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Ribeiro; Maria Teresa Melo O principio da imparcialidade da administração pública.- Janeiro 1996.- Tipografia Lousanense, Ldª / Almedina.- 359p 23cm Dissertação de mestrado em Ciências Júrídico-Políticas orientada pelo Prof. Diogo Freitas do Amaral ISBN 972-40-0884-3 (Broch.) : €20,95 Direito administrativo Capítulo I - Origens do princípio da imparcialidade 1 - Considerações preliminares 1.1 - Sobre o significado etimológico da palavra «imparcialidade» 1.2 - Sobre o objecto do trabalho 2 - A imparcialidade judicial 3 - Antecedentes históricos do princípio da imparcialidade da Administração Pública Portuguesa 4 - Anecessidade de assegurar a independência e a neutralidade política da Administração Pública 5 - O desvio de poder e o controlo da «moralidade administrativa» Capítulo II - A imparcialidade como princípio geral de direito 1 - Considerações gerais 1.1 - Sobre o Estado Social de Direito e a moderna Administração Pública 1.2 - Sobre a aparente contradição entre o reforço do poder administrativo e reforço do controlo jurisdicional 2 - Direito comparado 2.1 - Direito inglês 2.2 - Direito francês e alemão 2.3 - Direito espanhol 2.4 - Direito italiano 3 - A consagração constitucional do princípio da imparcialidade do ordenamento jurídico português 4 - A posição da doutrina portuguesa sobre o principio da imparcialidade Capítulo III - Destinatários do princípio da imparcialidade 1 - A Administração Pública 1.1 - A posição institucional da Administração Pública e a imparcialidade: afastamento da tese de «parte imparcial» 1.2. - Autoridades e entidades vinculadas ao princípio da imparcialidade 2 - O legislador ordinário 3 - O problema da não aplicação da lei inconstitucional 3.1 - Considerações preliminares 3.2 - O princípio da constitucionalidade 3.3 - A relação entre o princípio da constitucionalidade e o princípio da legalidade administrativa: posição tradicional da doutrina 3.4 - Crítica à posição da doutrina 3.5 - A defesa da não aplicação da lei inconstitucional Capítulo IV - Noção de imparcialidade 1 - Princípais teses 2 - Noção adoptada 3 - Corolário do princípio da imparcialidade 3.1 - A imparcialidade como objectividade 3.2 - A imparcialidade como exclusividade 3.3 - A imparcialidade como isenção 3.4 - A imparcialidade como independência 3.5 - A imparcialidade como neutralidade 3.6 - A imparcialidade como transparência Capítulo V - Distinção do princípio da imparcialidade de outros princípios constitucionais 1 - Considerações preliminares 2 - O princípio da imparcialidade e o princípio da legalidade 3 - O princípio da imparcialidade e o princípio da igualdade 4 - O princípio da imparcialidade e o princípio da proporcionalidade 5 - O princípio da imparcialidade e o princípio da justiça Capítulo VI - Âmbito de aplicação do princípio da imparcialidade 1 - Considerações preliminares 2 - Na função administrativa 2.1 - Posição dominante na doutrina: restrição ao exercício de poderes discricionários 2.2 - Crítica à posição dominante na doutrina: defesa do princípio da imparcialidade como princípio da função administrativa 2.3 - Relevância na actividade vinculativa 2.4 - Relevância na actividade discricionária 3 - Na organização administrativa Capítulo VII - Garantias do princípio da imparcialidade 1 - Considerações gerais 2 - Garantias preventivas (ou procedimentais) 2.1 - Garantias gerais ou objectivas 2.2 - Garantias especiais ou subjectivas 3 - Garantias repressivas (ou contenciosas) 3.1 - A garantia geral: tutela jurisdicional 3.2 - A posição da jurisprudência portuguesa |