Biblioteca Monografia 420 | |
Luis S. Cabral de Moncada Lei e Regulamento 2002.- Coimbra : Coimbra Editora ISBN 972-32-1073-8 ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I I - A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE ADMINISTRATIVA I.1. O Estado-de-Polícia I.2. A modernidade e o seu discurso filosófico I.3. O liberalismo e as monarquias constitucionais I.4. A legalidade no Estado-de-Direito liberal monárquico e constitucional I.5. A lei e a legalidade no quadro do pensamento democrático I.6. O positivismo jurídico I.7. O período da Constituição de Weimar CAPÍTULO II I - A COMPREENSÃO DA LEGALIDADE NA ACTUALIDADE FACE AO DIREITO ALEMÃO I.1. Considerações gerais I.2. O alcance da reserva de lei I.3. A reserva total I.4. A reserva parcial I.5. O alargamento da reserva da lei I.5.a) Desenvolvimento: a reserva de lei e a actividade material e informal da administração I.6. Apreciação global II - ALGUMAS QUESTÕES ESPECIAIS II.1. Os limites das autorizações legislativas a favor do executivo II.2. A lei do orçamento como parâmetro da actuação administrativa II.3. A legalidade, a forma contratual e a actividade de direito privado da administração II.4. A reserva da administração II.5. A legalidade e as subvenções económicas II.6. As «relações especiais de poder» II.7. O direito do ensino II.8. As relações internas da administração II.9. Descentralização, autonomia e reserva de lei CAPÍTULO III I - O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NOS DIREITOS ITALIANO, ANGLO-SAXÓNICO, NORTE-AMERICANO, FRANCÊS E ESPANHOL I.1. O princípio da legalidade face ao direito italiano I.1.a) Introdução I.2. O fundamento constitucional da legalidade I.3. As relações entre a lei e o regulamento I.4. As relações entre a lei e o regulamento. Cont I.5. A inderrogabilidade singular dos regulamentos I.6. O regulamento interno e a legalidade I.7. A reserva de administração no direito italiano I.8. A actividade de direito privado da administração II - O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NO DIREITO ANGLO-SAXÓNICO. ASPECTOS GERAIS II.1. Considerações gerais III- O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NO DIREITO NORTE-AMERICANO. ASPECTOS GERAIS III.1. Considerações gerais III.2. O problema da delegação de poderes IV - O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NO DIREITO FRANCÊS IV.1. - Considerações gerais IV.2. A lei e o regulamento na França pós-revolucionária e posterior à primeira Grande Guerra IV.3. A situação posterior à última Grande Guerra IV.4. A legalidade na Constituição francesa de 1958 IV.5. O conceito de lei e de regulamento na Constituição francesa de 1958 IV.6. Conclusões gerais V. O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NO DIREITO ESPANHOL V.1. Introdução geral V.2. O poder regulamentar da administração V.3. O regulamento da administração V.4. O regulamento delegado no direito espanhol V.5. Legalidade e administração de prestações no direito espanhol V.6. Legalidade e autonomia V.7. Considerações finais e síntese CAPÍTULO IV I - O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE NO DIREITO PORTUGUÊS I.1. Perspectiva histórica geral I.2. As coordenadas fundamentais da legalidade na actualidade. Considerações gerais I.3. Os princípios do Estado-de-Direito e da democracia face à Constituição portuguesa I.4. O princípio democrático e a reserva parlamentar da lei I.5. O alcance da reserva parlamentar de lei I.6. A reserva parlamentar de lei no direito português e a noção material de lei I.7. A reserva de lei em matéria fiscal I.8. A noção de lei no direito português: continuação I.9. A questão da reserva legislativa do executivo I.9a) A legalidade e as relações especiais de poder à face do direito português II.1. O poder regulamentar e o regulamento independente II.2. Os regulamentos executivos II.3. A questão dos regulamentos delegados II.4. Os regulamentos internos II.5. A reserva de administração à face do direito português III.1. Os regulamentos dos órgãos locais dependentes do Estado, dos institutos públicos autónomos e da administração autónoma III.2. A autonomia autárquica e a legalidade III.3. A autonomia regional e a legalidade III.4. A autonomia regulamentar da Universidade IV.1. O procedimento administrativo: seu significado para a problemática da legalidade V. Conclusões |