11D Monografia 1857 | |
Faria, Jorge Leite Areias Ribeiro Direito das obrigações - vol. I.- Janeiro 2003.- G.C. - Gráfica de Coimbra, Ldª / Almedina.- 553p 23cm. - (Reimpressão) ISBN 972-40-0455-4 (Broch.) : €22,50 Direito Civil $1º INTRODUÇÃO A - CONCEITO DE OBRIGAÇÃO 1. Direito das obrigações. Noções introdutórias 2. Importância do estudo do direito das obrigações 3. A restrita variação no tempo e no espaço do direito das obrigações 4. Limitações ao princípio da autonomia privada 5. O lugar do direito das obrigações no direito civil 6. Conceito de obrigação: 6.1. Os deveres jurídicos 6.2. Os "Estados de Sujeição" e os "Ónus jurídicos" 6.3. A obrigação em sentido técnico 7. As chamadas obrigações não autonomas 8. As obrigações (direitos relativos) e os direitos reais (direitos absolutos) 8.1. Manifestação da eficácia absoluta dos direitos reais: Direito de preferência e direito de sequela 8.2. O chamado efeito externo das obrigações. Apreciação B - Função da obrigação 9. A obrigação enquanto meio de satisfação de um interesse do credor 10. O crédor como elemento do património do credor C - Estrutura da obrigação 11. Elementos constitutivos da obrigação 11.1. Os sujeitos 11.1.1. Obrigações de sujeito activo indeterminado 11.1.2. Transmissão das obrigações 11.2. O objecto: A prestação debitória. Objecto imediato e objecto mediato 11.2.1. Modalidades da prestação 11.2.1.1. Prestação de facto. Prestação de facto de terceiro 11.2.1.2. Prestação de coisa. Prestação de coisa futura 11.2.1.3. Prestações instantâneas e prestações duradouras 11.2.1.4. Prestações fungíveis e não fungíveis 12. A questão da patrimonialidade da prestação 12.1. As soluções que consente 12.2. O tratamento da questão pelo nosso direito 13. O vinculo jurídico - como se estrutura 13.1. O direito à prestação 13.2. O dever de prestar 14. A relação obrigacional complexa 15. Deveres princípais ou típicos e deveres secundários da prestação. Os deveres de conduta 16. A garantia §2º FONTES DAS OBRIGAÇÕES 17. Classificação das fontes A - Contratos 18. Conceito de contrato 19. Evolução histórica do conceito de contrato 20. As relações contratuais de facto 21. O princípio da liberdade contratual 21.1. Preliminares 21.2. A liberdade de contratar (Abschlussfreiheit) 22. Limitação à liberdade de contratar 23. A liberdade de fixar o conteúdo dos contratos 23.1. Limitações à liberdade de fixação do conteúdo dos contratos 23.2. Os contratos de adesão 23.2.1. Vantagens e inconvenientes dos contratos de adesão 23.2.2. Natureza jurídica dos contratos de adesão 23.2.3. Regime jurídico dos contratos de adesão 23.2.4. Regime instruido pelo DL. n.º 446/85, de 25 de Outubro 24. Contratos com eficácia real 24.1. Conceito 24.2. Eficácia real e eficácia obrigacional 24.3. Vantagens de cada sistema 25. Claúsula de reserva de propriedade 26. Contratos bilaterais e contratos unilaterais 26.1. O sinalagrama. (sinalagma genético e sinalagma funcional) . A extensão do sinalagma 26.2. Manifestação do nexo sinalagmático. A Excepção de não cumprimento do contrato 26.3. Outras manifestações do sinalagma. A cláusula resolutiva tácita 27. Contratos gratuitos e contratos onerosos. Termos da distinção 27.1. Importância da distinção 27.2. Interdependência desta classificação com a anterior 28. O contrato-promessa 28.1. Noção 28.2. O contrato-promessa e outras figuras próximas 28.3. Disciplina legal 28.4. Requisitos de forma e de substância 28.5. Efeitos do contrato-promessa 28.6. A transmissão da posição contratual 28.7. Recusa do cumprimento da promessa 28.8. Exclusão da execução específica 28.9. Violação do contrato-promessa 28.10. O Decreto-Lei n.