Secção II - Servidões Legais 537. A servidão legal como direito potestativo 538. Sentença judicial; processo. Decisão administrativa Capítulo V - Exercício das Servidões §1.º Modo de exercício e extensão da servidãao I - Modo de exercício 539. Vicissitudes da servidão. Regulação do modo de exercício II - Extensão da servidão 540. Conteúdo da servidão. Sua determinação 541. Insuficiência do título; normas supletivas 542. Os «adminicula servitutis» Tipos ou categorias 543. Cláusulas negatórias dos «adminicula». Seu valor 544. As necessidades normais e previsíveis e o menor prejuízo §2.º Obras no prédio serviente e encargo das obras I - Obras no prédio serviente 545. Inovações e obras. Sua influência na onorosidade da servidão 546. O tempo e o modo de realização das obras II - Encargo das obras 547. Custeamento, execução e propriedade das obras 548. Renúncia ou abandono liberatório §3.º Mudança e alteração de servidão I - Noções gerais 549. Factos modificativos da servidão 550. Títulos modificativos. Registo II - Mudança de servidão. Pressupostos 551. Modalidade e pressupostos de mudança 552. A) Primeiro pressuposto: conveniência do prédio serviente; inexistência de prejuízo 553. a) Mudança para outro sítio do mesmo prédio. Noção de «locus servitutis» 554. b) Mudança para outro prédio, contíguo ou não 555. Conceito de prédio 556. B) Segundo pressuposto: vantagem do prédio dominante e isenção de prejuízo 557. Noção de prejuízo 558. C) Terceiro pressuposto: mudança para prédio de terceiro e seu consentimento 559. Novo prédio. Novo sujeito da servidão 560. D. Quarto pressuposto: Custo da mudança. Encargo das despesas III - Efeitos e reflexos 561. Modificação objectiva ou extinção da servidão 562. Anulação ou resolução do acto constitutivo 563. A divisão dos prédios e a mudança 564. Imprescritibilidade e irrenunciabilidade do direito 565. Âmbito da faculdade de mudança: a) quaisquer títulos; b) quaisquer servidões 566. Efeitos fiscais IV - Casos duvidosos 567. Os «adminicula» e a mudança de sítio 568. Mudança de sítio ou alteração de modo? 569. A mudança e o abuso de direito 570. Mudança ilícita; reposição da legalidade V - Alteração do modo e do tempo 571. Conceito de modo. Sua diferenciação do «modus servitutis» 572. Noção de tempo 573. Admissibilidade da alteração do modo e do tempo 574. Alteração unilateral; alteração judicial; alteração tácita 575. A alteração do modo no direito de tapagem Capítulo VI - Extinção das Servidões §1.º Factos estintivos da servidão 576. Enumeração e noções gerais §2.º Confusão 577. Considerações gerais 578. Ressalva dos interesses de terceiros §3.º Não uso 579. Conceito e autonomia. Inaplicabilidade das regras de suspensão e interrupção 580. Começo e interrupção do prazo. Contafem nas servidões intermitentes 581. Uso por um só comproprietário; consequências 582. Impossibilidade de exercício 583. Exercício parcial 584. Exercício em épocas diversas §4.º «Usucapião libertatis» 585. Requisitos: oposição e decurso do prazo §5. Renúncia 586. Efeitos. Formas. Direitos de terceiros §6.º Decurso do prazo 587. Extinção das servidões temporárias §7.º Desnecessidade 588. A desnecessidade. Sua relevância no âmbito da usucapião e das servidões legais 589. O problema na destinação do pai de família e nas servidões contratuais 590. Solução adoptada 591. Renúncia ao direito de pedir a extinção por desnecessidade 591.A. Desnecessidade superveniente. Sua relevância §8.º Remissão Judicial Outras causas de extinção 592. Resgate ou remissão judicial Capítulo VII - Fornecimento Coactivo de Água a um Edifício e a um Prédio §1.º Novas servidões legais de água Noções gerais 593. Fundamento. O conteúdo e a aervidão «aquuae haustus» §2.º Elementos estruturais I - Aproveitamento de águas para gastos domésticos 594. Pressupostos 595. Preferências 596. Prédios isentos II - Aproveitamento de águas para fins agrícolas 597. Identidade de pressupostos. Casos duvidosos 598. Águas de concessão e subterrâneas. Isenção do ónus §3.º Disposições comuns 599. Legitimidade 600. Indemnização 601. Remissão judicial. Motivo justificativo; noção 601. Remissão para fins voluptuários ou ornamentais? 602.A. Redução da servidão Capítulo VIII - Servidão de presa §1.º Ideias gerais 603. Conceito, caracteres e objecto 604. Direito de servidão de presa. Direito de presa. Sua distinção 605. Distinção das servidões de aqueduto e «aquuae haustus» 606. Continuação. Sinais nas servidões aparentes 607. A boca de presa e o conteúdo da servidão §2.º Servidão legal de presa nas águas particulares 608. A servidão de presa como servidão de «frui». Âmbito da servidão legal 609. Processo competente §3.