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Sanches, J. L. Saldanha A quantificação da obrigação tributária.- 2ª Edição, 2000.- Tipografia Lousanense, Ldª / Lex.- 394p 24cm Deveres de cooperação, autoavaliação e avaliação administrativa. Dissertação de Doutoramento ISBN 972-9495-88-2 (Broch.) : €18,96 Direito Fiscal I PARTE Capítulo 1 - Norma fiscal e práticas administrativas 1.1. Estrutura e função da norma fiscal 1.1.1. A tipologia dos sistemas quanto à repartição de funções 1.1.2. O destinatário da norma fiscal 1.1.3. A génese da obrigação tributária 1.2. O processo de devolução de funções aos privados no cumprimento das obrigações tributárias 1.2.1. «O facto gerador do imposto» 1.2.2. O modelo de gestão do imposto sobre o valor acrescentado 1.3. Objecto do imposto e aplicação da lei 1.3.1. A decisão legislativa sobre os factos tributários 1.3.2. Justiça fiscal e tributação do rendimento 1.4. Os deveres de cooperação: a lei fiscal como norma de conduta 1.4.1. Os deveres de cooperação como um corpo de normas do ordenamento jurídico-tributário 1.4.2. Deveres de cooperação directamente conexos com a situação de devedor fiscal 1.4.3. Deveres de cooperação de sujeitos passivos da relação jurídica tributária 1.4.4. Os deveres de cooperação por motivo de dívida fiscal de outrem: o sistema de retenções na fonte 1.4.5. As retenções na fonte como uma forma de substituição tributária 1.4.6. Retenções a título definitivo e pagamentos por conta 1.4.7. As retemções no caso do trabalho por conta de outrem 1.4.8. Substituição tributária e subjectividade passiva da relação tributária 1.4.9. A responsabilização directa do sujeito passivo 1.5. Deveres de cooperação e princípio da legalidade fiscal Capítulo 2 - Actividade administrativa e actos da administração na aplicação da lei fiscal 2.1. A actividade administrativa fiscal 2.2. Acto administrativo e acto tributário 2.2.1. O conceito de acto administrativo 2.2.2. O acto de aplicação da lei fiscal 2.2.3. Delimitação do conceito de acto tributário 2.3. O acto tributário nos textos normativos 2.3.1. Acto tributário e «fixação da matéria colectável» 2.3.2. Os meios de atribuição de tutela judicial ao contribuinte 2.4. Efeitos declarativos e efeitos constitutivos no acto tributário 2.4.1. A dupla função do acto tributário 2.4.2. O declínio do acto? 2.5. O acto tributário sancionatório 2.5.1. O acto sancionatório não-individualizado: o caso italiano Capítulo 3 - Acto tributário e administração de massas 3.1. A evolução do universo dos sujeitos passivos 3.2. Factispécie e tipo na previsão fiscal 3.2.1. Os limites da tipificação 3.2.2. A tipificação legal dos «custos» e «deduções» 3.2.3. Justiça e praticabilidade 3.3. Mecanismos de automação na produção do acto tributário 3.4. As orientações administrativas: função e natureza jurídica 3.4.1. Descentralização das decisões e orientações administrativas 3.4.2. Aplicação da lei e a função das orientações 3.4.3. A interpretação das normas feita por orientações administrativas II PARTE Capítulo 4 - A auto-avaliação comercial 4.1. A determinação do valor como um problema jurídico 4.1.1. O lucro empresarial como objecto directo e indirecto do imposto 4.1.2. Valor no património individual e no património comercial 4.2. A auto-avaliação comercial e os seus princípios 4.2.1. A recepção fiscal das técnicas de avaliação comercial 4.2.2. Os múltiplos fins do balanço 4.2.3. A aporia do valor objectivo 4.3. A recepção dos princípios contabilísticos pelo ordenamento jurídico: os «sãos princípios da contabilidade» e o plano oficial de contabilidade 4.3.1. A formulação de normas jurídicas sobre matérias contabilisticas 4.3.2. Os sãos princípios da contabilidade 4.3.3. Normação e normalização contabilisticas 4.3.4. Os fins e os destinatários do balanço 4.3.5. A decisão contabilistica 4.3.6. O grau de determinabilidade exígivel dos princípios contabilisticos 4.4. Os princípios contabílisticos no plano oficial de contabilidade 4.4.1. A prevalência dos fins comerciais no POC 4.4.2. As «caracteristicas qualitativas» da informação contabilística 4.4.3. O princípio da prudência 4.4.4. O princípio da continuidade 4.4.5. O princípio da Especialização dos Exercícios 4.4.6. O princípio dos custos históricos 4.4.7. O princípio da prevalência da substância sobre a forma 4.5. Balanço comercial e balanço fiscal 4.5.1. O balanço como factispécie tributária 4.5.2. A aplicação de leis comerciais a questões tributárias 4.5.3. O caso das provisões 4.5.4. O conceito de custo 4.5.5. O princípio da documentação 4.6. A construção fiscal do balanço Capítulo 5 - Contabilidade e declaração tributária 5.1. Deveres de cooperação e declaração tributária 5.1.1. A contabilidade como um dever declarativo 5.1.2. A força probatória da contabilidade 5.1.3. Grau de formalização e tipos de declarações 5.1.4. O caso especial das declarações de pessoas singulares: a intensidade dos deveres declarativos 5.2. A natureza jurídica da declaração tributária 5.2.1. A revogabilidade da declaração tributária 5.3. A função global dos registos contabilísticos 5.4. Vícios do balanço e vícios de declaração 5.4.1. O regime do Código da Contribuição industrial 5.4.2. A tipificação dos vícios da contabilidade no artigo 51.º do CIRC 5.4.3. A inexistência de contabilidade e outras irregularidades 5.4.4. A falsificação dos registos contabilisticos 5.5. As formas procedimentais da correcção administrativa das declarações III PARTE Capítulo 6 - A avaliação administrativa: pressupostos, função e limites 6.1. Deveres de cooperação dos particulares e princípio da investigação da administração 6.1.1. A violação de um dever de cooperação e suas consequências 6.1.2. Violação de deveres de cooperação e divergência sobre a qualificação de factos fiscalmente relevantes 6.2. Os procedimentos de avaliação indiciária 6.2.1. A prova indirecta e os pressupostos da sua utilização 6.2.2. Os aspectos comuns aos diversoa regimes jurídicos de avaliação administrativa 6.2.3. Prova indirecta, avaliação indirecta e indícios 6.2.4. O método das presunções como forma de quantificar factos controversos: o caso do IVA 6.2.5. A prova prima facie e o dever de cooperação do sujeito passivo 6.2.6. A intervenção dos peritos na produção de prova 6.2.7. Prova pericial, procedimento nas comissões e acordos fiscais 6.3. Controvérsia e fundamentação do acto de avaliação 6.3.1. A fundamentação geral e a fundamentação específica 6.3.2. A fundamentação da avaliação administrativa 6.3.3. A remoção da dúvida fundada 6.3.4. O dever de fundamentação como direito subjectivo do contribuinte? 6.3.5. O pressuposto da impossibilidade e o seu alcance 6.4. As componentes sancionatórias autónomas dos metodos indiciários 6.4.1. A proibição do reporte e a aplicação de juros compensatórios 6.4.2. Indemnização ou sanção pelo atraso no pagamento? 6.4.3. Juros compensatórios e relação obrigacional fiscal 6.5. A certeza exigível na quantificação administrativa: decisão e probabilidade 6.5.1 Princípio da igualdade e medida da prova 6.5.2. A probabilidade na prova indirecta Conclusões |