º 379/86, de 11 de Novembro 29. Pacto de preferência 29.1. Noção 29.2. Distinção do pacto de preferência de outras figuras 29.3. Natureza do direito de preferência. Requisitos 29.4. Outros pontos do regime do direito de preferência 29.5. Pluralidade de titulares do direito de preferência (art.º 419º) 29.6. Estrutura jurídica do pacto de preferência 30. Contrato a favor de terceiro 30.1. Conceito e interesse prático 30.2. Confronto com figuras afins 30.3. Regulamentação do instituto 30.4. Relação de cobertura e relação de valuta- A relação entre os contraentes 30.5. A posição do terceiro 30.6. Posição jurídica do promissário 30.7. Relações entre o promissário e pessoas esdtranhas ao beneficiário 30.8. Prestação em favor de pessoa indeterminada 31. Contrato para pessoa a nomear 31.1. Noção e relevância prática 31.2. Figuras afins 31.3. Regime 31.4. Natureza jurídica do instituto B - GESTÃO DE NEGÓCIOS 32.1. Noção 32.2. Justificação do instituto 32.3. Requisitos 32.4. A relação entre o gestor e o dono do negócio. Deveres do gestor 32.5 Deveres do "Dominus" 32.6. O "Dominus" e Terceiros C - ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA 33.1. Noção. Preliminares 33.2. Exemplificação. Grupos de casos de enriquecimento sem causa 33.3. Requisitos da obrigação de restituição 33.3.1. Enriquecimento 33.3.2. à custa de outrem (cont.) A unidade do procedimento de enriquecimento 33.3.3. Sem causa justificativa. Causa da prestação e causa da obrigação (cont.) Outro sentido de "causa" 33.4. Ausência de outro meio jurídico (a subsidiariedade da obrigação de restituição) 33.5. Objecto da obrigação de restituir. A regra do duplo limite (correcção) 33.6. Agravamento da obrigação de restituir D - A RESPONSABILIDADE CIVIL 34. Generalidades 35. Responsabilidade por factos ilícitos. Presupostos 35.1. O facto voluntário do agente 35.2. A ilicitude 35.2.1. A violação de um direito de outrem 35.2.2. A violação de normas de protecção (Schutznormen) 35.2.3. Necessidade do pressuposto da ilicitude 35.2.4. O abuso do direito 35.2.5. Casos de ilicitude previstos na lei 35.2.6. A justificação da ilicitude 35.2.6.1. A acção directa 35.2.6.2. A legítima defesa (A Notwehr dos alemães, §227 do BGB) 35.2.6.3. O estado de necessidade 35.2.6.4. O consentimento do lesado 35.3. A culpa. Noção 35.3.1. A imputabilidade 35.3.2. A culpa. Modalidades 35.3.3. O dolo (o elemento intelectual do dolo) 35.3.4. A negligência 35.3.5. A autonomia dos conceitos de ilicitude e de culpa 35.3.6. A prova da culpa 35.3.7.1. Responsabilidade das pessoas obrigadas à vigilância de outrem 35.3.7.2. Danos causados por edifícios 35.3.7.3. Danos causados por coisas ou animais 35.4. O dano. Noção 35.4.1. Modalidades do dano 35.4.2. Ressarcibilidade dos danos não patrimoniais 35.4.3. A indemnização no caso de morte da vítima 35.5. Nexo de causalidade entre o facto e o dano. a questão 35.5.1. Teorias sobre o nexo de causalidade 35.5.2. A teoria da causalidade adequada 35.5.3. Algumas precisões à teoria da causalidade adequada 35.5.4.1. Formas de indemnização 35.5.4.2. Desvios à teoria da diferença A) Mera culpa do lesante B) Cláusula de exclusão ou de limitação dos danos C) Concurso da culpa do lesado 35.6. Titularidade do direito à indemnização 35.7. A prescrição do direito à indemnização 35.8. A indemnização arbitrada em processo penal |