º Servidão legal de presa nas águas públicas I - Correntes públicas 610. Conteúdo da servidão legal. Servidão de travamento de presa 611. Direito à àgua. Sua natureza 612. Prédios isentos 613. Indemnizações. Processo 614. Divisão de prédios. Aproveitamento da água pelas glebas 615. Utilização das obras pelos proprietários servientes e por terceiros II - Outras águas públicas 616. Princípios aplicáveis 617. Superintendência dos Serviços Hidráulicos §4.º Exercício, alteração e extinção da servidão de presa I - Normas supletivas 618. Obras. Volume da água. Fim da concessão 619. Propriedade do terreno da presa. Casos duvidosos II - Redução e aumento do caudal 620. Diminuição do caudal. Pressupostos da redução 621. Aumento do caudal. Alteração do exercício da servidão §5.º Servidões afins da servidão de presa I - Servidão «aquae haustus» (Tirar água) 622. Noção e conteúdo. Distinção de outros direitos 623. O «adminiculum» da passagem. Possibilidade de substituição 624. Exercício e gastos domésticos. Extinção II - Servidão «pecoris ad aquam adpulsus» (bebedouro) 625. Conceito. Afinidade com servidão «aquae haustus» III - Servidão de lavar e corar roupa 626. Distinção de outros direitos. Constiuição e exercício IV - Servidão de presa. Servidões afins. Analogia e diferenças 627. Afinidade e diferenças essenciais 628. Servidões afins. Constituição por usucapião e por destinação do pai de família Capítulo IX - Servidão de Aqueduto §1.ª Disposições gerais 629. Conceito. Modalidades e formas de constituição 630. Ligeira notícia histórica. Alargamento dos fins legais §2.º Servidão voluntária de aqueduto 631. Natureza contínua da servidão 632. Sinais nas servidões aparentes 633. A usucapião e a destinação do pai de família nas servidões intermitentes 634. A servidão de aqueduto na divisão de prédio §3.º Servidão legal de aqueduto I - Pressupostos 635. Enunciação 636. A) Direito à água e casos similares 637. Casos similares: concessão e licença 638. B) Fins legais: agrícolas, industriais e gastos domésticos 639. C) Suficiência da água 640. D) Natureza, forma e direccção do aqueduto II - Prédios servientes. Prédios isentos da servidão 641. A servidão nos bens do domínio público 641.A. A servidão nos baldios ou bens comunitários 642. O aqueduto no leito e margens das correntes não navegáveis nem flutuáveis 643. Prédios isentos nas águas particulares 644. Prédios isentos nas águas públicas III - Indemnização. Participação na água do aqueduto 645. A) Prejuízos resultantes da obra 646. B) Prejuízos derivados de infiltração, erupção ou deteriorações 647. Concessão das águas sobejas §4.º - Exercício e extinção da servidão de aqueduto I - Normas específicas de exercício 648. Utilização de aqueduto preexistente. Atravessamento de aqueduto 649. O adminiculum da passagem e o direito de tapagem 650. Ditreitos e obrigações dos proprietários dominante e serviente 651. Obras, inspecção e consertos necessários. Propriedade dos produtos dos marachões ou motas 652. Alteração da forma do aqueduto 653. Mudança e alteração da servidão II - Causas da extinção 654. Não uso. Cessação do direito à água 655. Caducidade da concessão ou licença. Desnecessidade §5.º Servidão legal de aqueduto nas águas públicas 656. Títulos constitutivos. Prédios servientes e isentos Capítulo X - Servidão de escoamento Secção I - Escoamento Natural §1.º Noções gerais 657. Formas de escoamento 658. Servidão imprópria «fluminis recipiendi» 659. Modificações do estado de facto §2.º Recebimento das águas, terra e entulho 660. a) Recebimento das águas 661. Objecto da servidão 662. Modificações «agri colendi causa» 663. b) Recevimento da terra e entulho §3.º Obras defensivas das águas 664. Preparos precisos. Remoção de materiais acumulados 665. Responsáveis pelas obras e pela remoção dos materiais 666. Prejuízos atendíveis. Participação nas despesas Secção II - Servidão em sentido técnico §1.º Servidão acessória do aqueduto I - Servidão complementar de águas vertentes 667. A servidão de escoamento e suas modalidades 668. Natureza complementar da servidão II - Servidão de devolução à corrente das águas remanescentes 669. Direcção e forma da devolução 670. Constituição. Alteração do modo §2.º Servidões autónomas de escoamento I - Servidões legais. Modalidades §1.