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Brito, Wladimir Direito consular.- Abril 2004.- Coimbra Editora, Ldª.- 202p 24cm. - (Boletim da Faculdade de Direito. STVDIA IVRIDICA 77) ISBN 972-32-1229-3 (Broch.) : €10,50 Direito Internacional Título I - Resumo breve da evolução histórica da função consular e da codificação do direito consular Capítulo I - Evolução histórica da função consular Secção I - Introdução Secção II - Os percursores 2.1. As origens remotas da intituição consular 2.2. Os Prostates e os Proxenes na Antiga Grécia A) Os Prostates B) Os Proxenes C) Patronii (Patronato) Praetor Peregrinus e Mercuriales na Antiga Roma Secção III - Os cônsules na idade média Subsecção I - A instituição consular na Alta Idade Média 3.1.1. Os Tellonari da Alta Idade Média 3.1.2. O Juíz-Cônsul, o Cônsul-mercados e o Cônsul do Mar 3.1.3. A Instituição Consular na Baixa Idade Média: Séculos XIV e XV Secção IV - A instituição consular no renascimento e na modernidade: séculos XVI e XVIII A) Função jurisdicional em matéria cívil e comercial B) Função jurisdicional em matéria criminal Secção V - Conclusão Capítulo II - Codificação do Direito Consular Secção I - As tentativas de codificação do direito consular internacional anteriores à convenção de Viena sobre as relações consulares de 1963 1.1. Introdução: Do Direito Consular Interno dos Estados à Codificação internacional A) Generalidades B) A legislação consular no direito interno dos Estados C) A legislação consular em Portugal 1.2. Os projectos individuais de codificação do direito consular 1.3. Tentativas institucionais internacionais de codificação do direito consular 1.4. Projecto de codificação do Direito Consular Internacional promovido por Organizações Internacionais Governamentais: Organização das Nações Unidas e Conselho da Europa Título II - O Estatuto Jurídico do Cônsul Capítulo I - Conceito de Cônsul Secção I - Introdução Secção II - O conceito de cônsul na convenção de Viena sobre as relações consulares de 1963 Secção III - O conceito de Cônsul no direito interno português Capítulo II - Cônsul Honorário e Cônsul de Carreira Secção I - Consul Honorário 1.1. No Direito Consular Internacional A) Introdução B) A Consagração da figura de Cônsul Honorário na Convenção de Viena sobre as Relações Consulares de 1963 1.2. O Cônsul Honorário do Direito Consular Português Secção II - O Cônsul de Carreira 2.1. Introdução: O Cônsul de Carreira no Direito Internacional 2.2. O Cônsul de Carreira na Convenção de Viana sobre as Relações Consulares de 1963 Secção III - A questão da nacionalidade do Cônsul 3.1. A Nacionalidade do Cônsul de Carreira e do Donsul Honorário no Direito Consular Internacional 3.2. A Nacionalidade na Convenção de Viena sobre as Relações Consulares de 1963 3.3. A Nacionalidade do Cônsul de Carreira e do Cônsul Honorário no Direito Português Capítulo III - Classificação dos Cônsules Secção I - Classificação dos Cônsules: Classes e categorias 1.1. No Direito Internacional 1.2. No Direito Português Título III - Estabelecimento de Relações Consulares Capítulo I - Introdução: Estabelecimentos das relações e de postos consulares Secção I - Estabelecimento de relações consulares 1.1. Conceito de Relações Consulares e caracterização sumária da sua natureza 1.2. Estabelecimento das Relações Consulares Secção II - Estabelecimento de postos consulares Capítulo II - A Nomeação Secção I - Introdução 1.1. Questão prévia 1.2. A Nomeação no Direito Consular Internacional Secção II - A nomeação na convenção de Viena sobre as relações consulares de 1963 Secção III - A nomeação no Direito Português Capítulo III - Carta de provisão ou carta-patente e exequatur Secção I - Introdução Secção II - Carta de provisão ou carta-patente A) No Direito Internacional Público (Convenção de Viena sobre as Relações Consulares de 1963) B) No Direito Interno Português Secção III - O Exequatur 3.1. No Direito Internacional A) Introdução B) A admissão provisória C) A Concessão do Exequatur D) A Recusa do Exequatur E) A retirada do Exequatur 3.2. No Direito Português Capítulo IV - Cooperação Consular Inter-Estadual Secção I - No Direito Internacional 1.1. Introdução breve 1.2. Representação Comum 1.3. Múltiplo acreditamento consular 1.4. Exercício de funções consulares a favor de terceiros Estados Secção II - A Cooperação Inter-Estadual no Direito Português Capítulo V - Fim das Relações Consulares Secção I - No Direito Internacional 1.1. Introdução 1.2. Causas de extinção das relações consulares 1.3. Cessação das funções consulares D) Consequências do fim das funções consulares Secção II - O fim das relações consulares no direito português Título IV - Privilégios e Imunidades Consulares Capítulo I - Imunidades, inviolabilidades, privilégios e facilidades: conceito e evolução normativa Secção I - Imunidades, Privilégios e facilidades 1.1. O conceito de Imunidade, Privilégio e facilidade 1.2. O Debate doutrinal 1.3. A Evolução normativa internacional Capítulo II - Imunidades, inviolabilidades, privilégios e facilidades na convenção de Viena sobre as relações consulares de 1963 Secção I - Introdução Secção II - Imunidades, inviolabilidades, privilégios e facilidades relativas ao posto consular 2.1. Questão Prévia 2.2. A Inviolabilidade do Posto Consular 2.3. A Inviolabilidade do Arquivo e Documentos Consulares 2.4. Deveres Impostos ao Estado e Documentos Consulares 2.4. Deveres Impostos ao Estado receptor para garantir a Inviolabilidade 2.5. Privilégios dos Postos Consulares 2.6. Facilidades Secção III - Imunidades, invilabilidades, privilégios e facilidades dos cônsules na convenção de Viena sobre as relações consulares de 1963 3.1. Introdução 3.2. Iminidade de Jurisdição Penal, Civil e Administrativa A) Introdução B) Imunidade de Jurisdição Penal C) Imunidade de Jurisdição Civil D) Imunidade de Testemunhar 3.3. Inviolabilidade Pessoal dos Funcionários Consulares 3.4. Privilégios dos Funcionários Consulares a) Isenção de pagamento de impostos b) Isenções aduaneiras c) Isenções do Regime de Providência Social e Segurança Social d) Isenção de prestações pessoais e) Isenção de Registo de Estrangeiro e de Autorização de Residência f) Isenção de Autorização de Trabalho 3.5. Privilégios e Imunidades dos Funcionários Consulares Nacionais do Estado receptor 3.6. Funcionários Consulares que exercem actividade privada de carácter lucrativo 3.7. Obrigações dos Terceiros Estados 3.8. Início e Termos dos Privilégios e Imunidades Secção IV - Prerrogativas dos postos consulares e dos Cônsules honorários 4.1. Introdução 4.2. As prerrogativas do Cônsul honorário na Convenção de Viena sobre as Relações Consulares de 1963 a) Posto consular b) Côsul Honorário Secção V - Deveres dos agentes consulares |