º A) Servidão de águas vertentes 671. Elenco das servidões legais 672. Servidão de águas vertentes. Seu conteúdo e pressupostos 673. Os fins da servidão e os gastos domésticos. Águas impuras 674. Títulos constitutivos 675. Noção de águas vertentes ou colatícias, remanescentes e sobejas, vivas e mortas, úteis e nocivas ou impuras 676. Obras e sinais nas servidões aparentes 677. Constituição simultânea das servidões de escoamento e presa B) Servidão de modificação do escoamento natural das águas 678. Noção de direcção definida 679. A direcção definida e a mera prevenção de danos C) Servidão de enxugo 680. Objecto e fins 681. Alcance da expressão «enxugo de prédios» 682. Aproveitamento de trabalhos já efectuados 683. Colisão de interesses. Solução 684. Métodos e processos de enxugo e saneamento D) Servidão de escoamento de águas sobejas de concessão de águas públicas 685. Águas sobejas. Casos de devolução à corrente I - Servidões legais (Cont.) Disposições comuns 686. O escoamento coercivo e o direito dos prédios inferiores 687. Cômputo da indemnização 688. Prédios isentos da srvidão II - Servidões voluntárias A) Servidão de escoamento de águas pluviais. Servidão de estilicído 689. a) O escoamento dos prédios rústicos 690. b) Servidão de estilicídio. Noção e modalidades 691. Modos de constituição 692. Levantamento de edifício ou construção B) Servidão de esgoto, cloaca ou latrina 693. As águas impuras e a servidão legal de escoamento 694. Servidão de cloaca ou latrina. Insusceptibilidade de constituição coerciva 695. Modos de constituição desta modalidade de servidão TÍTULO II - Servidões Administrativas e restrições de Utilidade Pública §1.º SErvidões administrativas 696. Conceito. Sua distinção das meras restrições e das servidões prediais 696.A. O problema do registo predial 697. Elenco não taxativo 698. Servidão de margem 699. Servidão de passagem para o aproveitamento de águas 700. Servidão de atravessadouro. Servidão de caminho 701. Servidão de aqueduto público 702. Servidão das linhas eléctricas. Servidão de portagem 703. Servidão dos faróis 704. Servidão nas explorações hidroeléctricas §2.º Restrições de utilidade pública 705. Enumeração exemplificativa TÍTULO III - Tutela Jurídica Capítulo I - Registo de Águas e Servidões §1.º Noções gerais 706. Conteúdo do direito de propriedade sobre águas §2.º Inscrição do direito de propriedade sobre águas 707. I - Águas já exploradas 708. II - Direito de exploração de águas §3.º Inscrição das Servidões de Águas 709. Objecto de registo 710. Servidões aparentes e não aparentes. Períodos evolutivos 711. a) O registo e as servidões constituidas por destinação do pai de família b) Casos duvidosos §4.º Ónus reais sujeitos a registo 712. Ónus permanentes necessário 713. Ónus de pagamento de anuidades TERCEIRA PARTE - Gestão e Qualidade da Água Capítulo I - Gestão de Recursos Hídricos §1.º Disposições gerais 714. Âmbito do Dec.-Lei n.º 70/90. Princípios de administração 715. Níveis da administração e gestão; entidades gestoras §2.º Utilização do domínio hídrico e fomento hidráulico 716. Noção de «utilização»; regime e fins 717. Fomento hidráulico. Licenciamento. Classificação e iniciativa das acções. Classificação das obras 718. Condições das acções e preferência §3.º Regime económico-financeiro 719. Financiamento. Taxa de utilização §4.º Fiscalização e sanções 720. Graduação da coima. Sanções acessórias. Punição da tentativa 721. Disposições transitórias Capítulo II - Normas da qualidade da água §1.º Noções gerais 722. âmbito e directivas da CEE. Definições 723. Competências §2.º Categorias de águas 724. Águas para consumo humano 725. Águas para suporte da vida aquícola 726. Águas do litoral e salobras para fins aquícolas 727. Águas balneares 728. Águas destinadas a rega 729. Protecção das águas contra a poluição caisada pelas águas residuais 729.A. Disposições comuns §3.º Sanções 729.B. Contra-ordenações 730. Legislação e jurisprudência §4.º Disposições finais e transitórias 731. Regiões Autonomas. Anexos Norma revogatória Aditamentos e Actualizações I - Domínio Marítimo. Plataforma Continental. N.º 52 (1.º vol.) II - Domínio Marítimo. Oceanos. N.º 56 B. (1.º vol.) III - Domínio Marítimo. Portos. N.º 56B. (1.º vol.) IV - Domínio Fluvial. rios Internacionais. Convénios. N.º 62 (1.º vol.) V - Domínio Fluvial. Aluvião na Ilha da Boega. N.º 126 A. (1.º vol.) VI - Defesa do Litoral. N.º 245 III. (1.º vol.) VII - Abastecimentos de Povoações. Pesquizas, Estudos e Trabalhos. N.º 292 (1.º vol.) VIII - Mudança de Servidão. Obras. N.º 560 (2.º vol.) IX - Servidão Legal de Aqueduto. Direito à Água. N.os 636 e 643 (2.º vol.) X - Servidões Administrativas. Seu Exercício, Mudança, Alteração e Extinção. N.º 696 (2.º vol.) XI - Extinção das Servidões. Desnecessidade. N.º 590 (2.º vol.) |